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Eduardo Bolsonaro defende 'uso da força' contra Maduro

O deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, disse na sexta-feira (22) que, "de alguma maneira", será necessário o "uso da força" para derrubar o regime de Nicolás Maduro na Venezuela. A declaração foi dada ao jornal La Tercera, do Chile, em meio à visita oficial de Bolsonaro ao país andino.

Eduardo temproario

Deputado é figura influente na política externa de seu pai. Foto: ANSA

"Ninguém quer uma guerra, a guerra é ruim, se perde muitas vidas, há efeitos colaterais, mas Maduro não vai sair do poder de maneira pacífica", afirmou Eduardo, que é presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara e figura influente na política externa do governo.
"De alguma maneira, em alguma medida, em algum momento, será necessário o uso da força, porque Maduro é um criminoso", acrescentou.

O deputado ainda repetiu as palavras do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que "todas as opções estão na mesa" para solucionar a crise. Durante reunião na Casa Branca, tanto Trump quanto Bolsonaro não descartaram a hipótese de uma ação militar contra Maduro, embora o presidente do Brasil tenha defendido levar a diplomacia até as últimas consequências.

A visita de Bolsonaro é motivo de polêmica no Chile, já que os presidentes da Câmara e do Senado, ambos de esquerda, decidiram boicotar um almoço oferecido pelo chefe de Estado do país, o conservador Sebastián Piñera. Também estão previstas para sexta e sábado manifestações contra o capitão reformado (ANSA).

Viena é eleita a cidade com melhor qualidade de vida

Viena temproario

Viena: melhor qualidade de vida. Foto|: ANSA

A capital da Áustria, Viena, foi eleita pelo 10º ano consecutivo como a cidade com a melhor qualidade de vida, de acordo com um ranking elaborado pela empresa de consultoria Mercer. Segundo a Mercer, Viena ficou novamente na liderança do ranking por sua rica tradição cultural, pelo seu ótimo sistema de saúde e as baixas taxas de criminalidade e de densidade populacional.

Na tabela, Zurique, na Suíça, ficou em segundo. Depois vieram Vancouver, no Canadá, Munique, na Alemanha, e Auckland, na Nova Zelândia, que ficaram em terceiro lugar. Na Itália, apenas Roma e Milão foram estudadas pela empresa. A capital lombarda ficou na 41ª colocação, superando Nova York, nos Estados Unidos, e Barcelona, na Espanha.

A capital italiana, por sua vez, apareceu na 56ª posição, terminando na frente de Osaka (58º), no Japão, Los Angeles (66º), nos Estados Unidos, e Praga (69º), na República Tcheca. No ranking, que conta com 231 cidades, as três piores foram Bagdá, no Iraque, em último lugar, seguida por Bangui, na República Centro-Africana, e Saná, capital do Iêmen.

A cidade brasileira mais bem posicionada foi Brasília, que ficou na colocação número 107. A capital do país ficou atrás de Montevidéu (78º), no Uruguai, e Buenos Aires (91º), na Argentina. Caracas, na Venezuela, país que vive uma grande crise econômica, política e social, ficou na posição número 202. Em relação ao último ranking elaborado pela Mercer, a capital venezuelana desceu nove colocações (ANSA).

Governo reduz previsão de crescimento da economia

Agência Brasil

O governo espera que a economia apresente crescimento de 2,2%, neste ano. A previsão para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, está no Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, divulgado na sxta-feira (22) pelo Ministério da Economia. Na Lei Orçamentária deste ano, a previsão de crescimento do PIB era maior: 2,5%.

Também foi alterada a projeção para a inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que passou 4,2% na Lei Orçamentária para 3,8%, no relatório. O relatório, que orienta a execução do Orçamento, contém previsões para a economia, a receita e a despesa.

Dependendo dos números, o governo corta ou libera recursos para cumprir a meta de déficit primário e o teto de gastos federais. Neste primeiro relatório divulgado hoje, o governo bloqueou R$ 29,792 bilhões do orçamento. O mercado financeiro prevê que o PIB cresça 2,01%, neste ano, e a inflação fique em 3,89%.

Parte do fundo do pré-sal a estados e municípios

Agência Brasil

O governo federal estuda destinar parte dos recursos do fundo social do pré-sal para estados e municípios que equilibrarem as contas públicas, disse na sexta-feira (22) o secretário especial de Fazenda, do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Júnior. Atualmente, o fundo social, formado por royalties e participações especiais do governo, fica com a União.

Rodrigues Júnior não detalhou o percentual que será destinado aos estados e municípios. Ele explicou que a proposta precisa passar por aprovação de lei ordinária pelo Congresso. Rodrigues Júnior disse ainda que a equipe econômica está finalizando o projeto de ajuda aos estados que fizerem ajuste fiscal.

A ideia é que o Tesouro ofereça maior garantia nos empréstimos tomados pelos estados. Essa proposta também precisa passar pelo Congresso, com aprovação de lei complementar. “Temos prosseguido no diálogo com governadores, mas também com municípios. Estamos em vias de apresentar soluções”, disse o secretário.

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