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Governo federal lança programa Ciência na Escola

Os ministérios da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) lançaram o programa Ciência na Escola.

Governo temproario

Serão disponibilizados R$ 100 milhões para instituições apresentarem projetos visando estimular essa temática nos bancos escolares. Foto: Valter Campanato/ABr

O objetivo da iniciativa é qualificar o ensino de temas relacionados à disciplina em escolas públicas, nos ensinos fundamental e médio. Serão disponibilizados R$ 100 milhões para instituições apresentarem projetos visando a estimular essa temática nos bancos escolares.

Poderão concorrer a esses recursos redes de instituições que envolvam escolas, universidades, centros de ciência e espaços de desenvolvimento científico e inovação. As verbas serão distribuídas em diferentes escalas de projetos, como estadual (R$ 4 milhões), interestadual (R$ 10 milhões) e regional (R$ 20 milhões). Os ministérios anunciaram outros projetos dentro do programa. As pastas vão ampliar a Olimpíada Nacional de Ciências, atualmente uma iniciativa do MCTIC em parceria com a Universidade Federal do Piauí.

O investimento previsto é de R$ 1 milhão. A meta é ampliar o escopo da competição e chegar a 1 milhão de alunos de diferentes estados.
Entre as medidas está prevista também uma chamada pública para destinar recursos a pesquisadores com estudos relacionados ao tema, com foco no ensino de matérias dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio. O Objetivo é disseminar a prática científica e aproximar universidades, instituições científicas e tecnológicas e escolas públicas.

Os ministérios vão implementar uma plataforma que ganhou o nome de “Ciência é 10”, voltada à qualificação de professores em assuntos vinculados à área. Professores poderão fazer especialização a distância em ensino de ciências. Em sua conta no Twitter, o presidente Jair Bolsonaro postou uma mensagem sobre o programa. Segundo ele, um dos objetivos é estimular a formação de jovens em "áreas esquecidas" (ABr).

Mundo produz 50 milhões de toneladas de e-lixo ao ano

Mundo temproario

De acordo com a OIT, somente 20% do lixo eletrônico é reciclado. Foto: ANSA

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) das Nações Unidas fez um alerta para o rápido crescimento de lixo eletrônico no mundo, que produz cerca de 50 milhões de toneladas do chamado "e-lixo" por ano. Durante encontro realizado na última semana em Genebra, representantes de governos e organizações sindicais concordaram que as nações devem "aumentar e promover investimento em infraestrutura de gerenciamento de resíduos e sistemas em todos os níveis".

Além disso, ainda foi confirmada a necessidade de proteger as pessoas que trabalham com o lixo eletrônico, considerado tóxico e perigoso, que provoca danos aos trabalhadores e também ao meio ambiente. De acordo com a OIT, hoje somente 20% do e-lixo é reciclado formalmente, embora o valor esteja avaliado em torno de US$62 bilhões.

O objetivo do apelo por ações urgentes para gerenciar de forma mais adequada o "tsunami tóxico" de elétricos e eletrônicos é de que os resíduos possam ser transformados em uma fonte valiosa de trabalho decente. Segundo o estudo uma "Nova Visão Circular para Eletrônicos - Hora de um Reinício Global", publicado em janeiro e divulgado pela ONU, o Brasil é um dos 11 principais destinos do mundo de materiais eletrônicos descartados.

Nos Estados Unidos e no Canadá, cada pessoa produz cerca de 20 quilos de lixo eletrônico por ano, enquanto que na Europa, a quantidade é de 17,7kg. Já na África o número, em média, é de 1,9 kg de lixo eletrônico (ANSA).

Nova acusação contra Ghosn

Promotores japoneses apresentaram ontem (22) uma nova denúncia contra o executivo brasileiro Carlos Ghosn, ex-presidente da Renault e da Nissan. Trata-se da quarta acusação formal contra Ghosn, elaborada pela Promotoria de Tóquio. Desta vez, a denúncia aborda pagamentos feitos por uma subsidiária da Nissan a uma empresa privada que seria controlada pelo brasileiro, com sede em Omã. A manobra teria gerado um prejuízo de US$ 5 milhões.

A acusação foi apresentada no mesmo dia em que expiraria a prisão preventiva de Ghosn, que está preso desde o dia 4. O brasileiro foi detido a primeira vez em novembro de 2018, após denúncias de crimes financeiros. Ele foi solto sob fiança em março e ficou em Tóquio à espera de um julgamento. Um mês depois, porém, Ghosn voltou para a prisão devido a um novo pedido apresentado por procuradores.

O executivo brasileiro, de 65 anos, nega todas as acusações. O advogado Junichiro Hironaka, que defende Ghosn, anunciou que voltará a pedir a liberdade sob fiança (ANSA).

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