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Chinês suspende pesquisa com bebês geneticamente alterados

O cientista chinês He Jiankui, que alega ter desenvolvido bebês resistentes ao vírus HIV, anunciou ontem (28) uma “pausa” em sua pesquisa, que é alvo de críticas na comunidade científica por suspeita de eugenia

Chines temporario

He Jiankui participa de congresso sobre genoma em Hong Kong. Foto: EPA

He diz ter criado uma técnica de engenharia genética que reescreve o DNA do embrião para permitir que ele seja resistente à Aids.
Gêmeas que teriam sido submetidas a esse procedimento vieram à luz no mês passado, e uma segunda gravidez está em curso. Durante um congresso sobre edição de genoma em Hong Kong, na China, o cientista disse que oito casais estavam envolvidos no experimento - outra mulher chegara a engravidar, mas sofreu um aborto espontâneo pouco depois -, porém acrescentou que decidiu “dar uma pausa” na pesquisa.
Segundo ele, todos os casais sabiam dos riscos inerentes à manipulação genética, mas decidiram implantar os embriões mesmo assim. He também admitiu que o experimento ocorreu fora da Southern University of Science and Technology, situada em Shenzhen e onde ele trabalhava até fevereiro passado.
O anúncio do nascimento dos gêmeas geneticamente modificadas suscitou protestos no mundo todo, inclusive na própria China, onde mais de 120 cientistas assinaram uma carta condenando a técnica e a chamando de “loucura”. A Comissão Nacional de Saúde abriu um inquérito para apurar o caso.
Apesar disso, He defendeu seu trabalho. “Se há tecnologia disponível, podemos ajudar as pessoas”, disse ele em Hong Kong. O gene modificado é o CCR5, usado pelo HIV para atacar o sistema imunológico (ANSA).

Menino mudo ‘invade’ palco durante missa do Papa

Menino temporario

“É argentino, indisciplinado”, brincou Francisco.  Foto: ANSA

Um menino mudo “invadiu” o palco onde o papa Francisco celebrava sua audiência geral semanal, na últimaquarta-feira (28), na Sala Paulo VI, no Vaticano. A criança deu um abraço no líder da Igreja Católica, mas logo sua mãe também subiu no palco para pegá-lo. Francisco, no entanto, pediu para ela deixar o menino ali, tanto que ele continuou circulando livremente.
“É argentino, indisciplinado”, brincou o Papa com o prefeito da Casa Pontifícia, Georg Gänswein, que estava a seu lado. Ao fim da catequese para os fiéis de língua espanhola, Jorge Bergoglio, em seu idioma materno, disse que o pequeno não sabe falar, mas “sabe se comunicar, sabe se expressar”.
“E tem uma coisa que me faz pensar: é livre, indisciplinadamente livre. E me induz a pensar: eu também sou livre desse jeito perante Deus? Quando Jesus diz que devemos nos comportar como crianças, nos diz que devemos ter a liberdade que tem um menino frente seu pai”, declarou, levantando aplausos do público (ANSA).

Decoração de Natal da Casa Branca vira piada na internet

A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, virou motivo de piada na internet por causa da decoração de Natal da Casa Branca para este ano. Pelo segundo ano consecutivo, a esposa de Donald Trump tem seus gostos criticados pelos internautas. Depois de ter planejado uma decoração sombria no ano passado, com árvores secas e brancas, a primeira-dama apostou neste Natal em dezenas de árvores na cor vermelho-sangue.
A foto de um corredor tomado por essas árvores é a que mais tem provocado comentários nas redes sociais. Os usuários associaram a imagem a filmes e séries de terror ou suspense, como “The Handmaid’s Tale”, na qual um atentado terrorista tira a vida do presidente norte-americano, e uma facção católica toma conta do país a fim de restaurar a paz.
O tema das decorações deste ano é “American Treasures” (Tesouros americanos, em tradução livre) e, segundo o gabinete da primeira-dama, a cor vermelha foi escolhida por ser uma extensão das listras do selo presidencial, para enfatizar a tradição do país, como símbolo de valor e bravura.
A Casa Branca festeja o Natal desde 1800, e as decorações foram usadas muitas vezes para mandar mensagens políticas ou contar sobre a identidade da família presidencial. A primeira a escolher um tema específico foi Jackie Kennedy, em 1961, quando se inspirou no ballet “O Quebra-Nozes” (ANSA).

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