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01 de Outubro - Dia Mundial do Idoso: Como os idosos veem a saúde

Estudo de doutorado da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) com uma população de 1.247 pessoas com mais de 65 anos, dos municípios de Campinas e de Belém, concluiu que a percepção desses idosos sobre a sua própria saúde, o seu desempenho funcional e a sua satisfação com a vida atuou como amortecedor para os efeitos dos riscos sobre a funcionalidade.

 idosos3 temproario

Isabel Gardenal/Jornal da Unicamp

A pesquisa, de Efigênia Passarelli Mantovani, também constatou que essa população demonstrou muita preocupação com a manutenção de uma vida ativa e autônoma. Por outro lado, independentemente do nível de desenvolvimento social das amostras das duas cidades, as condições socioeconômicas sugeriram interferências no envelhecimento, às vezes protegendo e outras precipitando os riscos nessa fase.

A pesquisadora empregou como base parte dos resultados obtidos do projeto Fibra (Fragilidade em Idosos Brasileiros), polo Unicamp, uma pesquisa nacional feita a partir de 2008, envolvendo 3.478 idosos residentes em sete cidades brasileiras: Campinas, Belém, Ivoti/RS, Poços de Caldas, Ermelino Matarazzo/SP, Campina Grande e Parnaíba. O projeto contou com a coordenação-geral da professora Anita Liberalesso Neri, do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da FCM.

Efigênia selecionou Campinas e Belém para avaliar as relações entre condições de gênero, idade e renda familiar desses idosos. O objetivo foi traçar um perfil dos idosos residentes nos dois municípios, descrevendo as condições de saúde e de satisfação com a vida.

Essas duas cidades foram escolhidas pelo fato de terem mais de 1 milhão de habitantes e de serem populações diferenciadas em termos de condições de desenvolvimento econômico. Enquanto o PIB per capita de Campinas, entre 2008 e 2009, era de R$ 29.731, 00, o de Belém era de R$ 9.793,00.

A amostra foi composta de 676 idosos de Campinas e de 571 de Belém, de ambos os sexos. Em Campinas, 54% deles apresentavam uma renda superior a três salários mínimos. Em Belém, 65,5% da amostra tinha uma renda familiar de menos de um a três salários mínimos. “Esses dados refletiram que, na renda média mais elevada de Campinas, é possível supor que as condições estruturais da sociedade contribuem fortemente para o padrão de vida melhor de seus moradores”, explicou.

Efigênia analisou questões abertas sobre velhice saudável e velhice feliz. Tanto para o conceito de velhice saudável como para o conceito de felicidade, a expressão mais citada pelos avaliados foi saúde. “Logo, boa saúde constitui-se um elemento-chave de uma vida longa e com autonomia para esses idosos”. Saúde e funcionalidade foram motivos de forte preocupação para os idosos.

Os aposentados e pensionistas estão cada vez mais endividados e vêem a renda ser comprometida com o pagamento de remédios, planos de saúde e alimentação.Mas, em ambas as cidades, eles se declararam muito satisfeitos com as relações familiares e de amizade, e com a capacidade de resolver situações do dia a dia. Quanto ao item satisfação, Efigênia observou que, “curiosamente, às vezes o idoso apresentava várias doenças, mas, quando se comparava com outros idosos da mesma idade, ele julgava sua saúde melhor”, disse.

Quando Efigênia estudou a avaliação da saúde nas duas amostras, essa autoavaliação associou-se à baixa escolaridade, três ou mais doenças crônicas e défice visual. Foram notadas associações adicionais com fadiga, três ou mais sinais e sintomas de saúde – como incontinência urinária e fecal, problemas de mastigação, sintomas depressivos e outros –, uso de serviços públicos de saúde e depressão.

