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Casais estão preferindo ter gêmeos para ‘maximizar’ gestação

Cada vez mais casais manifestam o desejo de ter gêmeos.

Especialista em Reprodução Assistida diz que gestação gemelar oferece riscos para mãe e bebês, e deve ser evitada ao máximo

Cada vez mais as pessoas se sentem cobradas para ‘render mais’, fazer mais em menor tempo e com menor custo. O problema é quando esse tipo de pré-requisito chega ao consultório do especialista em Medicina Reprodutiva. De acordo com Suely Resende, diretora do Fertility Medical Group – Unidade Campo Grande, cada vez mais casais manifestam o desejo de ter gêmeos.
“Alguns alegam que foram tantos anos de tentativas sem sucesso, que agora querem ter logo dois ou três de uma vez. Já outros dizem claramente que querem economizar barriga e tempo. Desconhecem o risco de terem gêmeos”. Ela explica que, naturalmente, ocorre uma gestação gemelar a cada 80 gestações. No caso da trigemelar, a proporção é de uma para cada 7.000. Já nos tratamentos de fertilização assistida, a chance de nascerem gêmeos é de uma em cada três e de trigêmeos, uma em cada 30.
“Para nós, especialistas em Medicina Reprodutiva, a gemelaridade é encarada como uma falha do processo, já que o ideal é que mãe e bebê tenham nove meses de gestação tranquila, controlada e com saúde. Uma gestação múltipla é considerada de alto risco. Além de exigir consultas e exames frequentes, 60% das gestações não chegam até o final, o que implica em todas as consequências de prematuridade. Há risco, inclusive, de o gêmeo mais frágil não sobreviver”.
A médica também chama atenção para os riscos relacionados à gestante. “Para a mãe, aumenta o risco de anemia, podem ocorrer vômitos exacerbados no período da gestação, diabetes gestacional e pré-eclâmpsia. Cientes disso, também acontece de algumas pacientes bem-informadas solicitarem a transferência de apenas um embrião para não correr risco de ter gêmeos. Mas ainda são muito poucas. A maioria já chega dizendo que acha lindo o carinho duplo de bebês”.
De acordo com a Dra. Suely Resende, o Fertility Medical Group está desenvolvendo em seus laboratórios uma técnica que busca reunir quantidade suficiente de embriões para eleger aqueles no mais perfeito estado. Apesar de ainda estar em fase de testes, a utilização na rotina laboratorial deve ocorrer muito em breve.

Fonte e mais informações em (www.fertility.com.br).

Mosquito da dengue pode sobreviver a todas as estações do ano

Foram coletados os ovos, pupas e larvas do animal em seis áreas distintas.

Uma pesquisa do Instituto Butantan, um dos maiores centros de pesquisa biomédicas do mundo, constatou que o mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, possui patrimônio genético muito grande e variável mesmo no inverno, época de baixa incidência do inseto. O estudo foi desenvolvido no bairro do Butantã durante 14 meses – de abril de 2011 a maio de 2012 –, e acompanhou a evolução do mosquito da dengue durante cinco estações climáticas, com o objetivo de compreender a evolução do animal e, possivelmente, auxiliar nos mecanismos de controle.
Por meio de armadilhas, foram coletados os ovos, pupas e larvas do animal em seis áreas distintas. O estudo utilizou o total de 150 fêmeas para o seu desenvolvimento e avaliou as variações genética e morfológica do mosquito, além de ter levado em consideração as questões demográficas de dispersão e evolutivas destes insetos em áreas urbanas. O resultado mostrou modificações maiores do que o normalmente esperado em uma espécie exótica em tão curto prazo, e demonstrou que o mosquito sofre também alterações de tamanho e formato da asa, segundo cada estação do ano, o que indica a sua rápida variação evolutiva.
“Percebemos que o patrimônio genético do mosquito é bem rico e dinâmico, ou seja, a espécie tem grande potencial para sofrer alterações. Isso sugere que eles são muito versáteis em explorar novos ambientes e, possivelmente, contornar as nossas tentativas de eliminá-los”, destaca Lincoln Suesdek, pesquisador do Laboratório de Parasitologia do Instituto Butantan e coordenador da pesquisa. “Esta descoberta aponta que o cuidado com o mosquito, principalmente em São Paulo, deve ser redobrado em todas as épocas do ano. Isso reafirma a importância do envolvimento da população urbana para evitar a proliferação do mosquito”, explica Suesdek (SES).

