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Índice de intenção de consumo das famílias avançou 3,3%

O Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) avançou pelo quarto mês consecutivo. A alta foi de 3,3%, de 101 pontos em janeiro para 104,3 pontos em fevereiro, a pontuação ficou dentro da área de satisfação, o maior patamar desde março de 2015.

indice temporario

O aumento do consumo tem a ver com as melhoras na segurança da renda familiar e do emprego. Foto: TUTU/FecomercioSP

Em relação ao mesmo período do ano passado, houve um avanço de 10,7%, quando o índice marcava 94,3 pontos. O ICF é apurado mensalmente pela FecomercioSP.

Dos sete itens analisados, seis obtiveram aumento em fevereiro, com destaque para 'Acesso ao crédito', que atingiu o maior patamar desde maio de 2015: de 97,1 pontos em janeiro para 102,3 pontos em fevereiro, alta de 5,3%. Na comparação com fevereiro de 2018, a elevação foi de 12,4%. Em termos de variação, o destaque ficou por conta do item 'Momento para duráveis', que subiu 6,7%, ao passar de 77 pontos em janeiro para os atuais 82,2 pontos.

Para a Entidade, os consumidores melhoraram a percepção de que é um bom momento para a compra desses produtos em virtude da facilidade de crédito, como foi visto no item anterior. As famílias estão planejando mais gastos para os próximos meses. O item 'Perspectiva de consumo' atingiu o maior patamar desde abril de 2014: de 108,6 pontos em janeiro para 113,8 pontos em fevereiro, alta de 4,7%.

Para a FecomercioSP, o aumento do consumo tem a ver com as melhoras na segurança da renda familiar e do emprego. As melhorias nas variáveis econômicas, como recuperação do emprego, inflação mais baixa e juros menores, têm influenciado o aumento de intenção do consumo das famílias. A expectativa é que com o encaminhamento da Reforma da Previdência, seguido da aprovação, haverá ajuste das contas públicas e melhora na economia, o que deve manter o ICF em alta (AI/FecomercioSP).

Pedidos de falência caíram 11,7% no acumulado em 12 meses

Pedidos temporario

De acordo com os resultados, os pedidos de falência continuam recuando. Foto: DC/Reprodução

Os pedidos de falência recuaram 11,7% no acumulado em 12 meses, segundo dados com abrangência nacional da Boa Vista. Mantida a base de comparação, as falências decretadas registraram alta de 0,7%, os pedidos de recuperação judicial caíram 6,5% e as recuperações judiciais deferidas apresentaram aumento de 3,8%.

Na comparação mensal os pedidos de falência avançaram 52,3% em relação a janeiro, assim como os pedidos de recuperação judicial (72,4%) e as recuperações judiciais deferidas (115,8%). No sentido contrário, as falências decretadas registraram queda de 21,8%.

De acordo com os resultados acumulados em 12 meses, os pedidos de falência continuam recuando. O movimento de queda está atrelado a melhora nas condições econômicas desde o ano passado, que permitiu às empresas apresentarem sinais mais sólidos nos indicadores de solvência. A continuidade desse recuo dependerá de uma retomada mais acelerada da atividade econômica nos próximos períodos (Boa Vista SCPC).

IGP-DI registrou inflação de 1,25% em fevereiro

Agência Brasil

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou taxa de 1,25% em fevereiro. O índice é superior ao observadas em janeiro deste ano (0,07%) e em fevereiro de 2018 (0,15%). Com a alta, o IGP-DI acumula taxa de 1,32% no ano e de 7,73% em 12 meses.

A alta foi puxada pelos preços no atacado. O Índice de Preços ao Produtor Amplo registrou taxa de inflação de 1,79% em fevereiro. Em janeiro, o subíndice havia registrado deflação (queda de preços) de 0,19%. Por outro lado, o varejo e a construção tiveram queda na inflação. O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, caiu de 0,57% em janeiro para 0,35% em fevereiro. O Índice Nacional de Custo da Construção caiu de 0,49% para 0,09% em fevereiro.

Café: Brasil, Colômbia e Peru representam 48% da produção mundial

Os países produtores de café da América do Sul, no mês de janeiro de 2019, exportaram 4,76 milhões de sacas, volume que representa um acréscimo de 16,4%, se comparado com o mesmo mês do ano anterior. Se forem consideradas as exportações acumuladas em quatro meses seguidos (outubro de 2018 a janeiro de 2019), o total exportado soma 21,6 milhões de sacas, com percentual de crescimento de 17,9%.

No caso dos Cafés do Brasil, com relação a exportações no mesmo período quadrimestral, as vendas aumentaram 26,8%, com 14,73 milhões de sacas. Quanto à Colômbia, as exportações atingiram 4,79 milhões, volume que denotou crescimento de 5%, e as exportações do Peru somaram 1,92 milhão de sacas, as quais registraram aumento de 1,3%.

Quanto à produção de cafés na América do Sul – Brasil, Colômbia e Peru -, os números indicam que a safra aumentou 4,3%, ao atingir 79,94 milhões de sacas. Os dados e números que permitiram realizar esta análise constam do Relatório sobre o mercado de Café fevereiro 2019, da Organização Internacional do Café – OIC (Embrapa Café).

Mulheres não se sentem preparadas para empreender

Agência Brasil

Um levantamento do Instituto Avon, em parceria com a Oxford Economics, mostrou que as mulheres ainda não se sentem encorajadas para empreender, o que limita o potencial de crescimento dessas mulheres em 50%. Segundo os dados, essa limitação pode representar uma perda de R$ 12 a R$ 18 trilhões por ano no PIB global.

A pesquisa mostrou ainda que 77% das mulheres afirmam que trabalhar aumenta sua confiança, enquanto 65% das mulheres dizem que o trabalho melhorou a forma como são tratadas pelos outros e 74% afirmam que o trabalho aumentou sua capacidade de ser um modelo para seus filhos. O estudo, que entrevistou 1.000 mulheres acima de 18 anos, em 15 países, indicou também que para 80% delas as marcas de beleza têm colocado muita pressão para que sejam perfeitas.

Para 94% das entrevistadas é importante que as mulheres possam trabalhar fora de casa, se quiserem, e 93% afirmaram que as mulheres têm a mesma capacidade que os homens em negócios. A forma como decidem gastar seu dinheiro deve, para 69% das mulheres, ser decidida sem a necessidade de perguntar para o parceiro.

Entre as mulheres que nunca tiveram um negócio, mais da metade cita a falta de recursos financeiros como a principal barreira (55%), enquanto 23% dizem não ter ideia que funcionaria. Aquelas que responderam não ter as conexões necessárias para colocar um negócio em funcionamento foram 22%, assim como as que acreditam que começar um negócio parecia muito arriscado.

 

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