Ao avaliar o número de doenças e a capacidade funcional, a pesquisadora verificou que, em Campinas, os idosos que não citaram doenças crônicas ou que relataram apenas uma ou duas estavam muito satisfeitos com a vida em comparação a outros da mesma idade e também com a capacidade de resolver problemas, com as amizades, com o ambiente, com o serviço de saúde e com o transporte. Já em Belém, para os mesmos parâmetros, os idosos se intitularam satisfeitos com a vida de uma forma geral, não se atendo a aspectos específicos.

Conforme a estudiosa, os idosos campineiros relataram mais acesso ao sistema cooperativo de assistência médica (convênios) e os de Belém um uso predominante dos serviços públicos (principalmente do SUS).

Em Campinas, os que tiveram melhor desempenho num teste de marcha demonstraram maior nível de satisfação com a vida, com a capacidade de resolver problemas do dia a dia e também com as amizades. Alta força de preensão palmar também correspondeu a maior satisfação para resolver os problemas do dia a dia.

0222 temproarioEm Belém, os que exibiram melhor desempenho na marcha tiveram um nível mais elevado de satisfação com a memória para resolver situações do dia a dia. “A motivação foi maior para sair, encontrar grupos de amizade, utilizar os meios de transporte e resolução de problemas do cotidiano”, descreveu.

Para Efigênia, os resultados da sua investigação deixaram claro que ações de curto prazo devem ser orientadas pela efetivação de políticas públicas ao segmento idoso. “Então os serviços e os programas devem focalizar os idosos, principalmente aqueles com sinais sugestivos de vulnerabilidade social e em saúde”, defendeu.

Na sua opinião, em médio prazo, as ações devem incluir planejamento de serviços que abranjam grupos de convivência, instituições de longa permanência e cuidados que os idosos necessitam. Em longo prazo, é preciso planejar e avaliar ações de educação e de saúde para crianças, jovens e adultos, a fim de lhes garantir um envelhecimento melhor.

De acordo com o IBGE, em 2013 eram 21,6 milhões de idosos no Brasil com idade igual ou superior a 60 anos. As estimativas para 2050 é de que o número de idosos centenários chegue a 2,2 milhões. Em 1999, eram 145 mil, número que deve aumentar 15 vezes até 2050, sinalizou Efigênia, que é profissional de educação física e que trabalha com idosos em faculdades de terceira idade e em instituições de longa permanência.

 

Ouvir bem é essencial para uma boa qualidade de vida na terceira idade

Segundo pesquisa, pessoas que não escutam bem têm problemas de relacionamento

Idoso surdez temproarioManter uma atitude saudável perante a vida é essencial. Para isso, precisamos estar conectados ao mundo, escutar bem os sons das músicas, das conversas, seja em casa ou em bares, restaurantes e casas de show. Saber envelhecer é preciso. E entre todas as dificuldades que afetam a vida de um idoso, uma das piores é a perda auditiva. A surdez pode isolar o indivíduo da família, dos amigos e até criar dificuldades no ambiente de trabalho.

Pesquisa realizada pelo site Heart-it comprova que pessoas que não escutam bem têm problemas de relacionamento. O que ocorre muitas vezes é um constrangimento, de ambas as partes, devido à dificuldade na comunicação, o que acaba por afastar os deficientes auditivos do convívio em sociedade, podendo acarretar tristeza, depressão e até demência.

“Cuidar da saúde auditiva é tão importante quanto cuidar do resto do corpo, pois uma boa audição traz mais alegria de viver. E na área auditiva, a tecnologia cada vez mais avançada surge como uma grande aliada do deficiente auditivo. Já existem modernos e discretos aparelhos que garantem uma audição perfeita e sem constrangimentos – alguns aparelhos ficam inclusive invisíveis dentro do canal auditivo. O melhor então é procurar ajuda e voltar logo a ouvir os sons da vida”, afirma a fonoaudióloga Isabela Papera, da Telex Soluções Auditivas.

