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Brasil é o quinto país mais otimista com a economia

De 23º país mais otimista entre 35 economias no segundo trimestre de 2018, para a 5ª colocação no segundo semestre do mesmo ano, o Brasil se destaca no levantamento global International Business Report (IBR), elaborado pela Grant Thornton, ficando atrás da Irlanda, Finlândia, Nova Zelândia e Índia.

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O Brasil é um país que atrai olhares de investidores estrangeiros e com os planos do novo governo a confiança no país aumentou. Foto: Arquivo/ABr

O estudo global revela o grau de otimismo dos empresários com relação ao futuro dos negócios a partir da análise de diversos indicadores para os próximos 12 meses. Após uma reformulação, a última edição entrevistou aproximadamente cinco mil empresários, sendo 250 no Brasil.

Globalmente, 39% dos empresários entrevistados veem com otimismo os próximos 12 meses. No segundo trimestre de 2018, mais da metade dos entrevistados (54%) manifestavam esse tipo de confiança, uma queda de 15 pontos percentuais. Trata-se da menor pontuação global de otimismo registrada desde o quarto trimestre de 2016.

A queda no índice de otimismo global é impulsionada pela incerteza econômica, com um pico de 50%, um aumento de 22% em relação ao segundo trimestre de 2018. Esse aumento pode ser parcialmente atribuído a tensões geopolíticas como a guerra comercial entre EUA e a China. Apesar da desaceleração do crescimento do PIB para muitas economias avançadas, as emergentes Ásia Pacifica e a América Latina, em geral, vêm resistindo a essas incertezas.

Na América Latina, o Brasil e a Argentina se destacam com um aumento no otimismo, sendo na Argentina, passando de 8% para 27% e no Brasil, aumentando de 28% para 66%. Apesar das incertezas econômicas e a burocracia também serem apontadas com significativa elevação (63% e 66%, respectivamente), não foram suficientes para restringir o otimismo do empresariado brasileiro e as expectativas positivas de negócios.

“O Brasil é um país que atrai olhares de investidores estrangeiros e com os planos do novo governo a confiança no país aumentou. A partir da aprovação de reformas importantes e por meio de iniciativas de redução de custos da máquina pública, potenciais mudanças regulatórias, manutenção do combate à corrupção e perspectivas no aumento de concessões e privatizações, entre outros, levaram ao aumento do otimismo dos empresários potencializando a retomada de novos investimentos e transações de fusões e aquisições”. afirma Daniel Maranhão, managing partner da Grant Thornton Brasil.

Fonte e mais informações (www.grantthornton.com.br).

Papa apoia educação sexual nas escolas sem colonização ideológica

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Para Francisco, "se começam a dar uma educação sexual plena de colonização ideológica, destroem a pessoa". Foto: Vatican Media

O papa Francisco disse ontem (28) que o sexo não é um "monstro" e que é preciso ter aulas de educação sexual nas escolas. A declaração foi dada a jornalistas durante o voo que o levou de volta à Itália após uma viagem de cinco dias ao Panamá, onde presidiu a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de 2019.

"Nas escolas, é preciso oferecer educação sexual. O sexo é um dom de Deus, não um monstro. É um dom de Deus para amar", disse Francisco, ressaltando, porém, que a orientação deveria ser "livre de colonização ideológica", pois já viu "alguns livros sujos". "Mas tem que oferecer uma educação sexual objetiva, sem colonização
ideológica. Se começam a dar uma educação sexual plena de colonização ideológica, destroem a pessoa", comentou.

Segundo Francisco, a orientação sexual "deveria ajudar a emergir o melhor das pessoas". "O problema é o sistema: quais professores escolher para essa função e quais livros. Há coisas que maturam e há coisas que danificam", disse. "O ideal é que a educação sexual comece nas famílias, mas isso nem sempre é possível porque há muitas situações diferentes nas famílias. A escola supriria isso, porém, de qualquer maneira, fica um vácuo que acaba sendo preenchido por qualquer ideologia", alertou.

Na mesma entrevista, o argentino Jorge Mario Bergoglio também disse ser contrário à ideia de permitir que o celibato seja opcional aos sacerdotes católicos. "Eu não farei isso. Sou fechado? Talvez. Mas não penso em me colocar diante de Deus com essa decisão", comentou. Mas ele deu abertura para que o celibato seja opcional em áreas e países onde há falta de sacerdote. "Existe certa possibilidade onde há o problema pastoral por falta de sacerdote, como ilhas do Pacífico, mas os teólogos devem estudar a questão", afirmou (ANSA).

 
 
 

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