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Trânsito mata mais de 1,3 milhão de pessoas todos os anos, diz OMS

Estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado na sexta-feira (7), mostra o aumento contínuo das mortes no trânsito.

Transito temporario

Grande parte das mortes no trânsito ocorre em estradas bem movimentadas. Foto: Valter Campanato/ABr

Pelos dados do relatório, mais de 1,35 milhão de pessoas perdem a vida todos os anos em decorrência de acidentes de trânsito. Os dados mais alarmantes estão na África. Para especialistas, os governos reduziram os esforços na busca por solução para o problema.

O Relatório da Situação Global da OMS sobre segurança no trânsito de 2018 destaca que as lesões causadas pelo trânsito são hoje a principal causa de morte de crianças e jovens entre 5 e 29 anos. O documento inclui informações sobre o aumento no número total de mortes e diz que as taxas de mortalidade da população mundial se estabilizaram nos últimos anos. "Essas mortes são um preço inaceitável a pagar pela mobilidade", disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Pelo relatório, o risco no trânsito é três vezes maior nos países de baixa renda do que nos países de alta renda. As taxas são mais elevadas em países da África e as mais baixas na Europa. Três regiões do mundo relataram um declínio nas taxas de mortalidade no trânsito: Américas, Europa e Pacífico Ocidental. Os pedestres e ciclistas são responsáveis por 26% de todas as mortes no trânsito, enquanto os motociclistas e passageiros por 28%. Apenas 40 países, representando 1 bilhão de pessoas, implementaram pelo menos 7 ou todos os 8 padrões de segurança de veículos das Nações Unidas.

Para o fundador e diretor da Bloomberg Philanthropies e embaixador global da OMS, Michael R Bloomberg, é preciso investir mais na educação do trânsito, na prevenção e atenção à segurança nas estradas e pistas. Segundo ele, é necessário adotar “políticas fortes” e fiscalização, repensar as estradas para que se tornem inteligentes e adotar campanhas de conscientização. "A segurança no trânsito é uma questão que não recebe nem perto da atenção que merece. [E] é realmente uma das nossas grandes oportunidades para salvar vidas em todo o mundo", ressaltou.

De acordo com o estudo, apesar do alerta, houve progressos, pois a legislação de forma geral foi aperfeiçoada, visando a redução de riscos, o excesso de velocidade e vetos à ingestão de bebida alcoólica antes da direção. Também há menção à obrigatoriedade quanto ao uso de cintos de segurança e capacetes (ABr).

Aos 41 anos, Falcão se despediu do futsal

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Falcão também conquistou quatro vezes o prêmio da Fifa de melhor jogador do mundo na modalidade. Foto: Rafael Hupsel/Folhapress

Considerado o maior jogador da história do futsal, o brasileiro Falcão se despediu das quadras na última quinta-feira (6), após a final da Liga Paulista entre sua equipe, o Sorocaba, e o Corinthians, que se sagrou campeão do torneio. Aos 41 anos, Falcão defendeu 11 clubes no futsal e conquistou dezenas de títulos.

Pela seleção brasileira, atuou em quase 260 jogos e anotou mais de 400 gols. Além disso, com a amarelinha, venceu duas Copas do Mundo, em 2008 e 2012. O astro do futsal mundial também conquistou quatro vezes o prêmio da Fifa de melhor jogador do mundo na modalidade (2004, 2006, 2011 e 2012). Falcão é mais conhecido pelas suas passagens pelo Jaraguá (SC) e pelo Orlândia Intelli (SP). Além disso, a estrela do futsal teve uma breve experiência no futebol de campo, em 2005, quando jogou pelo São Paulo.

Por ter perdido o primeiro jogo da final, Falcão encerraria a carreira com mais um título só se o Sorocaba vencesse a segunda partida e a prorrogação. No tempo normal, o time do interior paulista derrotou o Corinthians por 5 a 3, mas o alvinegro segurou o empate sem gols na prorrogação e faturou o caneco. Após o apito final, Falcão foi ovacionado e aplaudido de pé pela torcida no Ginásio Wlamir Marques (ANSA).

IGP-DI tem queda de preços em novembro

O Índice Geral de Preços–Disponibilidade Interna (IGP-DI), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou deflação (queda de preços) de 1,14% em novembro. A taxa é menor que a de outubro (inflação de 0,26%) e de novembro de 2017 (inflação de 0,8%). Com o resultado, o IGP-DI acumula inflação de 7,58% no ano e de 8,38% em 12 meses, segundo a FGV.
A queda do percentual de outubro para novembro foi puxada pelos três subíndices que compõem o IGP-DI. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, teve deflação de 1,7% em novembro, ante uma inflação de 0,17% em outubro. O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, acusou deflação de 0,17% em novembro. Em outubro, houve inflação de 0,48%. Já o Índice Nacional de Custo da Construção teve uma queda na taxa de inflação, ao passar de 0,35% em outubro para 0,13% em novembro (ABr).

 
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