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Quase 50% das famílias paulistanas estavam endividadas em janeiro

A proporção de famílias paulistanas endividadas teve leve alta em janeiro, ao passar de 48,7% em dezembro para 49,9% no primeiro mês de 2019 – elevação de 1,2 ponto porcentual (p.p.).

Quase temporrio

Atualmente, são 731,8 mil lares nessa condição de atraso. Foto: Money Times/Reprodução

Contudo, na comparação com o mesmo período do ano passado, houve queda de 3,4 p.p., quando o endividamento estava em 53,3%, o que significa que 120 mil famílias deixaram de estar endividadas e, agora, são 1,95 milhão de lares que permanecem com algum tipo de dívida. Os dados são da pesquisa realizada pela FecomercioSP.

A taxa de inadimplência seguiu a mesma tendência e apresentou leve alta de 1,2 ponto porcentual no comparativo mensal – de 17,5% para 18,7% de famílias que não conseguiram quitar a dívida até a data do vencimento. No contraponto anual, aumento de 0,9 ponto porcentual. Atualmente, são 731,8 mil lares nessa condição de atraso. O porcentual de famílias que dizem que não terão condições de pagar suas dívidas com atraso ficou praticamente estável, de 8,3% em dezembro para 8,2% em janeiro.

Contudo, se comparado ao mesmo período do ano passado, houve aumento na taxa em 1,2 ponto porcentual. Na cidade de São Paulo, são 322,7 mil famílias nessa situação. Em relação ao tempo de dívida em atraso, também houve alta na média, em dias, passando de 65,4 dias de janeiro do ano passado para 66,5 dias em janeiro de 2019. Entre os tipos de dívidas, a principal continua sendo o cartão de crédito, com 71% em janeiro, quase igual aos 70,6% de dezembro – mas abaixo dos 74,7% do mesmo mês do ano passado. Em seguida, os carnês, com 12,7%, seguidos por financiamento de carro (12%), financiamento de casa (11,2%) e crédito pessoal (10,2%).

Na segmentação por renda, para as famílias com renda abaixo de dez salários mínimos, a taxa aumentou de 52,3% em dezembro para 53% em janeiro, contudo, 4,4 p.p. abaixo do registrado em janeiro do ano
passado. Para o grupo com renda superior a dez salários, o endividamento também avançou de 38,2% em dezembro para 40,9% em janeiro. No contraponto anual, ficou praticamente estável.

Para a FecomercioSP, com a expectativa de crescimento da economia para este ano (em torno de 3%), a tendência é de que haja mais oportunidades no mercado de trabalho e mais confiança dos consumidores. Isso contribuirá para que as famílias tenham segurança ao contrair crédito, com mais poder de evitar o descontrole das contas e da inadimplência (AI/FecomercioSP).

Vacina italiana consegue reduzir reserva de HIV em 90%

Vacina temporrio

Pirâmide de Cestia, em Roma, foi iluminada no Dia de Combate à Aids, em 30 de novembro de 2018. Foto: ANSA

Uma vacina terapêutica desenvolvida na Itália conseguiu reduzir em 90% a "reserva" de vírus latente em pacientes contaminados com o HIV. O estudo, conduzido pelo Centro de Pesquisas contra a Aids do Instituto Superior de Saúde (ISS), órgão ligado ao governo italiano, foi publicado no periódico 'Frontiers in Immunology' e abre novas perspectivas para a cura da doença.

"Os resultados abrem perspectivas para uma terapia capaz de controlar o vírus mesmo depois da suspensão dos remédios antirretrovirais. De tal modo, surgem oportunidades preciosas para a gestão clínica em longo prazo das pessoas com HIV, reduzindo a toxicidade associada aos remédios, melhorando a aderência à terapia e a qualidade de vida", diz Barbara Ensoli, diretora do Centro de Pesquisas contra a Aids.

A vacina "Tat" foi aplicada em pacientes de oito hospitais italianos e reduziu o reservatório de HIV latente em 90% em um período de oito anos - o vírus latente, ou seja, que está inativo, não é afetado pelos medicamentos antirretrovirais. "A cura da Aids é uma prioridade absoluta da comunidade científica internacional", disse o ISS. Um estudo publicado em 2018 mostrou que a luta contra o HIV consumiu US$ 563 bilhões entre 2000 e 2015 (ANSA).

Manaus, Campinas e Brasília são eleitos os melhores aeroporto

Agência Brasil

Os aeroportos internacionais de Manaus, Viracopos e Brasília foram eleitos por passageiros os melhores terminais do Brasil, segundo pesquisa de satisfação realizada ao longo do ano passado e divulgada ontem (13) pela Secretaria de Aviação Civil. Manaus ficou também com o troféu de Controle Aduaneiro + Eficiente e de Controle Migratório + Eficiente. O aeroporto obteve a melhor média de satisfação geral do passageiro, com 4,53 pontos de um total máximo de 5 pontos.

Viracopos também ganhou o troféu de Raio-X + Eficiente e de Controle Migratório + Eficiente. O terminal, segundo a secretaria, levou a melhor em 19 dos 38 indicadores avaliados na pesquisa. O aeroporto obteve a maior média de satisfação geral do passageiro, com 4,8 pontos de um total máximo de 5 pontos. Já entre os terminais que processam mais de 15 milhões de passageiros, Brasília obteve 4,43 pontos de um total máximo de 5 pontos.

Na comparação entre os anos de 2017 e 2018, o terminal de Viracopos teve a maior nota de satisfação geral (4,71) entre os 20 aeroportos avaliados pela secretaria. O segundo melhor foi o de Curitiba, com a nota 4,70, seguido pelo de Confins, com 4,6, e que teve variação positiva de 3,3%. Já o aeroporto que mais evoluiu, em relação a si mesmo, foi Salvador (9,5%), passando de 3,88 em 2017 para 4,25 em 2018. Congonhas teve melhoria de 4,6% e Galeão, evoluiu 3,5%, no comparativo entre os dois anos.

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