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47% dos consumidores devem passar o Réveillon com roupa nova

Após as festividades do Natal, as vitrines do comércio já se preparam para uma das principais tradições do consumidor brasileiro: passar a virada de ano com roupa nova.

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Para os supersticiosos, a cor da roupa também é um detalhe a ser levado em consideração. Foto: Gabriel de Paiva/Ag.O Globo

Um levantamento, feito em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), revela que quase metade (47%) dos brasileiros que vão comemorar o ano novo pretendem comprar alguma peça de roupa para festejar a chegada de 2019. Os gastos com essas compras e também com as comemorações do Réveillon, como viagens e ceia, deverão ser, em média, de R$ 290,96, embora 44% ainda não tenham se decidido a respeito de valores.

Para os supersticiosos, a cor da roupa também é um detalhe a ser levado em consideração. Em cada dez compradores, seis (61%) garantem que haverá uma cor predominante na roupa nova a ser usada na celebração de Ano-Novo, sendo que o tom preferido será o branco, com 59% de menções. O amarelo, que para muitos simboliza dinheiro, será opção de 12% dos entrevistados e o azul, que representa a serenidade e harmonia, é a escolha de outros 10%. Completam o ranking as cores dourado (5%), preto (4%) e vermelho (3%).

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a última semana do ano pode levar muitos brasileiros de volta às lojas e impulsionar o comércio com as compras de roupas e produtos para o Ano-Novo. “É o período em que muitos consumidores realizam a troca de presentes que não serviram ou que não gostaram, momento em que os varejistas aproveitam para atrair a atenção dos clientes para novas compras. Mesmo com a crise, o brasileiro sempre dá um jeito de manter viva a tradição de começar um novo ano vestindo uma peça diferente”.

O educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli, alerta que para não desequilibrar o orçamento, o consumidor deve estipular um valor que esteja dentro de sua capacidade financeira. “Comemorar o Ano-Novo vestindo uma peça diferente é um ritual importante para muitas pessoas porque simboliza o espírito de renovação, mas se não houver um planejamento, as finanças podem ficar prejudicadas”, orienta.

A pesquisa também mostra que 85% dos consumidores já decidiram onde pretendem comemorar a chegada de 2019. A maior parte deve passar o Réveillon na própria casa (29%), mas 23% planejam celebrar a ocasião na casa de familiares ou amigos e 14% pretendem viajar. “O setor de serviços ligado ao lazer também pode encontrar boas oportunidades para obter receita, já que pode oferecer pacotes e promoções em viagens de turismo, passeios e hospedagem para os consumidores que viajam”, afirma a economista Marcela Kawauti (CNDL/SPC Brasil).

Conselho Nacional de Justiça finaliza 804 julgamentos em 2018

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Presidente do CNJ, ministro Dias Toffoli. Foto: Fabio Rodrigues/ABr

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que tem como missão aprimorar o trabalho do Poder Judiciário, julgou, ao longo deste ano, 804 processos em 36 sessões. Segundo relatório divulgado ontem (27) pelo órgão, 447 processos (55,5%) passaram por apreciação em sessões ordinárias. Outros 106 casos compuseram a pauta de sessões extraordinárias e 251 de sessões virtuais. Os conselheiros reservam as sessões presenciais para os casos de maior complexidade, que exigem, em geral, mais debate.

Esse tipo de reunião permite, inclusive, que os advogados das partes interessadas façam sustentação oral para defender seu ponto de vista. De outro lado, as demandas que tenham menor possibilidade de produzir controvérsia entre os 15 conselheiros são decididas nas sessões virtuais, nas quais o grupo vota por meio de uma plataforma online. Segundo o levantamento, no primeiro trimestre de gestão do ministro Dias Toffoli, que assumiu o comando da instituição em 13 de setembro, foram examinados 223 processos (27,7%).

Entre setembro e dezembro, os conselheiros analisaram 66 processos em sessões presenciais, que acontecem quinzenalmente, e 157 casos em sessões virtuais. Ao todo, entraram em pauta de julgamento 316 casos. No período, houve 12 sessões de julgamento, das quais seis foram plenárias e seis virtuais. Houve 28 pedidos de vista regimental e 64 processos adiados ou retirados de pauta.

O CNJ esclarece, em nota, que no relatório não foram incluídos os processos julgados na 51ª Sessão Extraordinária, ocorrida no dia 18 de dezembro, no plenário do órgão. O órgão informa também que encerrou 2017 com um total de 24 sessões presenciais e 11 sessões virtuais. Naquele ano, foram julgados 372 processos, sendo 146 nas sessões presenciais e 226 nas virtuais (ABr).

 
 
 
 
 

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