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Conferência internacional da OIT discute futuro do trabalho

No ano em que comemora 100 anos de sua criação, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) realiza sua 108ª conferência, em Genebra.

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Oportunidade para que representantes dos Estados-Membros discutam os futuros desafios do trabalho. Foto: Andrew Biraj/Reuters

A expectativa da entidade é reunir mais de 5 mil participantes credenciados em todo o mundo até o próximo dia 21. Promovida anualmente pela agência multilateral da ONU, a Conferência é uma oportunidade de representantes dos Estados-Membros discutirem os futuros desafios do trabalho, tentando antecipar problemas e encontrar soluções.

Cada Estado-Membro é representado por dois delegados do governo, um delegado de empregadores e um de trabalhadores, além dos respectivos assessores. Os delegados de empregadores e trabalhadores são nomeados pelas organizações nacionais mais representativas e têm direito a voto. Membros de organizações internacionais e ongs também podem participar como observadores do evento, não tendo direito à fala ou a voto.

A delegação brasileira contará com representantes da Secretaria do Trabalho do Ministério da Economia e do Itamaraty; de todas as centrais sindicais de trabalhadores e de confederações de empregadores. A comitiva governamental será chefiada pelo secretário de Trabalho, Bruno Dalcolmo. A empresarial será coordenada pela Confederação Nacional do Sistema Financeiro (CNF), e a dos sindicatos de trabalhadores, pela Força Sindical.

Considerado um fórum onde questões sociais e trabalhistas de importância para o mundo inteiro são debatidas, a conferência é um espaço para a proposição da elaboração e adoção de normas internacionais de trabalho. Seus membros também supervisionam a implementação de convenções e recomendações em nível nacional e vota resoluções que fornecem orientação para a política geral e atividades futuras da OIT (ABr).

Detran explica transporte de bebês em veículos de aluguel

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Os pais devem transportar as crianças nos dispositivos adequados que garantem maior segurança. Foto: Arquivo/ABr

Agência Brasil

Para garantir a segurança dos pequenos, o transporte de bebês e de crianças até 7 anos e meio deve ser feito em bebê conforto, cadeirinha ou assento de elevação. E sempre no banco de trás. Com o uso recorrente de aplicativos como Uber, surge entre os pais a dúvida: a regra vale também para esse tipo de transporte? O diretor de Educação deTrânsito do Detran-DF, Marcelo Granja, explica que o previsto em lei é que veículos de aluguel e de transporte coletivo estão livres de seguir essa regra.

“Táxi e Uber hoje não precisam usar os equipamentos de segurança. Esses veículos de aluguel e ônibus de transporte coletivo não precisam ter essas adaptações”. Apesar de não haver a obrigatoriedade na lei, os pais devem sempre dar preferência a transportar as crianças nos dispositivos adequados que garantem maior segurança. “Até 1 ano, o bebê tem uma fragilidade muito grande, não consegue sentar. Os dados indicam o risco de um bebê estar no colo dos pais e em situações de frenagem poderem ser arremessados”, diz Marcelo.

Nos demais veículos, é obrigatório usar os equipamentos de segurança até os 7 anos e meio. A partir daí, até os 10 anos, a criança já pode usar apenas o cinto de segurança, mas continua sendo transportada no banco de trás. Após os 10 anos, pode passar para o banco dianteiro.
Dados da organização 'Criança Segura' mostram que, quando usados de forma adequada, os dispositivos de segurança reduzem em até 71% o risco de morte em caso de colisão.

A Organização Mundial da Saúde cita a falta do uso dos dispositivos de retenção para crianças entre os três principais fatores de risco para acidentes de trânsito para essa faixa etária. Os outros são velocidade e distrações.

Ferrari recorre de punição contra Vettel no Canadá

A Ferrari entrou com um recurso contra a punição que tirou a vitória de Sebastian Vettel no Grande Prêmio do Canadá, no último domingo (9).
Os comissários de prova acrescentaram cinco segundos ao tempo de corrida do alemão por ele ter espremido Lewis Hamilton ao retornar à pista após uma escapada na grama. Com isso, o britânico ficou com o primeiro lugar, à frente de Vettel.

"Acho que ele não poderia ter feito nada de diferente do que fez, por isso decidimos apelar contra a decisão", disse o chefe de equipe da Ferrari, Mattia Binotto. A punição enfureceu o tetracampeão mundial, que não queria sequer subir ao pódio.

"Estou irritado, porque hoje a Mercedes tinha um ritmo de corrida mais rápido, mas nós cruzamos a linha de chegada em primeiro", disse o alemão no último domingo. "Eu estava saindo da grama, e os pneus estavam sujos, queria apenas manter o carro na pista, não podia ter feito outra coisa", acrescentou. O público também não gostou da punição e chegou a vaiar Hamilton no pódio (ANSA).

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