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Porto de Paranaguá realiza o maior embarque de granel da história

O navio chinês Lan Hua Hai chegou na noite da última segunda-feira (27) no porto paranaense e recebeu 90 mil toneladas de farelo de soja -  o equivalente a mais de 2,5 mil carretas carregadas.

Porto temproario

O navio chinês Lan Hua Hai recebeu 90 mil toneladas de farelo de soja - o equivalente a mais de 2,5 mil carretas carregadas. Foto: Gerd Frick/Marine Traffic

Com 254 metros de comprimento e 43 metros de boca (largura), este é o maior navio graneleiro já recebido no Corredor de Exportação, com tamanho superior a dois campos de futebol, como o do Estádio do Maracanã.
Em média, os navios que chegam para carregar granéis sólidos medem entre 199 e 229 metros de comprimento. E recebem pouco mais de 60 mil toneladas de carga (soja, milho ou farelo) por escala.

“A escolha de Paranaguá para uma movimentação deste porte comprova que temos capacidade e agilidade de escoamento. Não se trata apenas de receber o navio e ter estrutura de cais, mas também toda a parte de armazéns, esteiras de transporte, chegada organizada dos caminhões e qualidade na classificação dos produtos”, destaca o presidente dos Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

A opção pelos Portos do Paraná leva em conta, também, o modelo do Corredor de Exportação. O sistema em pool, único no Brasil, permite que um mesmo navio receba mercadorias de diferentes produtores. A carga que vai encher os sete porões do Lan Hua Hai sairá de quatro terminais: Cotriguaçu, Coamo, Cargill e do Silo Público. O farelo brasileiro terá como destino a Holanda e foi comprado de empresas e cooperativas de produtores como a Cargill, ADM, Coamo, Cocamar, Agrária e Comigo.

Para o gerente da Cargill em Paranaguá, André Maragliano, as atuais regras de atracação do Porto de Paranaguá, principalmente para o farelo, fazem com que os exportadores consigam prioridade na atracação e essa seria uma das vantagens de realizar esta operação no terminal paranaense. Outro ponto positivo, segundo ele, é conseguir atender, em uma única escala, um lote que em um navio comum (Panamax) seria preciso fazer pelo menos duas escalas para atender o volume. “Isso também reduz custo e atende as necessidades do comprador”, conclui (AI/APPA).

‘O Traidor’ recebe 11 indicações para prêmio de cinema na Itália

O Traidor temproario

Filme de Marco Bellocchio narra a história de Tommaso Buscetta. Foto: EPA

O filme "O Traidor", dirigido por Marco Bellocchio e fruto de uma coprodução entre Itália e Brasil, obteve 11 indicações para o "Nastri d'Argento", premiação de cinema anual entregue pela associação dos críticos cinematográficos da Itália. Entre as categorias que o longa disputará estão: Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Ator.

O elenco da produção conta com os atores Pierfrancesco Favino, Maria Fernanda Cândido e Luigi Lo Cascio. O filme lidera o ranking dos títulos que concorrem ao prêmio organizado pelo Sindicato Nacional dos Jornalistas de Cinema Italianos. Os vencedores serão anunciados no próximo dia 29 de junho.

"O Traidor" narra a história do mafioso Tommaso Buscetta (Favino), primeiro grande delator da Cosa Nostra e que teve sua vida intimamente ligada ao Brasil, de onde foi extraditado duas vezes. Buscetta (1928-2000) foi chefe do clã Porta Nuova e fugiu para o país sul-americano para escapar da guerra deflagrada pelos Corleone pelo controle da máfia na Sicília.

Somente em sua segunda extradição, ele decidiu colaborar com a Justiça, convencido pela sua terceira esposa, Maria Cristina de Almeida Guimarães (Cândido). Além de "O Traidor", outros filmes de destaque são o "Il primo re", de Matteo Rovere, "La paranza dei bambini", de Claudio Giovannesi e "Il vizio della speranza", de Edoardo De Angelis, com oito indicações cada (ANSA).

Paris quer batizar praça com nome da princesa Diana

A Câmara Municipal de Paris pretende homenagear a princesa Diana, batizando com seu nome uma pequena praça localizada perto da ponte de l'Alma, onde ela morreu em um acidente de carro no dia 31 de agosto de 1997.

Segundo as autoridades francesas, renomear o trecho será uma forma de reconhecer a princesa como "uma das mulheres mais famosas do mundo" e uma "figura emblemática para as causas humanitárias". No local já existe um monumento com uma tocha dourada - uma réplica da que está no topo da Estátua da Liberdade -, que se tornou um lugar para recordar a memória de Diana. Lá, muitas pessoas deixam mensagens para a mãe dos príncipes William e Harry.

De acordo com a Câmara de Paris, atualmente, a praça chama-se Maria Callas, uma homenagem a cantora de ópera. No entanto, ela já possui uma avenida com seu nome e, por isso, surgiu a ideia de rebatizar o local. Diana foi uma das mulheres mais populares do mundo, tendo se tornado um ícone da moda e da elegância. Ela morreu aos 36 anos junto com Dodi al Fayed, seu então namorado, e o motorista Henri Paul durante um acidente de carro (ANSA).

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