Bolívia vai instalar usina de pesquisa nuclear

O anúnciou foi feito pelo presidente do país, Evo Morales.

A Bolívia vai instalar nos próximos quatro anos uma usina de pesquisa nuclear com tecnologia russa e suporte argentino e francês, para desenvolver energia atômica com fins pacíficos. O anúnciou foi feito pelo presidente do país, Evo Morales. Esse complexo, com custo estimado em US$ 300 milhões, contará com uma instalação de cíclotron-radiofarmácia, um centro multiuso de radiação gama e um reator de investigação, sem apresentar “qualquer risco para os habitantes ou para a natureza da região”, disse o líder boliviano.
Devido a críticas da oposição, o projeto, previsto inicialmente para ficar nos subúrbios de La Paz, teve de ser relocado para um terreno situado na cidade de El Alto, a cerca de dez km da capital. A Bolívia e a agência federal russa Rosatom assinaram um importante acordo para desenvolver energia nuclear para fins pacíficos. Segundo o governo de Morales, o centro vai permitir ao país diversificar a produção energética, impulsionar a indústria tecnológica e ainda promover a segurança alimentar e os recursos de saúde na Bolívia.
Além da Rússia, a Bolívia também assinou acordos para o projeto com Argentina e França, por meio da Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea), que dará apoio para a implementação das normas de segurança exigidas internacionalmente (Ag. Sputinik Brasil).

FUNDO VERDE FINANCIA PROJETOS EM PAÍSES EMERGENTES

O Fundo Verde para o clima da Organização das Nações Unidas anunciou o financiamento de oito projetos para ajudar os países do sul na luta contra o aquecimento global, a três semanas da Conferência do Clima das Nações Unidas (COP 21), em Paris. Os países emergentes, juntos pela primeira vez para um futuro acordo climático a ser concluído em Paris, esperam um apoio financeiro dos países ricos, para lidarem com as consequências do aquecimento global, um ponto-chave nas negociações.
O financiamento é um assunto polêmico para os países ricos e emergentes, que negociam um acordo global sobre a redução da emissão de gases de efeito de estufa. Em comunicado, o Fundo Verde informou ter aprovado 155 milhões de euros para oito projetos em países como o Peru, Malaui, Senegal, Bangladesh, Fiji e Maldivas, bem com um outro que ainda não foi revelado.
“O fundo está a funcionando efetivamente, estou confiante que os financiamentos vão aumentar e servir para projetos muito maiores num futuro próximo”, disse o co-presidente do conselho Henrik Harboe. Os países emergentes esperam que os países ricos demonstrem como pretendem cumprir a promessa feita em 2009 de mobilizar 92 bilhões de euros por ano para financiar as políticas do clima a partir de 2020. “A aprovação destes primeiros projetos é uma etapa importante”, disse responsável (Ag. Lusa).

Jogador do Goianésia é surpresa
do prêmio Puskás

Wendell Lira, do Goianésia, no prêmio Puskás.

Com estrelas do nível de Lionel Messi e Carlos Tevez e desconhecidos como Wendell Lira, do pequeno Goianésia, clube do interior de Goiás, a Fifa divulgou os 10 concorrentes ao prêmio Puskás, que homenageia o gol mais bonito do ano. As pinturas foram escolhidas entre tentos marcados no período de 27 de setembro de 2014 e 23 de setembro de 2015. O público pode votar no mais belo de todos no próprio site da entidade máxima do futebol mundial, e a lista será reduzida a apenas três no próximo dia 30. Desse trio sairá o vencedor da honraria, que será conhecido em 11 de janeiro do ano que vem, na cerimônia da Bola de Ouro.
Além dos três já citados, a relação inclui o lateral-direito da Roma Alessandro Florenzi, que encobriu o goleiro do Barcelona Ter Stegen com um chute do meio-campo em uma partida pela Liga dos Campeões da Europa. O futebol italiano também estará representado pelo zagueiro do Milan Philippe Mexès. A lista ainda conta com David Ball (Fleetwood Town), Gonzalo Castro (Real Sociedad), Marcel Ndjeng (Paderborn), Esteban Ramírez (Herediano, da Costa Rica) e a representante feminina deste ano, Carli Lloyd, da seleção dos Estados Unidos e do Houston Dash (ANSA).

 
 
 
 
 
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