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Atividades físicas e sociais protegem cérebro de danos do Alzheimer

Atividades físicas, sociais e de lazer praticadas por idosos e pacientes com doença de Alzheimer, podem ajudar a preservar funções cognitivas e a retardar a perda da memória, mostra novo estudo desenvolvido na USP e na Santa Casa de São Paulo.

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Atividades físicas e sociais praticadas por idosos e pacientes com Alzheimer, ajudam a retardar a perda da memória. Foto: Marcello Casal Jr/ABr

Os estímulos promovem mudanças morfológicas e funcionais no cérebro, que protegem o órgão de lesões que causam as perdas cognitivas. A descoberta foi feita por meio de um experimento com camudongos transgênicos, os quais foram alterados geneticamente para ter uma super expressão das placas senis no cérebro.

Essas placas são uma das características da doença de Alzheimer. Os animais foram separados em três grupos: os transgênicos que receberiam estímulos, os transgênicos que não receberiam e os animais-controle que não têm a doença. “Quando eles estavam um pouquinho mais velhos, por volta de 8 a 10 meses, colocamos parte desses animais em um ambiente enriquecido, que é uma caixa com vários brinquedos, e fomos trocando os brinquedos a cada dois dias”, explicou Tânia Viel, professora da ECA/USP e coordenadora do projeto.

O experimento durou quatro meses e, após esse período, eles foram submetidos à avaliação de atividade motora, por meio de sensores, e de memória espacial, com um teste chamado labirinto de Barnes. Os resultados mostram que os camudongos transgênicos que foram estimulados com os brinquedos tiveram uma redução de 24,5% no tempo para cumprir o teste do labirinto, na comparação com os animais que não estiveram no ambiente enriquecido.

Também foram analisados os cérebros dos camundongos. Ao verificar as amostras do tecido cerebral, os pesquisadores constataram que os animais transgênicos que passaram pelos estímulos apresentaram uma redução de 69,2% na densidade total de placas senis, em comparação com os que não foram estimulados. Além da diminuição das placas senis, eles tiveram aumento de uma proteína que ajuda a limpar essa placa. Trata-se do receptor SR-B1, que se expressa na célula micróglia.
O receptor faz com que essa célula se ligue às placas e ajude a removê-las. “Os animais-controle, sem a doença, tinham essa proteína que ajuda a limpar a placa, inclusive todo mundo produz essa proteína. Os animais com Alzheimer tiveram uma redução bem grande dessa proteína e os animais do ambiente enriquecido [que tiveram estímulos] estavam parecidos com os animais-controle”, explicou Viel. Para ela, como não se sabe qual ser humano desenvolverá a doença, quanto mais aumentar a estimulação na vida dele, melhor vai ser para a proteção do cérebro (ABr).

2018 foi o 4º ano mais quente da história, diz Nasa

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Estudo mostrou que a temperatura do planeta subiu 1 grau Celsius. Foto: ANSA

A Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) revelou que 2018 foi o quarto ano mais quente da história, desde que as medições das temperaturas globais começaram a ser realizadas, em 1880. As temperaturas globais do ano passado excederam a média registrada entre 1951 e 1980 em 0,83 graus Celsius, segundo informou os cientistas do Instituto Goddard de Estudos Espaciais (GISS).

O ano de 2018 só ficou atrás de 2016, 2017 e 2015. No total, os últimos cinco anos foram os mais quentes da era moderna. A Nasa também informou que 18 dos 19 anos mais quentes começaram a partir de 2001.
"2018 é mais um ano extremamente quente dentro de uma tendência de aquecimento global de longo prazo", disse Gavin Schmidt, diretor do
GISS.

Ainda de acordo com Schmidt, o aquecimento ganhou mais força pelo aumento das emissões de dióxido de carbono na atmosfera, além de outros gases produzidos pelos humanos. O estudo também revelou que a partir de 1880, a temperatura da superfície do planeta aumentou 1 grau Celsius. "Os impactos do aquecimento global de longo prazo já estão sendo sentidos - em inundações costeiras, ondas de calor, precipitação intensa e mudanças nos ecossistemas", informou Schmidt.

O especialista também lembrou que a perda de massa das geleiras na Groênlandia e na Antártida continuou a contribuir para o aumento do nível do mar. O relatório mostra que o aquecimento global não é mais um problema do futuro, mas algo que o mundo já enfrenta atualmente (ANSA).

Messi e CR7 se solidarizam com o Flamengo

Os craques Cristiano Ronaldo, da Juventus, e Lionel Messi, do Barcelona, lamentaram na sexta-feira (8), em suas redes sociais, a tragédia no Centro de Treinamento do Flamengo, o "Ninho do Urubú", localizado na zona oeste do Rio de Janeiro. Pelo menos 10 pessoas morreram e outras três ficaram feridas no incêndio, que começou na madrugada. O fogo atingiu um alojamento de atletas juvenis.

O atacante da Velha Senhora usou os stories do seu Instagram para lamentar o ocorrido. Cristiano Ronaldo afirmou estar "profundamente triste" e ofereceu os seus sentimentos para as famílias e as vítimas da tragédia no clube rubro-negro. Também pelos stories do Instagram, Messi afirmou que seus "pensamentos" estão com o Flamengo e "as famílias vítimas do incêndio".

Além deles, outros jogadores também se pronunciaram sobre o incidente, como o meio-campista Mesut Özil, o zagueiro Sergio Ramos e o goleiro Iker Casillas (ANSA).

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