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Migrantes centro-americanos chegam à fronteira México-Estados Unidos

Dezenas de migrantes centro-americanos chegaram à fronteira México-Estados Unidos e escalaram a cerca que divide ambos países, em uma espécie de primeira etapa de seu objetivo final de entrar em território americano.

Migrantes temproario

Os migrantes chegaram a pé até a região de Playas de Tijuana, sob os olhares dos agentes da Patrulha Fronteiriça dos EUA. Foto: Jacqueline López/EFE

Os migrantes chegaram a pé até a região de Playas de Tijuana onde o sítio fronteiriço adentra nas águas do Pacífico, sob os olhares dos agentes da Patrulha Fronteiriça dos EUA. Apesar da presença dos agentes, cerca de 20 integrantes da caravana migrante escalaram os postes de metal que fazem a função de muro divisório.

Os migrantes chegaram à cidade de Tijuana e imediatamente se transferiram à fronteira para comprovar que estão a um passo dos Estados Unidos. Diante das dificuldades para ingressar nos Estados Unidos, os migrantes se postaram ao longo da linha e do farol e outros se banharam no mar. Esta caravana partiu no último dia 13 de outubro de San Pedro Sula, em Honduras, e uma avançada, formada por uma centena de membros da comunidade de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais, já está em Tijuana e planeja solicitar asilo às autoridades americanas nos próximos dias. Outros mais chegaram ao estado de Sonora.

Por outra parte, integrantes da segunda caravana de hondurenhos continuam entrando na Cidade do México, onde, segundo o último reporte das autoridades, chegaram cerca de 1.200 pessoas, que descansam em um complexo esportivo da capital. Outros 2.000 migrantes, procedentes na sua maioria de El Salvador, partiram na véspera de Sayula, no estado de Veracruz, para Puebla. Uma quarta caravana, também de salvadorenhos, está dividida entre os estados de Oaxaca e Veracruz. A estimativa é que esteja integrada por cerca de 1.800 pessoas (Agência EFE).

Selos de Natal do Vaticano são criados por presidiário

Selos temproario

Foto: Reprodução

Os desenhos dos selos emitidos pelo Vaticano para o Natal de 2018, que já estão à venda na Itália, foram produzidos por um prisioneiro detido na penitenciária de Opera, na região da Lombardia. O criador da série é Marcello D'Agata, um ex-mafioso que está preso há cerca de 25 anos.

A iniciativa é parte do projeto "Filatelia", realizado em prisões do país há alguns anos. Segundo nota da Santa Sé, "o último dos últimos sempre esteve no coração do Papa Francisco". "Aqueles que estão na prisão estão cumprindo uma sentença, um penalidade por um erro cometido. Mas não nos esqueçamos de que, para que a sentença seja frutífera, ela deve ter um horizonte de esperança, senão permanece fechada em si mesma e é apenas um instrumento de tortura, não é frutífera", diz o texto.

Os selos têm custo de 1,10 e 1,15 euros. Ao todo, foram impressas 60 mil peças. Esta não é a primeira vez que a prisão de Opera, considerada a maior da Itália, com cerca de 1300 detidos, colabora com as iniciativas do Vaticano. Durante o Jubileu da Misericórdia, os prisioneiros produziram as hóstias que foram consagradas e distribuídas aos fiéis na Praça São Pedro (ANSA).

LEILÃO DE DIAMANTE ROSA BATE RECORDE COM US$ 50 MILHÕES

Um diamante rosa de 19 quilates foi vendido na última terça-feira (13) por US$ 50 milhões, valor recorde por quilate para uma pedra desse tipo e coloração (US$ 2,63 milhões por quilate). O leilão aconteceu na Casa Christie's, em Genebra.

A pedra foi descoberta há cerca de um século, na África do Sul, e era chamada de "Legado Rosa", pertencente à família Oppenheimer, que dirigia a empresa mineradora De Beers. No entanto a casa de leilão omitiu o nome do atual vendedor.

O diamante foi comprado pela joalheria norte-americana Harry Winston, do grupo suíço Swatch. A pedra foi destinada à coleção privada de Nayla Hayek, CEO da Harry Winston, que começou suas aquisições em 2013, com a compra de um diamante puro D de 101 quilates (ANSA).

Herdeiro da coroa, príncipe Charles celebra 70 anos

Herdeiro temproario

Ativista ambiental, ele terá de deixar política se virar rei. Foto: EPA

O príncipe Charles do Reino Unido completa 70 anos na quarta-feira (14). Filho mais velho da rainha Elizabeth II, ele ocupa o primeiro lugar na linha de sucessão do trono há mais de 60 anos, o maior período de espera na história da monarquia britânica. O príncipe de Gales, duque da Cornualha, conde de Chester, entre tantos outros títulos, defendeu sua atual liberdade em documentário produzido pela "BBC" por ocasião do seu aniversário.

Charles é ativista de causas como proteção do meio ambiente e preservação da arquitetura, mas como rei não poderá mais assumir essas bandeiras. À "BBC", o príncipe declarou estar ciente de que, caso substitua a rainha, não poderá agir da mesma forma nem poderá interferir na política do Reino Unido. A produção o acompanhou durante um ano, mostrando sua rotina na realeza e entrevistas exclusivas. "Sei que ser rei é um exercício separado, então entendo completamente como isso deve funcionar", disse.

Segundo ele, ser soberano ou príncipe de Gales são funções distintas. Intitulado "Príncipe, Filho e Herdeiro: Charles aos 70", o documentário ainda afirma ser um "retrato íntimo e revelador do herdeiro do trono". Charles se tornou herdeiro quando sua mãe foi coroada rainha, em 1953. Ele foi nomeado príncipe de Gales aos nove anos, em 1958, e em 1970 se tornou o primeiro membro da família real a obter um diploma, ao se formar na Universidade de Cambridge em arqueologia e antropologia. O príncipe também serviu à Marinha, tendo fundado a organização de caridade chamada "The Prince's Trust".

Charles se casou com Diana Spencer em 1981, no que foi chamado de "o matrimônio do século". O casal era muito querido pelo público e esteve sempre sob os holofotes, mas teve um fim conturbado, em 1992. Lady Di morreu em um acidente de carro em Paris, em 1997, o que tornou ainda mais difícil a aceitação pública do segundo casamento de Charles, com Camilla, em 2005. Hoje o príncipe de Gales espera a vinda de seu quarto neto, o primeiro filho de Harry e Meghan Markle, previsto para nascer na próxima primavera europeia (ANSA).

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