ISSN: 2595-8410 Contato: (11) 3043-4171

Oswaldo Cruz, o médico que derrotou o Aedes

No começo do século passado, o Brasil assistia a uma caçada inédita e implacável ao Aedes aegypti. Na época, a doença que o mosquito espalhava era a devastadora febre amarela. A dengue ainda era um mal distante e exótico, e os médicos nem sequer sonhavam com a zika e a chicungunha

Acervo Casa de Oswaldo Cruz

Mata-mosquitos da Diretoria de Saúde Pública se preparam para o trabalho.

A operação de guerra foi montada em 1903 pelo governo de Rodrigues Alves, o quinto presidente da República. Além de inédita e implacável, foi rápida e exitosa. Em um ano, os números se reduziram drasticamente. Pouco depois, já não havia sinal de febre amarela no Rio. O Aedes finalmente deixava de causar terror na capital do Brasil.
O artífice da estratégia sanitária foi o médico e cientista Oswaldo Cruz, chefe da Diretoria-Geral de Saúde Pública (embrião do que seria o Ministério da Saúde). Ele arregimentou uma brigada de agentes que percorriam a cidade em charretes puxadas por mulas, fazendo uma varredura nas ruas e nas casas atrás dos mosquitos e de suas larvas.
Os mata-mosquitos, como eram apelidados, lavavam os bueiros, diluíam querosene nos pântanos, enchiam de areia os cacos de garrafa cimentados sobre os muros para afastar os ladrões e entornavam os tonéis de água guardados nos quintais, para desespero das famílias que não tinham água encanada.
Quando flagravam os pernilongos rajados em alguma casa, eles envolviam a residência inteira com um gigantesco mosquiteiro, para que nenhum escapulisse, e lá dentro borrifavam uma fumaça mortal para o Aedes. Toda a vizinhança, num raio de cem metros, se submetia ao mesmo “expurgo”.

Intimidade do lar
Oswaldo Cruz logo se transformou na figura mais odiada da capital. Os cariocas ficaram enfurecidos porque o governo estava violando “a intimidade do lar”. Contando com poderes de polícia, os agentes de saúde entravam nas casas mesmo sem a autorização dos donos.
Para os pobres, as ações sanitárias ainda eram mais assustadoras. Quando as tropas de Oswaldo Cruz consideravam uma moradia insalubre, ela era sumariamente demolida e os moradores, que viviam de aluguel, tinham que se virar.
Cruz mata mosquito que atacaria o presidenteAssim como ocorre com a dengue, a zika e a chicungunha, a febre amarela não é transmitida diretamente de pessoa para pessoa. O Aedes age como vetor, carregando o vírus de uma pessoa doente para uma sadia.
Para barrar a transmissão, os mata-mosquitos também providenciavam o isolamento dos “amarelentos”, que eram ou mantidos sozinhos dentro de um quarto de casa, com a porta e a janela bloqueadas com mosquiteiros, ou mandados para uma quarentena no Hospital de São Sebastião, no bairro do Caju. Só ganhavam a liberdade quando já estavam plenamente curados.
Os isolamentos compulsórios também contribuíram para a péssima fama de Oswaldo Cruz entre os cariocas.
Nem mesmo os médicos e os cientistas apoiavam a estratégia de Oswaldo Cruz. A obsessão pelos mosquitos, na opinião deles, era um completo equívoco.
O meio médico-científico brasileiro ainda acreditava na ideia de que a origem das doenças era a insalubridade do ambiente. Segundo essa teoria, os vapores pútridos emanados da matéria orgânica em decomposição no solo e no subsolo tinham o poder de deixar as pessoas doentes. O nome “malária”, que significa “mau ar” em italiano, tem origem nesse equívoco.
Em 1899, o médico cubano Carlos Finlay conduziu experimentos científicos que concluíram que era o mosquito que espalhava o vírus da febre amarela. Uma das primeiras medidas de Oswaldo Cruz ao assumir a Diretoria-Geral de Saúde Pública foi viajar a Cuba para conhecer os estudos de Finlay e a estratégia que livrou Havana da doença.
Ocorre que as autoridades mundiais da ciência olharam com desconfiança a descoberta feita em Cuba, mantendo-se aferradas à crença medieval dos vapores contaminantes.