Segundo especialistas, muitas pessoas já experimentam algum grau de perda auditiva a partir dos 40 anos, por causa do envelhecimento natural do corpo. O processo é diferente em cada um, mas aproximadamente uma em cada dez pessoas nesta faixa etária passa por esse problema. Depois dos 65 anos, a perda auditiva, conhecida como presbiacusia, tende a ser mais severa. Por isso, o melhor é procurar um especialista aos primeiros sinais de surdez.

"Falar sobre deficiência auditiva nunca é fácil, por causa da resistência que as pessoas têm em admitir a surdez. Mas trazer à tona o problema é a melhor coisa a fazer. Estudos comprovam que uma das soluções para a perda auditiva é o uso de aparelhos auditivos, o que resulta em melhoras significativas na vida do idoso", lembra a fonoaudióloga. A maioria das pessoas com presbiacusia começa a perder a audição quando há um declínio na sua capacidade de ouvir sons de alta frequência (uma conversação contém sons de alta freqüência). Portanto, o primeiro sinal de presbiacusia pode ser a dificuldade de ouvir o que as pessoas estão dizendo. Os sons da fala com mais alta freqüência são as consoantes, como o S, T, K, P e F.

Cabe ao médico otorrinolaringologista examinar o paciente e ao fonoaudiólogo indicar qual tipo e modelo de aparelho atende às necessidades do deficiente auditivo. "O uso diário do aparelho e o apoio da família são essenciais para que o idoso resgate a sua autoestima. Infelizmente, muitas vezes, quando se procura tratamento, o caso já está grave. A perda se dá de maneira lenta e progressiva e, com o decorrer dos anos, a deficiência atinge um estágio mais avançado", explica Isabela.

O Brasil tem atualmente 26,3 milhões de idosos, segundo o IBGE. O número representa 13% da população. Mas o fato é que há cada vez mais pessoas idosas no país. Nos últimos 12 anos, cresceu a expectativa de vida média do brasileiro, que hoje já passa de 73 anos. Por isso, é preciso estar alerta para ter uma velhice saudável e, para isso, é preciso ouvir bem!

Fonte e mais informações (www.telex.com.br).

01 de Outubro - Dia Mundial do Idoso: Como os idosos veem a saúde

Estudo de doutorado da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) com uma população de 1.247 pessoas com mais de 65 anos, dos municípios de Campinas e de Belém, concluiu que a percepção desses idosos sobre a sua própria saúde, o seu desempenho funcional e a sua satisfação com a vida atuou como amortecedor para os efeitos dos riscos sobre a funcionalidade.

 idosos3 temproario

Isabel Gardenal/Jornal da Unicamp

A pesquisa, de Efigênia Passarelli Mantovani, também constatou que essa população demonstrou muita preocupação com a manutenção de uma vida ativa e autônoma. Por outro lado, independentemente do nível de desenvolvimento social das amostras das duas cidades, as condições socioeconômicas sugeriram interferências no envelhecimento, às vezes protegendo e outras precipitando os riscos nessa fase.

A pesquisadora empregou como base parte dos resultados obtidos do projeto Fibra (Fragilidade em Idosos Brasileiros), polo Unicamp, uma pesquisa nacional feita a partir de 2008, envolvendo 3.478 idosos residentes em sete cidades brasileiras: Campinas, Belém, Ivoti/RS, Poços de Caldas, Ermelino Matarazzo/SP, Campina Grande e Parnaíba. O projeto contou com a coordenação-geral da professora Anita Liberalesso Neri, do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da FCM.

Efigênia selecionou Campinas e Belém para avaliar as relações entre condições de gênero, idade e renda familiar desses idosos. O objetivo foi traçar um perfil dos idosos residentes nos dois municípios, descrevendo as condições de saúde e de satisfação com a vida.

Essas duas cidades foram escolhidas pelo fato de terem mais de 1 milhão de habitantes e de serem populações diferenciadas em termos de condições de desenvolvimento econômico. Enquanto o PIB per capita de Campinas, entre 2008 e 2009, era de R$ 29.731, 00, o de Belém era de R$ 9.793,00.

