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Trabalhadores que usarão 13º para presentes de Natal chegam a 23%

Estudo da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) indica que dois a cada dez trabalhadores, 23%, que receberão o 13º salário neste final de ano usarão parte do dinheiro para comprar presentes de Natal

Trabalhadores temporario

44% dos entrevistados pretendem fazer alguma atividade que possa gerar renda extra para comprar mais presentes de Natal. Foto: Valter Campanato/ABr

Outros 27% dos trabalhadores pretendem poupar ou investir o valor recebido, enquanto 17% pretendem utilizar o dinheiro extra para quitar dívidas em atraso. A pesquisa, feita nas 27 capitais do país com 761 pessoas, revelou que 16% vão gastar o 13°salário durante as festividades de Natal e Ano Novo e 13% vão pagar despesas essenciais da casa, como contas de água e luz.
Para 11%, a alternativa é o uso do recurso para o pagamento de tributos e impostos típicos de início de ano, como IPTU e IPVA, por exemplo. “O dinheiro deveria ser primeiramente pensado para pagar dívidas atrasadas, empréstimos ou para investir. Se o consumidor tem apenas uma dívida em aberto, é mais fácil resolver o problema. Caso exista mais de uma, o ideal é escolher aquela que está atrasada ou optar pela que possui o valor com juros mais altos como, por exemplo, cheque especial e cartão de crédito”, recomenda o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.
Segundo ele, é importante considerar os gastos que costumam aparecer no começo do ano, como o IPTU, as mensalidades escolares e o IPVA, por exemplo. “Assim como a quitação de dívidas atrasadas, a formação de uma reserva para saldar compromissos típicos de início de ano também deve ser uma prioridade do consumidor. Todos os anos elas aparecem, mas muitos só deixam para pensar nessas despesas quando elas chegam”, alerta.
A pesquisa também mostrou que 44% dos entrevistados pretendem fazer alguma atividade que possa gerar renda extra para comprar mais presentes de Natal. Esse grupo abrange principalmente os mais jovens (54%) e as pessoas das classes C, D e E (51%). “Muitos consumidores costumam recorrer aos trabalhos informais e temporários para comprar presentes melhores ou em maior quantidade”. Vignoli orienta ainda a não dividir o pagamento dos presentes em muitas parcelas para não sobrecarregar o orçamento com as contas de início de ano, e pesquisar bastante para conseguir bons descontos e condições vantajosas (ABr).

Michelle: atuará no maior número de programas sociais

Michelle temporario

Futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Foto: José Cruz/ABr

A futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro, disse ontem (21) que, a partir de janeiro de 2019, quer participar do maior número possível de programas sociais. Ela quer atuar principalmente em atividades ligadas às pessoas com deficiência.
“Era algo que eu já fazia antes de conhecer [o presidente eleito], Jair [Bolsonaro]”, afirmou Michelle, referindo-se ao marido, após deixar o Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) em Brasília, onde funciona o gabinete de transição. Michelle indicou que compreende seu trabalho social como missão. “Deus que colocou [isso] na minha vida”, afirmou.
Acompanhada da atual primeira-dama, Marcela Temer, Michelle foi ao Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente da República, e à Granja do Torto, outro local de moradia da Presidência. Michelle conheceu os dois locais para definir onde a família vai morar. Porém, até 1º de janeiro de 2019, quando ocorre a posse, a família deve permanecer na casa da Granja do Torto. Ela disse que vai escolher um local menor, pois tem uma filha de 7 anos (ABr).

Zuckerberg nega que deixará comando do Facebook

Criticado e pressionado a renunciar, o fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, negou a possibilidade de se afastar do comando da empresa. Em entrevista à CNN Business, o executivo disse que “esse não é o plano”, referindo-se à possível renúncia. “Eu não vou fazer isso [ficar no cargo] para sempre, mas atualmente eu não penso que isso faça sentido”.
Recentemente, o Facebook foi acusado de não impedir uma suposta interferência russa nas eleições norte-americanas de 2016, vencidas pelo republicano Donald Trump. Na semana passada, o jornal “The New York Times” publicou uma reportagem alegando que o Facebook sabia da interferência russa, mas ignorou isso deliberadamente.
A rede social também apareceu envolvida no escândalo da Cambridge Analytica, sobre o vazamento de dados privados de usuários. Os cenários geraram uma crise de desconfiança em relação ao Facebook, e analistas indicam a postura e as omissões de Zuckerberg como agravantes (ANSA).

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