Charge publicada pela Revista Ilustrada retrata o carnaval carioca de 1876: centenas de vidas ceifadas pela febre amarelaTribuna do Senado
A oposição a Oswaldo Cruz ganhava eco no Congresso Nacional e na imprensa, que consideravam um desperdício de dinheiro investir na caçada ao mosquito e não na desinfecção de terrenos baldios e ruas de terra.
Em 1903, da tribuna do Palácio Conde dos Arcos, a sede do Senado, o senador Bernardo Sobrinho (AL) atacou:
— De que serve vermos todos os dias pelas ruas desta capital turmas e turmas de empregados da higiene varrendo telhados, destelhando casas, matando mosquitos, procurando culicídeos [mosquitos] por toda parte? Esse serviço melhora, porventura, o estado de salubridade do Rio de Janeiro? As febres não continuam a reinar e até com maior intensidade por toda parte?
Em seus discursos, o senador Barata Ribeiro (DF), que era médico, militava ostensivamente contra as novas medidas sanitárias e avisou que barraria os mata-mosquitos em sua casa:
— Selam-se todas as caixas d’água nas casas particulares, mas a minha faz exceção. Jamais consentirei que o pedantismo ignorante invada os limites da minha ação de chefe de família.
Barata Ribeiro, que acreditava no poder das “atmosferas pestilentas”, citou uma experiência pessoal:
— Há dois dias, tinha eu de operar um doente e dirigia-me para o meu escritório pela manhã a fim de tomar meus instrumentos cirúrgicos. Quando abri a porta, senti-me de tal modo atordoado que, para não cair, sustentei-me aos batentes da porta, tal foi a coluna de gases fétidos que vinham de dentro da sala em que trabalho. Tive vertigem e meu coração ficou profundamente ofendido nas suas funções, pela ação dos tóxicos que havia absorvido. Já me tinha sido difícil atravessar o estreito trecho da Rua Nova do Ouvidor ao meu escritório tal era o mau cheiro que exalavam os bueiros e os canos abertos na rua.
Os jornais faziam piada com o sobrenome do diretor-geral de Saúde Pública, dizendo que ele era uma pesada “cruz” que tanto o presidente quanto os cariocas tinham de carregar. As revistas pegavam pesado nas charges, ridicularizando até mesmo o bigode e a cabeleira do cientista.

Sabotagem
Para sabotar o diretor-geral de Saúde Pública, os jornais cariocas chegaram a publicar a falsa notícia de que a febre amarela havia brotado de novo em Havana. O próprio Carlos Finlay redigiu um comunicado desmentindo a informação e reafirmando a importância de se combaterem os mosquitos e se isolarem os doentes.
Em 1904, quando a febre amarela no Rio se retraía a olhos vistos, Oswaldo Cruz finalmente começava a ganhar algum apoio. O senador Manoel Duarte (AL) reconheceu:
— Hoje pode haver, e há, muitos mosquitos nesta capital, mas agora não possuindo o gérmen da febre amarela. Sabemos que o mosquito não produz a febre amarela, transmite-a.
Teimoso nas velhas crenças, Barata Ribeiro rebateu:
Oswaldo 4 temporario— Em Nova Orleans [nos EUA] acabaram com a febre amarela e não mataram um só mosquito. E em Campinas nem ao menos puseram fumaça nos olhos dos mosquitos — afirmou.
Chega a ser compreensível que as pessoas da época acreditassem na teoria dos vapores pútridos, apesar de ela ser equivocada, pois havia uma coincidência: sempre que chegavam os meses calorentos do verão carioca, os casos de febre amarela disparavam na mesma proporção dos fedores.
Na virada do século, o Rio não tinha nada de cidade maravilhosa. Pelo contrário, era imunda, carente de saneamento básico, repleta de pântanos e infestada de mosquitos, ratos e sapos. O centro era um labirinto de ruelas apertadas e cortiços abafados. Estava mais para uma caótica cidade colonial do que para a capital de uma jovem República.
Em 1896, causou escândalo internacional o caso do cruzador Lombardia, da Marinha da Itália. Mal o navio de guerra aportou no Rio, um surto de febre amarela se espalhou entre os oficiais. Dos 340 italianos a bordo, apenas 100 conseguiram sobreviver. Até o comandante morreu.

