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Aumentou o número de empreendedoras chefes de família

Em 2014, haviam cerca de 3,2 milhões de mulheres empregadoras e trabalhadoras por conta própria, que eram a principal referência na família.

Em uma década, quase duplicou o número de mulheres empreendedoras no país que tinham a renda como principal sustento da família

A maioria dessas empreendedoras são mães, apesar da redução do percentual de mães solteiras que trabalhavam por conta própria ou eram empregadoras entre 2004 e 2014, segundo dados do IBGE e Pnad.
De acordo com o levantamento, calcula-se que no Brasil, em 2014, haviam cerca de 3,2 milhões de mulheres empregadoras e trabalhadoras por conta própria, que eram a principal referência na família. O número é quase duas vezes maior que o registrado em 2004, em que mais de 1,8 milhão de mulheres se encaixavam neste perfil. Em 2014, das 3,2 milhões de empreendedoras chefes de família, 35,9% eram mães solteiras e 28,8% criavam os filhos com o cônjuge. Percentual inferior a 2004, quando mais da metade das 1,8 milhão de empreendedoras (56,2%) eram mães solteiras e apenas 13,2% tinham filhos e cônjuge.
“Com a participação cada vez maior das mulheres no mercado, elas estão mais independentes e focadas na carreira. Além disso, as mulheres estão deixando para ter filhos mais tarde, quando tiverem condições financeiras propícias para dar a eles uma boa educação e qualidade de vida”, explica a analista da Unidade de Inteligência Empresarial do Sebrae Minas Venússia Santos.
O número de empreendedoras com cônjuge e sem filhos quadriplicou em 10 anos. Em 2004 eram 4,9% casadas ou com companheiro e sem filhos. Dez anos depois esse percentual chegou a 12,7%. “A queda da taxa de fecundidade atrelada ao novo padrão de vida, com maior inserção da mulher no mercado de trabalho e maior nível de escolaridade, explicam parte dessas mudanças na organização familiar”, explica a analista do Sebrae Minas.

Vendas para o Dia das Mães seguem em queda

O ticket médio do presente por pessoa deve ficar entre R$ 60,00 e R$ 120,00.

Uma pesquisa realizada pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado não aponta crescimento nas vendas para o Dia das Mães, a segunda data mais importante para o varejo depois do Natal. De acordo com a pesquisa, que coletou dados de Câmaras de Dirigentes Lojistas das principais cidades do estado, constatou-se que, se houver crescimento esse será de no máximo 1% ou 2%.
Para o presidente da Federação, Mauricio Stainoff, este Dia das Mães será de baixo retorno de vendas e sem expectativas para abertura de novas vagas, mesmo que temporárias. “As vendas nesta semana é que determinarão se o varejo irá recuperar o faturamento do ano passado, mas, de acordo com a atual situação econômica, de incertezas e aumento da carga tributária, não há muito que se comemorar”, afirma. O ticket médio por pessoa deve ficar entre R$ 60,00 e R$ 120,00.
Sem presentes com maior valor agregado, a previsão é que setores como vestuário e calçados, seguidos dos eletroeletrônicos, perfumarias e higiene pessoal sejam os mais procurados pelos consumidores para presentear nesta data. “Diante da crise econômica e política, os filhos podem optar por presentes que não tenha valor muito alto, assim não se comprometem com novas dívidas”, explica Stainoff.
Se de um lado o consumidor está receoso, do outro as empresa também estão precisando inovar para garantir um Dia das Mães mais otimista. “As empresas estão se reinventando e apesar de corte de custos, essas têm promovido ações para atrair os clientes que, por sua vez, está valorizando o dinheiro ao gastar. Vejo que um segmento que pode crescer são bens para casa, pois as pessoas têm saído menos (alimentação e passeios fora do lar) e com menos, elas estão fazendo mais”, afirma André Luis Peroni Angelo, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Barretos.

Grupo italiano assume controle da EcoRodovias

A holding italiana Gruppo Gavio, dona das empresas Società Iniziative Autostradali e Servizi (Sias) e Autostrada Torino-Milano (Astm), anunciou ontem (5) a conclusão da aquisição do controle da EcoRodovias, que administra cerca de 1,8 mil km de estradas no Brasil. A Primav, empresa do Grupo CR Almeida, detinha 64% de participação na concessionária e agora dividirá seu comando com a companhia italiana.
Avaliada em R$ 2,1 bilhões, a operação foi realizada por meio de um aumento de capital na Newco, sociedade criada pela Primav para gerir a EcoRodovias. Com isso, o Gruppo Gavio se torna o quarto maior operador de estradas pedagiadas no mundo, com uma rede de 3.320 km. Um de seus sócios, Beniamino Gavio, será presidente da Newco e vice-presidente da EcoRodovias (ANSA).

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