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Filho de imigrantes brasileiros se candidata a presidente dos EUA

Rod Silva, de 43 anos, filho de imigrantes brasileiros e fundador da cadeia de comida saudável “Muscle Maker Grill”.

Rod Silva, de 43 anos, filho de imigrantes brasileiros e fundador da cadeia de comida saudável Muscle Maker Grill, anunciou a sua candidatura como independente a presidente dos Estados Unidos da América

“Acredito realmente que a América precisa tornar-se saudável de novo e serei eu quem vai trazer essa mudança”, disse Silva aos jornalistas. Ele é um de cinco filhos de imigrantes brasileiros e nasceu no bairro do Ironbound, na cidade de Newark, onde existe uma grande comunidade portuguesa e brasileira. Nas próximas semanas, viajará pelo país para tentar conseguir voluntários e assinaturas para se conseguir inscrever nos 50 estados norte-americanos. No Colorado, garante já estar perto de ter os números necessários.
Silva é um empresário de sucesso, que transformou um pequeno restaurante, que fundou em 1995 na cidade de Colônia, em cadeia com cerca de 60 filiais em 13 estados. Segundo contou, começou o Muscle Maker Grill com apenas seis mil dólares e o encorajamento do pai. “O meu pai deu-me umas pancadinhas nas costas e disse: ‘É a América, podes ser o que quiseres, vai em frente’”, lembrou. Ele que é adepto de desporto e de alimentação equilibrada, criou um conceito de comida saudável, que não era popular na época.
“Quando comecei, não era popular neste ramo falar sobre alimentação e estilo de vida saudáveis. Com perseverança, tornamo-nos líderes e quero levar esta mensagem ao povo americano: só é preciso uma faísca para iniciar um fogo”, explicou. Alguns críticos dizem que a candidatura de Silva é apenas uma estratégia para promover o seu negócio. “Campanhas e partidos como este não fazem muito pela verdadeira nutrição. São especialmente inúteis quando são pouco mais do que uma estratégia para promover um franchise de restaurantes do que uma causa legitima”, defendeu Rick Polito no blog New Hope.
Silva garantiu, no entanto, que as suas intenções são claras e os motivos pessoais: o pai tinha problemas de colesterol e morreu devido a um ataque de coração, dentro do carro, em frente à casa da família, quando tinha 62 anos. Foi o filho, que tinha aberto o seu primeiro restaurante sete anos antes, que o encontrou sem vida. “Encontrei o meu pai morto dentro de um carro devido a um ataque do coração fulminante. Um homem que viveu o sonho americano, o meu herói, morrer dessa forma... Isso mostrou-me que tinha de haver outro caminho. Foi aí que comecei a minha jornada”, contou.
Silva disse que através de programas de reeducação alimentar e de estilo de vida, o estado pode poupar dinheiro e melhorar a saúde dos norte-americanos. “A melhor forma de tornar as pessoas saudáveis é a prevenção e não esperar que fiquem doentes e depois tratar”, garantiu. Rod disse ainda que o governo federal deveria ser a “referência e não o dono ou patrão” quando o assunto são os cuidados com a saúde.
Outro argumento do aspirante a candidato presidencial a favor das suas pretensões é não fazer parte do mundo político de Washington, acreditando que o seu perfil de empresário, de homem independente dos interesses de Washington, vai mobilizar os eleitores. “Comecei do nada. Ninguém me deu uma esmola. Acredito muito no povo americano. Quando entenderem a minha mensagem, ninguém nos irá parar”, disse. Silva vive atualmente em Piscataway, no estado de Nova Jersey, com a esposa há 14 anos e os dois filhos do casal, de 8 e 13 anos (Ag. Lusa).

Síria não é “incubadora” do Estado Islâmico, diz Al Assad

É a maior ameaça terrorista que a Europa enfrenta nos últimos dez anos.

O presidente sírio Bashar Al Assad declarou que o seu país, devastado pela guerra, não é a “incubadora” do grupo Estado Islâmico, culpando o ocidente pela criação de organizações jihadistas. “Posso afirmar que o Daesh (nome árabe do Estado Islâmico) não tem uma incubadora natural, uma incubadora social, na Síria”, disse o presidente, em entrevista à emissora de televisão italiana RAI.
O treinamento de jihadistas na Síria para os ataques de Paris de sexta-feira passada (13) foi feito devido ao apoio da Turquia, Arábia Saudita e do Catar “e, claro, das políticas ocidentais que apoiaram os terroristas de diferentes modos”, acrescentou. Segundo ele, o Estado Islâmico “não começou na Síria, começou no Iraque e, antes disso, no Afeganistão”. Assad citou o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, que afirmou que “a guerra do Iraque ajudou a criar o Estado Islâmico”. A confissão de Blair “é a prova mais importante”, afirmou.
Mais de 250 mil pessoas morreram no conflito na Síria e milhões fugiram, à medida que o Estado Islâmico assumiu o controle de vastas áreas dos territórios sírio e iraquiano, geridas sob severa interpretação da lei islâmica. Assad defendeu que não pode haver qualquer calendário de transição para as eleições enquanto partes do país estiverem controladas por rebeldes.
“Esse calendário se inicia depois de começarmos a vencer o terrorismo. Não se pode conseguir nada em termos políticos enquanto houver terroristas a se apoderar de muitas áreas na Síria”, disse.
Depois disso, “um ano e meio, dois anos são suficientes para qualquer transição”, comentou (Ag. Lusa).