Cidade da morte
Pelo mundo afora, com razão, a capital do Brasil era conhecida como cidade da morte. A Baía de Guanabara era evitada a todo custo pelos navios estrangeiros. Os transatlânticos mais procurados para o trajeto entre a Europa e Buenos Aires eram justamente os que não faziam escala no Rio.
A febre amarela afligia anualmente a capital desde a época do Império. Não por outra razão, durante o verão, toda a corte se mudava para Petrópolis, que ficava livre da doença graças ao clima fresco da serra. O próprio dom Pedro II chegou a manifestar preocupação com as epidemias.
Oswaldo 5 temporario— Algumas cidades do nosso litoral, especialmente as da Bahia, de Pernambuco e do Rio de Janeiro, têm sido assaltadas nestes últimos meses de uma febre epidêmica — disse o imperador em 1850, num discurso no Senado. — Os estragos da enfermidade afligem profundamente meu coração. Espero que a divina misericórdia de Deus, ouvindo nossas preces, arrede para sempre do Brasil semelhante flagelo. Tenho empregado todos os meios ao meu alcance para acudir os enfermos.
Por causa da reputação de cidade doente, o Rio afugentava investidores e trabalhadores estrangeiros. Isso precisava mudar. O paulista Rodrigues Alves assumiu a Presidência da República em novembro de 1902 com a ambição de transformar a capital num espelho de Paris, ou seja, numa cidade moderna e aprazível. Ele decidiu dividir o ataque em duas frentes.
Na frente urbanística, o presidente nomeou para o Rio um prefeito que reformaria o porto, canalizaria córregos, botaria os cortiços abaixo, ergueria prédios públicos suntuosos e redesenharia o centro com bulevares e praças. O escolhido foi o engenheiro Francisco Pereira Passos.
A mando do prefeito, foram abertas as Avenidas Beira-Mar e Central (atual Rio Branco) e erguidos o Teatro Municipal e o Palácio Monroe (que em 1925 se tornaria a sede do Senado).
Na frente sanitária, Rodrigues Alves escolheu o jovem Oswaldo Cruz para varrer a febre amarela da capital. O médico tinha apenas 30 anos, mas já acumulava uma vasta experiência na área da microbiologia. Ele havia se especializado no Instituto Pasteur, em Paris, criado o primeiro laboratório de análises clínicas do Brasil, ajudado a combater a peste bubônica no porto de Santos e dirigido o Instituto Soroterápico Federal, que mais tarde se transformaria na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Oswaldo Cruz fez apenas duas exigências para aceitar a missão: contar com verbas suficientes e ter total liberdade para atuar como quisesse, sem interferências. Rodrigues Alves topou.
Logo em seguida, o Senado e a Câmara dos Deputados aprovaram um projeto de lei do governo que destinava às ações sanitárias a soma de 5 mil contos de réis.

Drama familiar
A motivação do presidente não era exclusivamente o prejuízo que a insalubridade trazia para o Rio. A febre amarela também representava um drama íntimo. Anos antes, ele havia perdido uma filha pequena por causa da doença.
— Oswaldo Cruz atuou com bastante determinação — diz Ana Luce Girão, historiadora da Casa de Oswaldo Cruz, ligada à Fiocruz. — Ele tinha tanta segurança no que estava fazendo que nem sequer cogitava ceder às pressões, que vinham de todos os lados.
O sucesso foi inquestionável. Em 1903, ano em que o cientista aceitou a missão, a febre amarela matou perto de 600 pessoas no Rio. Em 1909, pela primeira vez desde a chegada da doença, não se registrou nenhuma morte.
O Aedes aegypti, claro, não foi extinto. Isso não é possível nem mesmo com todo o conhecimento científico e tecnológico que se tem hoje. A febre amarela foi erradicada do Rio porque, com os doentes isolados e as nuvens de mosquitos reduzidas, o vírus acabou desaparecendo. Os jornais tiveram que dar o braço a torcer, e Oswaldo Cruz passou a ser tratado como herói.
Depois de pôr em marcha a ação contra a febre amarela, o diretor-geral de Saúde Pública passou a combater a peste bubônica e a varíola. No primeiro caso, dedicou-se a exterminar os ratos. No segundo, tornou compulsória a vacinação.
A população carioca, que já estava com os nervos à flor da pele por causa da ação invasiva dos mata-mosquitos,reagiu com violência à imunização contra a varíola e deflagrou a Revolta da Vacina, em 1904.
Em 1911, a poetisa francesa Jane Catulle-Mendès passou uma temporada no Rio e encontrou um perfeito exemplar urbano da Belle Époque, bem do jeito que Rodrigues Alves havia sonhado. Aos jornais, a francesa declarou que o Rio “foi feito para o encanto dos poetas”. Pouco depois, ela lançaria o livro La Ville Merveilleuse (A Cidade Maravilhosa), com suas impressões sobre a capital. Assim nasceu o famoso apelido.
A paz dos cariocas duraria apenas duas décadas. Com o desaparecimento da febre amarela em 1909, o governo foi aos poucos relaxando a caça ao Aedes aegypti e às suas larvas. Em 1928, uma grande epidemia surpreendeu a cidade. Oswaldo Cruz havia morrido em 1917 e não testemunhou o retrocesso (Agência Senado).