A amostra foi composta de 676 idosos de Campinas e de 571 de Belém, de ambos os sexos. Em Campinas, 54% deles apresentavam uma renda superior a três salários mínimos. Em Belém, 65,5% da amostra tinha uma renda familiar de menos de um a três salários mínimos. “Esses dados refletiram que, na renda média mais elevada de Campinas, é possível supor que as condições estruturais da sociedade contribuem fortemente para o padrão de vida melhor de seus moradores”, explicou.

Efigênia analisou questões abertas sobre velhice saudável e velhice feliz. Tanto para o conceito de velhice saudável como para o conceito de felicidade, a expressão mais citada pelos avaliados foi saúde. “Logo, boa saúde constitui-se um elemento-chave de uma vida longa e com autonomia para esses idosos”. Saúde e funcionalidade foram motivos de forte preocupação para os idosos.

Os aposentados e pensionistas estão cada vez mais endividados e vêem a renda ser comprometida com o pagamento de remédios, planos de saúde e alimentação.Mas, em ambas as cidades, eles se declararam muito satisfeitos com as relações familiares e de amizade, e com a capacidade de resolver situações do dia a dia. Quanto ao item satisfação, Efigênia observou que, “curiosamente, às vezes o idoso apresentava várias doenças, mas, quando se comparava com outros idosos da mesma idade, ele julgava sua saúde melhor”, disse.

Quando Efigênia estudou a avaliação da saúde nas duas amostras, essa autoavaliação associou-se à baixa escolaridade, três ou mais doenças crônicas e défice visual. Foram notadas associações adicionais com fadiga, três ou mais sinais e sintomas de saúde – como incontinência urinária e fecal, problemas de mastigação, sintomas depressivos e outros –, uso de serviços públicos de saúde e depressão.

Ao avaliar o número de doenças e a capacidade funcional, a pesquisadora verificou que, em Campinas, os idosos que não citaram doenças crônicas ou que relataram apenas uma ou duas estavam muito satisfeitos com a vida em comparação a outros da mesma idade e também com a capacidade de resolver problemas, com as amizades, com o ambiente, com o serviço de saúde e com o transporte. Já em Belém, para os mesmos parâmetros, os idosos se intitularam satisfeitos com a vida de uma forma geral, não se atendo a aspectos específicos.

Conforme a estudiosa, os idosos campineiros relataram mais acesso ao sistema cooperativo de assistência médica (convênios) e os de Belém um uso predominante dos serviços públicos (principalmente do SUS).

Em Campinas, os que tiveram melhor desempenho num teste de marcha demonstraram maior nível de satisfação com a vida, com a capacidade de resolver problemas do dia a dia e também com as amizades. Alta força de preensão palmar também correspondeu a maior satisfação para resolver os problemas do dia a dia.

0222 temproarioEm Belém, os que exibiram melhor desempenho na marcha tiveram um nível mais elevado de satisfação com a memória para resolver situações do dia a dia. “A motivação foi maior para sair, encontrar grupos de amizade, utilizar os meios de transporte e resolução de problemas do cotidiano”, descreveu.

Para Efigênia, os resultados da sua investigação deixaram claro que ações de curto prazo devem ser orientadas pela efetivação de políticas públicas ao segmento idoso. “Então os serviços e os programas devem focalizar os idosos, principalmente aqueles com sinais sugestivos de vulnerabilidade social e em saúde”, defendeu.

Na sua opinião, em médio prazo, as ações devem incluir planejamento de serviços que abranjam grupos de convivência, instituições de longa permanência e cuidados que os idosos necessitam. Em longo prazo, é preciso planejar e avaliar ações de educação e de saúde para crianças, jovens e adultos, a fim de lhes garantir um envelhecimento melhor.