Papa fará trajetos em carroaberto na África

Apesar do alto risco e das ameaças à segurança do papa Francisco, o líder católico usará o “papamóvel” sem proteção especial durante trajetos tanto no Quênia como em Uganda e na República Centro-Africana. A informação foi confirmada pelo porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, durante a coletiva que apresentou detalhes da 11ª viagem do Pontificado de Jorge Mario Bergoglio, que ocorre entre os próximos dias 25 e 30.
“Não soube que o Vaticano tenha pedido um colete à prova de balas para o Papa e não acho, e isso me parece curioso, que alguém use o papamóvel sem proteção vestindo um colete à prova de balas”, respondeu Lombardi a um jornalista que questionava a segurança do líder católico. A primeira peregrinação do sucessor de Bento XVI ao continente africano está envolta em uma série de preocupações relatadas por pessoas que cuidam da segurança do líder da Igreja Católica.
Em especial, elas atingem a ida de Francisco a Bangui, capital da RCA, que enfrenta uma guerra entre milícias ditas muçulmanas e cristãs. O país está em uma tentativa de pacificação com líderes de todas as religiões que atuam no local e enfrenta constantes conflitos entre os grupos rivais. Para a passagem do Papa, Lombardi informou que Bergoglio fará discursos em espanhol e inglês e, pela primeira vez desde que está no posto, também em francês.
As visitas de líderes católicos à África não são muito comuns. João Paulo II foi ao Quênia em 1980, 1985 e 1995 e a Uganda em 1993. Karol Wojtyla também fez uma missa, em 1985, na República Centro-Africana. Antes dele, Paulo VI visitou Uganda em 1969, sendo a primeira visita de um líder religioso ao continente na Era Moderna (ANSA).

Aos 40 anos, Beckham é eleito o mais sexy

Apesar de nunca ter ganhado um título mundial com a seleção da Inglaterra, o ex-jogador David Beckham, de 40 anos, pode comemorar sua vitória como o homem mais sexy do mundo. Ele se sentiu lisonjeado de ser considerado pela revista de fofocas “People” o mais sexy de sua lista anual. “É uma honra enorme”, disse, em entrevista à publicação. “Estou muito contente em receber o título”, concluiu.

Sobre a esposa famosa, a ex-cantora do grupo Spice Girls, Victoria Beckham, ele disse em tom de brincadeira esperar que ela o ache o mais sexy do mundo sempre e não somente neste ano. O ex-jogador, que já posou para campanhas de grifes como a italiana Armani, insistiu que não se acha tão bonito. “Nunca achei que fosse uma pessoa atraente ou sexy”, concluiu.
Em anos anteriores, a revista elegeu homens como Bradley Cooper, Ryan Reynolds, Brad Pitt, George Clooney, Mel Gibson, Patrick Swayze, Ben Affleck, Channing Tatum e Adam Levine (ANSA).

Mais ataques são prováveis, adverte diretor da Europol

O diretor da Europol, Rob Wainwright, advertiu, em Bruxelas, que é “provável” que haja novos atentados na Europa, que assistiu em Paris a um ataque sem precedentes, e enfrenta hoje “a maior ameaça terrorista” dos últimos dez anos.
Ao falar à Comissão de Liberdades Civis, Justiça e Assuntos Internos do Parlamento Europeu, o diretor do Serviço Europeu de Polícia observou que o que se passou em Paris “é algo que as autoridades europeias receavam desde o ataque em Bombaim, em 2008”, disse Wainwright.
“A realidade do que ocorreu em Bombaim aconteceu agora na Europa”, afirmou, referindo-se aos dez atentados sincronizados que atingiram a capital financeira da Índia em novembro de 2008, fazendo 195 mortos.
Considerando que os ataques de Paris, que deixaram 129 mortos, são também a prova da firme intenção do autoproclamado Estado Islâmico de “exportar a sua marca de terrorismo para a Europa”, o diretor voltou a chamar a atenção para “a forma mais sofisticada e ameaçadora de terrorismo” que representa essa organização de radicais islâmicos.
“Estamos lidando com uma organização terrorista com muitos recursos e muito determinada, que está agora ativa nas ruas da Europa. É por isso razoável assumir, e sem exageros, que mais ataques são prováveis, e penso que esta é a maior ameaça terrorista que a Europa enfrenta nos últimos dez anos”, acrescentou (Ag. Lusa).

 
 
 
 
 
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