Mais artigos...

  1. Engenheiro define carreira até 3 anos após o primeiro emprego
  2. 58 milhões de devedores estão negativados, indica SPC Brasil
  3. Mulheres lutam por igualdade, mas problemas históricos persistem
  4. Atuações de mulheres no setor de franquias crescem e redes comemoram
  5. Desperdício de comida desafia sociedade moderna
  6. Sífilis avança e deve chegar a quase 42 mil casos entre gestantes neste ano
  7. Quando as emoções entram em pane
  8. Medalha de ouro em Los Angeles, Joaquim Cruz busca sucessor em Brasília
  9. Remédio comum pode salvar da morte vítimas de escorpiões
  10. Voto impresso começa a valer em 2018, mas já é alvo de críticas
  11. PE: mais da metade das famílias de bebês com microcefalia são de baixa renda
  12. Crise de refugiados e violência ameaçaram direitos humanos em 2015
  13. Sistema ajuda portador de deficiência visual a se locomover
  14. Intervenções espirituais e religiosas na saúde são benéficas
  15. Livro resgata ideias econômicas de Roberto Simonsen
  16. Ensino de literaturas africanas precisa de melhorias
  17. Arqueologia na Amazônia elucida mistério de 500 anos
  18. Cérebro induz à escolha de alimentos calóricos para armazenar energia
  19. Obesidade pode interferir na aprendizagem das crianças
  20. Um dia na maior universidade de aviação do mundo
  21. Jornada de refugiados inclui perigos da travessia e desafios da integração
  22. Engraxates ambulantes influenciaram no samba paulistano
  23. Mais tempo para mães de prematuros
  24. Com diferentes estilos e histórias, 355 blocos animam carnaval paulistano
  25. Mesmo com crise, escolas prometem carnaval luxuoso em São Paulo
  26. Perda de emprego leva pessoas para o trabalho informal
  27. Eleição de líderes partidários movimenta retomada dos trabalhos legislativos
  28. Comissões de frente surpreendem por inovações a cada carnaval
  29. Desemprego fecha dezembro em 6,9% e atinge maior taxa para o mês desde 2007
  30. Escolas de samba apostam na especialização para produzir alegorias e adereços
  31. Vegetais: crus ou cozidos?
  32. Ano Novo Chinês: conheça as tradições milenares que marcam a data_a
  33. Travestis comemoram entrada em universidades e esperam diálogo mais saudável
  34. Aída foi a primeira a voar
  35. Aquífero Guarani: estudo analisa as negociações do acordo
  36. Cães reconhecem o significado de expressões emocionais
  37. DOI-Codi sequestra e mata Manoel Fiel e diz que metalúrgico cometeu suicídio
  38. Modernidade traz novos significados aos contos de fadas
  39. Distúrbios na tireoide podem causar ansiedade e depressão
  40. Atletas se destacam pela persistência; relembre momentos das Olimpíadas
  41. Oferta de frutas é similar em regiões ricas e pobres de São Paulo
  42. Pesquisa traça panorama dos acidentes de trânsito no Brasil
  43. Liga acadêmica une teoria e prática em ação para a sociedade
  44. Licença para voar
  45. Economias de aglomeração podem ampliar desigualdade espacial
  46. A supressão da cidadania nas celas
  47. 2015: O ano que o futebol começou a limpar as chuteiras
  48. Crise migratória e atentados terroristas marcam cenário internacional em 2015
  49. Conheça mitos e verdades sobre a osteoporose
  50. Peixe do rio Negro coletado por Alfred Wallace há 160 anos é finalmente descrito
  51. Projeto proíbe revista vexatória de visitante de jovem infrator internado
  52. Pequeno príncipe, grande aviador
