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Mais de 200 cidades europeias se unem pelo clima

Prefeitos de cidades europeias, incluindo Londres, Amsterdã e Paris, apelam a países-membros da União Europeia (UE) a implementar estratégia para que balanço das emissões de CO2 seja zero até 2050.

Mais temproario

A meta da UE é reduzir suas emissões de gases do efeito estufa em 40% até o ano de 2030. Foto: Lukas Barth/EFE

Em carta aberta, 210 prefeitos pediram aos chefes de governo e de Estado da UE, ontem (7), que elaborem e coloquem em prática uma estratégia climática de longo prazo, durante a reunião de cúpula amanhã (9) em Sibiu, na Romênia.

A carta foi assinada pelos prefeitos de Paris, Londres, Estocolmo, Amsterdã, Oslo, Milão, Atenas e Stuttgart, entre outras cidades da Europa. Segundo eles, a meta final dessa estratégia deve ser uma atividade econômica que, a partir de 2050, alcance a neutralidade climática, ou o balanço zerado de emissões de CO2. "A Europa deve se tornar uma líder mundial na questão climática. As gerações futuras não vão nos perdoar se não agirmos enquanto ainda tivermos tempos", afirmou a prefeita da Paris, Anne Hidalgo.

A meta atual da UE é reduzir suas emissões de gases do efeito estufa em 40% até o ano de 2030, na comparação com 1990. Em 2020, a UE pretende definir sua estratégia climática até meados do atual século, dentro do que está previsto no Acordo de Paris. Centenas de ONGs também convocaram os líderes a agir contra as mudanças climáticas.
"Lançamos um sinal de alerta em prol do clima para todos os atuais e futuros políticos europeus", disse o diretor do Climate Action Network Europe, Wendel Trio.

O presidente da Comissão das Conferências Episcopais da EU (Comece), o arcebispo de Luxemburgo, Jean-Claude Hollerich, também apoia a iniciativa. "Peço ao futuro Parlamento Europeu, à Comissão Europeia e aos países-membros que adotem medidas urgentes contra as mudanças climáticas", afirmou. Ele disse ser importante que a transição para uma sociedade de emissões zero seja justa. Para que as pessoas mais pobres também sejam beneficiadas, é necessária a adoção de medidas sociais e de respeito aos direitos humanos (Deutsche Welle/ABr).

Enem 2019 registra mais de um milhão de inscritos no primeiro dia

Enem temproario

As provas serão aplicadas em dois domingos, 3 e 10 de novembro. Foto: EBC/ABr

Mais de um milhão de pessoas se inscreveram para as provas do Enem de 2019 no primeiro dia de inscrições, iniciadas na última segunda-feira(6) e que vão até o próximo dia 17, pela internet. As provas do Enem serão aplicadas em dois domingos, 3 e 10 de novembro. A taxa de inscrição para o Enem é de R$ 85 e deve ser paga até o dia 23 de maio.

A taxa de inscrição para o Enem é de R$ 85 e deve ser paga até o dia 23. O participante terá até o próximo dia 17 para atualizar dados de contato, escolher outro município de provas, mudar a opção de língua estrangeira e alterar atendimento especializado e/ou específico. Após esse prazo, não serão mais permitidas mudanças. O que precisar de atendimento especializado e específico deve fazer a solicitação durante a inscrição.

Quem já concluiu o ensino médio ou vai concluir este ano pode usar as notas do Enem, por exemplo, para se inscrever em programas de acesso à educação superior como o Sisu e o ProUni ou de financiamento estudantil. A prova também pode ser feita pelos chamados treineiros – estudantes que vão concluir o ensino médio depois de 2019. Neste caso, os resultados servem somente para autoavaliação, sem possibilidade de o estudante concorrer efetivamente às vagas na educação superior ou para bolsas de estudo.

Para reforçar o conhecimento dos candidatos, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) oferece várias estratégias gratuitas, como o Questão Enem, no qual os estudantes têm acesso a um atualizado banco de dados que reúne provas de 2009 até 2018. O site (http://questoesenem.ebc.com.br/) permite a resolução das questões online, com o recebimento do gabarito.

Myanmar solta jornalistas detidos há 511 dias

Os dois jornalistas da agência de notícias Reuters que estavam detido há 511 dias em Myanmar foram soltos ontem (7). Wa Lone, de 33 anos, e Kyaw Soe Oo, de 29 anos, tinham sido condenados a sete anos de prisão por revelarem documentos e segredos de Estado durante uma reportagem sobre o massacre da minoria muçulmana rohingya. Eles sempre negaram as acusações e alegaram que foram vítimas de uma armadilha.

De acordo com os jornalistas, esses documentos foram entregues para eles justamente para incriminá-los. Presos desde 2017, partilharam com os seus colegas da Reuters, no início de abril, o Prêmio Pulitzer de reportagem internacional, uma das maiores distinções do jornalismo. A dupla foi libertada depois do presidente de Myanmar (antiga Birmânia), Win Myint, ter concedido perdão a 6.520 presos.

"Estamos contentes que Wa Lone e Kyaw Soe Oo, dois jornalistas da Reuters em Myanmar, tenham recebido a graça. Agora estão livres e podem se reunir com suas famílias, além de retomar seus trabalhos fundamentais", afirmou, em uma nota, o serviço de ação externa da União Europeia (Eeas). "A UE continuará defendendo a liberdade e a pluralidade dos veículos de mídia, pilastras fundamentais da democracia em todo o mundo, e continuará colaborando com as autoridades de Myanmar para apoiar a democracia no país", destacou o comunicado (ANSA).

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