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Japão propõe aumentar idade de aposentadoria para 70 anos

O governo do Japão quer aumentar a idade de aposentadoria de 65 para 70 anos como parte da sua estratégia para promover o crescimento econômico, segundo uma minuta governamental à qual teve acesso a agência de notícias “Kyodo”

Japao temproario

39 milhões de pessoas superarão os 65 anos no país asiático até 2040.  Foto: JapanToday

A proposta está em um relatório do comitê governamental responsável pela estratégia de crescimento, que também pede que as empresas revelem a proporção dos grupos de idade dos seus empregados para promover o emprego de trabalhadores de meia idade nas companhias, que tendem a contratar jovens recém graduados.
A expectativa é que as iniciativas sejam debatidas na próxima segunda-feira em reunião do conselho de política econômica e fiscal para que sirvam de base à criação de um plano de ação do governo do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, para modernizar o sistema de seguridade social. O Executivo planeja manter os 65 anos como idade mínima para começar a receber pensões públicas e introduzir uma nova opção que permita aos trabalhadores começar a recebê-las aos 70, detalhou a agência de notícias.
O governo japonês teria previsto apresentar o projeto sobre o limite da idade de aposentadoria em 2020 e estaria estudando promover diferentes estilos de trabalho, como jornadas de menos horas ou trabalho à distância. Além disso, pretende fomentar o emprego de pessoas de idade avançada através da concessão de subvenções e a criação de conselhos especiais em municípios e empresas. Cerca de 28% da população japonesa, ou 35,57 milhões de pessoas, tinha 65 ou mais anos em setembro, dos quais quase três quartos tinham ou superavam 70, segundo dados do Ministério do Interior e Comunicações japonês.
Especialistas calculam que 39 milhões de pessoas superarão os 65 anos no país asiático até 2040 (Agência EFE).

Presidente da Assembleia Geral da ONU quer mais apoio a imigrantes

Presidente temproario

Situação de imigrantes preocupa a ONU. Foto: Joebeth Terriquez/EFE

A presidente da Assembleia Geral da ONU, Maria Espinosa, defendeu um acordo para assegurar aos imigrantes os direitos salvaguardados. Preocupada com as decisões de determinados países em se retirar do pacto de migração global das Nações Unidas, ela fez a proposta.
“O pacto permite uma enorme flexibilidade para os países usarem as partes do pacto que podem ser adaptadas às suas decisões soberanas e estruturas legais existentes”, disse. “É um instrumento de cooperação”, acrescentou.
A reação ocorre no momento em que líderes europeus e norte-americanos estabelecem uma série de restrições ao ingresso de imigrantes nos seus territórios. Decisão que agrava a situação de vulnerabilidade daqueles que buscam escapar das condições impróprias em seus países e na tentativa de melhor qualidade de vida.
Maria Espinosa descreveu o Pacto Global para a migração como um acordo histórico que ajudará a garantir que os migrantes em todo o mundo tenham seus direitos salvaguardados e sejam tratados de forma justa.
O assunto deve ser tratado, em dezembro, durante conferência em Marrakesh, no Marrocos. Na ocasião serão discutidos os objetivos para tornar a migração segura, ordenada e regular; aborda as preocupações dos governos signatários e reforça a soberania nacional e as vulnerabilidades enfrentadas pelos migrantes. Maria Espinosa destacou que as decisões dos governos dos estados membros devem ser respeitadas. Ela também também destacou a importância da próxima Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, conhecida pela taquigrafia COP24, a ser realizada em Katowice, na Polônia, em dezembro.
Segundo a presidente da Assembleia Geral da ONU, a mudança climática é como uma “questão de sobrevivência”. A ação urgente no meio ambiente é uma de suas prioridades. Ressaltou que o mundo precisa avançar o mais rápido possível para uma economia verde, gerando tecnologias de baixo carbono, que produzirão milhares de empregos a mais. Uma mudança cultural nos padrões de produção e consumo é necessária se quisermos evitar que as temperaturas subam mais de 1,5º Celsius, finalizou (ABr).

Sentença de Lula sobre sítio em Atibaia fica para 2019

A juíza federal substituta Gabriela Hardt definiu os prazos para as manifestações das partes envolvidas no processo do sítio em Atibaia, que teria sido reformado com dinheiro oriundo de um esquema de corrupção que envolve o ex-presidente Lula e outros 12 réus. Defesa e acusação terão entre aos dias 30 de novembro e 7 de janeiro para apresentar as últimas considerações. Com isso, a sentença do caso ficará para 2019.
A fase de interrogatórios e a análise dos últimos pedidos da defesa foram encerrados na semana passada, sendo que o depoimento do ex-presidente Lula aconteceu no último dia 14. Esse foi o primeiro encontro do petista com a juíza Gabriela, que substitui ao ex-juiz federal Sérgio Moro, que pediu exoneração após ser indicado para ocupar o Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Lula é acusado de ter recebido cerca de R$ 1 milhão em vantagens indevidas envolvendo empreiteiras e a Petrobras. A procuradoria deverá apresentar suas alegações finais entre 30 de novembro e 10 de dezembro. Em seguida, a Petrobras terá entre os dias 11 e 12 de dezembro para se manifestar. Entre 13 de dezembro e 7 de janeiro, as defesas poderão apresentar considerações à juíza, que não tem prazo definido para chegar a uma decisão (ANSA).

Efeito estufa atinge nível recorde

A ONU alertou ontem (22) que os gases causadores do efeito estufa atingiram um novo recorde na atmosfera em 2017. Segundo dados da Organização Meteorológica Mundial (OMM), as concentrações médias de dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxido nitroso (N2O), três gases causadores do efeito estufa, voltaram a aumentar.
“Os dados científicos são inequívocos. Caso não sejam reduzidas rapidamente, as emissões de gases do efeito estufa e, especialmente do CO2, as mudança climáticas terão consequências irreversíveis e cada vez mais destrutivas para a vida na Terra”, declarou Petteri Taalas, secretário-geral da agência.
Taalas também alertou que o prazo para se tomar uma ação e reverter a situação está acabando. “O período favorável para a ação está prestes a acabar”, advertiu Taalas, dias antes da COP24 sobre o clima, que acontece no mês que vem, em Katovice, na Polônia (ANSA).

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