  53. Patrimônio histórico nas mãos das Geociências
  54. Mudança no crime organizado ajudou a reduzir homicídios
  55. Universalização da pré-escola traz desafio gigantesco aos municípios
  56. Falta de assistência no nascimento de bebês incomoda mães
  57. Gastar menos energia é melhor ação contra aquecimento global
  58. Revelando o turista-fotógrafo
  59. Cidades pretendem reduzir quase pela metade emissões de CO2 até 2020
  60. O Estatuto do Desarmamento sob ameaça
  61. Getúlio e Collor também passaram por processo de impeachment
  62. Políticas públicas também tratam a saúde como mercadoria
  63. Estudo indica que Zika vírus está cada vez mais eficiente para infectar humanos
  64. Padronizar tamanho de roupas é possível, mostra estudo
  65. Pesquisador investiga a privatização e a concentração de capital no ensino superior
  66. Desmatamento reduz tamanho de peixes em região amazônica
  67. Mobilização marca vida dos encarcerados nas prisões
  68. Decreto regulamenta publicidade de alimentos infantis
  69. Chá verde e cacau protegem contra complicações causadas por diabete
  70. Lei de drogas vem causando lotação no sistema penitenciário
  71. Paleontólogos descrevem anfíbio gigante de 260 milhões de anos
  72. O padre aviador
  73. Presídio paraibano ilustra realidade do cárcere no Brasil
  74. Às vésperas da Rio 2016, legado da Olimpíada ainda é incógnita
  75. Rota de ônibus é definida com base no conforto do passageiro
  76. Filmes levam discussão sobre cultura indígena para a escola
  77. Entenda o que é a microcefalia e porque há um aumento dos casos em Pernambuco
  78. Pesquisas na Argentina dão vantagem ao candidato da oposição Mauricio Macri
  79. Modelo de governança é adaptado para clubes de futebol
  80. Estudante precisará de carteira padronizada para pagar meia
  81. Filha de Carolina de Jesus diz que não conseguiu ler livro mais famoso da mãe
  82. Envelhecimento da população precisa ser priorizado nas políticas públicas
  83. Entenda as novas regras para aposentadoria
  84. Elefante no Cerrado exerceria papel que já foi de mastodontes
  85. Fórmula auxilia médicos a lidarem com pé diabético
  86. Trotes telefônicos podem custar R$ 1 bilhão por ano ao país
  87. Tecnologia 29/10/2015
  88. Pesquisadores criam métodos estatísticos para prever fraudes em operações financeiras
  89. As particularidades da linguagem humorística brasileira
  90. Pílula da USP usada em tratamento contra o câncer divide opiniões
  91. Como identificar infarto, AVC e angina
  92. Viagens longas propiciam uso de drogas por caminhoneiros
  93. Jogos Mundiais: com máquinas ainda trabalhando, indígenas se instalam em Palmas
  94. Religiosidade traz alívio para idosos em hemodiálise
  95. Pequeno agricultor minimiza efeito do agrotóxico à saúde
  96. Educação financeira e previdenciária deve e pode começar na infância
  97. Uma em cada quatro pessoas morre no mundo por causas relacionadas à trombose
  98. Aviação também é um negócio bizarro!
  99. Material particulado veicular predomina no nível de poluição
  100. Alunos com tendência antissocial buscam segurança na escola
Mais Lidas

Strict Standards: Only variables should be assigned by reference in /home/storage/0/5e/4e/jornalempresasenegoc/public_html/modules/mod_sp_facebook/mod_sp_facebook.php on line 84

Rua Vergueiro, 2949, 12º andar – cjto 121/122
04101-300 – Vila Mariana – São Paulo - SP

Contato: (11) 3043-4171