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Ministério da Saúde faz alerta para vacinação em período de férias

O Ministério da Saúde faz um alerta aos viajantes neste fim de ano: manter a caderneta de vacinação atualizada é fundamental para ter uma viagem saudável e tranquila.

Ministerio temproario

Viajantes devem dar atenção especial às vacinas contra sarampo, hepatites A e B, e a febre amarela. Foto: Marcelo Camargo/ABr

Pelo menos 10 dias antes da viagem, o turista deve atualizar a caderneta de acordo com as orientações do Calendário Nacional de Vacinação. Segundo a pasta, viajantes devem dar atenção especial às vacinas contra sarampo, hepatites A e B, e a febre amarela. A pasta disponilibiliza uma seção com informações, sobre a saúde do viajante (http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/saude-do-viajante).

Uma das doenças de maior risco de transmissão no verão é a febre amarela, com registro em áreas com grande contingente populacional desde 2017. Atualmente, mais de 4 mil municípios são considerados áreas com recomendação de imunização. A vacina contra a febre amarela é ofertada gratuitamente no Calendário Nacional de Vacinação, e apenas uma dose é suficiente para a proteção por toda a vida.[link: ]

Outra vacina importante para quem for viajar é a contra o sarampo. Isso porque o Brasil enfrenta atualmente dois surtos da doença: no Amazonas, com 9.724 casos confirmados e, em Roraima, com 349. Também há registros de casos em São Paulo, no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, em Rondônia, Bahia, Pernambuco, no Pará, Distrito Federal e em Sergipe.

Outro alerta da pasta é direcionado aos turistas que necessitem de medicamentos de uso contínuo. O viajante não deve esquecer a prescrição médica e precisa levar a quantidade suficiente para o período em que estará fora de casa. Além disso, é importante esclarecer que o Ministério da Saúde recomenda o uso de repelentes como medida de proteção para quem não pode se vacinar, como as gestantes que não podem tomar a vacina contra a febre amarela (ABr).

Presidente do Inep pede continuidade na educação

Presidente temproario

Descontinuidade acarreta atraso para a educaçáo, diz a presidente do Inep, Maria Inês Fini. Foto: José Cruz/ABr

A presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Maria Inês Fini, fez um apelo ao novo governo para que mantenha as ações que foram iniciadas no setor da educação. “Espero que, mais uma vez, a gente não cometa o pecado da descontinuidade. Isso é deque acarreta atraso gigantesco para a educação do Brasil”.

Segundo Maria Inês, os programas e iniciativas educacionais têm que ser revistos. “Isso é direito e dever dos novos gestores do MEC”, enfatizou a educadora. O Brasil teve, em etapas diferentes de gestão, "excelentes projetos" que foram abandonados pelas gestões seguintes.
“Considero que estamos vivendo um momento privilegiado de transição e espero realmente que a única característica que vai garantir que o Brasil progrida seja respeitada: que é a continuidade”, afirmou, que fez as declarações em entresvista coletiva sobre os resultados do Conceito Preliminar de Cursos (CPC) e do Índice Geral de de Cursos Avaliados da Instituição (IGC).

Os índices medem, respectivamente, a qualidade dos cursos superiores e das instituições de ensino que ofertam esses cursos. Os resultados mostraram que 278 instituições de ensino superior tiveram desempenho abaixo da média de desempenho geral das instituições avaliadas em todo o país e que um a cada 10 cursos também obteve “conceitos baixos”. Tanto a educação básica, que corresponde à etapa escolar que vai do ensino infantil ao médio, quanto a educação superior, devem ter atenção especial dos novos gestores, uma vez que é a educação básica que forma os professores que trabalharão nas escolas que, por sua vez, formarão os estudantes que vão entrar nas universidades (ABr).

 
Defesa de Vaccari também pedirá soltura

Agência Brasil

A decisão do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), de mandar soltar presos condenados em segunda instância, poderá beneficiar também o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto. O advogado Luiz Flávio D’Urso disse que peticionou a soltura à Vara de Execuções Penais em Curitiba ontem (19).

“Essa decisão restabelece a ordem constitucional no país. Ela prestigia o que está previsto na Constituição e impacta em todos os casos, inclusive no caso do Vaccari, que não tem nenhuma decisão definitiva, razão pela qual nós vamos pedir que essa decisão seja estendida também para ele”, disse.

Vaccari está preso em Curitiba desde 2015 por três condenações envolvendo casos de corrupção. Em outros dois processos ele foi absolvido. O total da pena a ser cumprida é de 35 anos. “Ele está preso iniciando a execução provisória da sua pena que é não definitiva”, disse o advogado, referindo-se ao fato de que ainda cabe recurso.

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