De acordo com o IBGE, em 2013 eram 21,6 milhões de idosos no Brasil com idade igual ou superior a 60 anos. As estimativas para 2050 é de que o número de idosos centenários chegue a 2,2 milhões. Em 1999, eram 145 mil, número que deve aumentar 15 vezes até 2050, sinalizou Efigênia, que é profissional de educação física e que trabalha com idosos em faculdades de terceira idade e em instituições de longa permanência.

 

Ouvir bem é essencial para uma boa qualidade de vida na terceira idade

Segundo pesquisa, pessoas que não escutam bem têm problemas de relacionamento

Idoso surdez temproarioManter uma atitude saudável perante a vida é essencial. Para isso, precisamos estar conectados ao mundo, escutar bem os sons das músicas, das conversas, seja em casa ou em bares, restaurantes e casas de show. Saber envelhecer é preciso. E entre todas as dificuldades que afetam a vida de um idoso, uma das piores é a perda auditiva. A surdez pode isolar o indivíduo da família, dos amigos e até criar dificuldades no ambiente de trabalho.

Pesquisa realizada pelo site Heart-it comprova que pessoas que não escutam bem têm problemas de relacionamento. O que ocorre muitas vezes é um constrangimento, de ambas as partes, devido à dificuldade na comunicação, o que acaba por afastar os deficientes auditivos do convívio em sociedade, podendo acarretar tristeza, depressão e até demência.

“Cuidar da saúde auditiva é tão importante quanto cuidar do resto do corpo, pois uma boa audição traz mais alegria de viver. E na área auditiva, a tecnologia cada vez mais avançada surge como uma grande aliada do deficiente auditivo. Já existem modernos e discretos aparelhos que garantem uma audição perfeita e sem constrangimentos – alguns aparelhos ficam inclusive invisíveis dentro do canal auditivo. O melhor então é procurar ajuda e voltar logo a ouvir os sons da vida”, afirma a fonoaudióloga Isabela Papera, da Telex Soluções Auditivas.

Segundo especialistas, muitas pessoas já experimentam algum grau de perda auditiva a partir dos 40 anos, por causa do envelhecimento natural do corpo. O processo é diferente em cada um, mas aproximadamente uma em cada dez pessoas nesta faixa etária passa por esse problema. Depois dos 65 anos, a perda auditiva, conhecida como presbiacusia, tende a ser mais severa. Por isso, o melhor é procurar um especialista aos primeiros sinais de surdez.

"Falar sobre deficiência auditiva nunca é fácil, por causa da resistência que as pessoas têm em admitir a surdez. Mas trazer à tona o problema é a melhor coisa a fazer. Estudos comprovam que uma das soluções para a perda auditiva é o uso de aparelhos auditivos, o que resulta em melhoras significativas na vida do idoso", lembra a fonoaudióloga. A maioria das pessoas com presbiacusia começa a perder a audição quando há um declínio na sua capacidade de ouvir sons de alta frequência (uma conversação contém sons de alta freqüência). Portanto, o primeiro sinal de presbiacusia pode ser a dificuldade de ouvir o que as pessoas estão dizendo. Os sons da fala com mais alta freqüência são as consoantes, como o S, T, K, P e F.

Cabe ao médico otorrinolaringologista examinar o paciente e ao fonoaudiólogo indicar qual tipo e modelo de aparelho atende às necessidades do deficiente auditivo. "O uso diário do aparelho e o apoio da família são essenciais para que o idoso resgate a sua autoestima. Infelizmente, muitas vezes, quando se procura tratamento, o caso já está grave. A perda se dá de maneira lenta e progressiva e, com o decorrer dos anos, a deficiência atinge um estágio mais avançado", explica Isabela.

O Brasil tem atualmente 26,3 milhões de idosos, segundo o IBGE. O número representa 13% da população. Mas o fato é que há cada vez mais pessoas idosas no país. Nos últimos 12 anos, cresceu a expectativa de vida média do brasileiro, que hoje já passa de 73 anos. Por isso, é preciso estar alerta para ter uma velhice saudável e, para isso, é preciso ouvir bem!

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