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Metro cúbico mais barato reduz conta de água

Caberá aos postos de combustível fiscalizar o cumprimento da medida.

A partir deste domingo (1º), a Sabesp deixará de conceder bônus e aplicar tarifa de contingência nas contas dos clientes da Região Metropolitana de São Paulo

Ou seja, desde o dia 1º de abril, quem consumiu menos ou mais água não vai pagar multa e nem receber bônus nas contas com vencimento em maio. No entanto, isso não quer dizer que os clientes não possam ter uma conta mais barata. Desde que haja consumo consciente da água, é possível sim pagar menos.
A estrutura tarifária da Sabesp sempre valorizou o cliente que consome menos água. Isto é, quanto menor o consumo do cliente, mais barato é o metro cúbico da água, pois a estrutura é progressiva. Por exemplo, o cliente residencial normal que consome até 10m³ paga R$ 2,06 por metro cúbico; entre 11m³ e 20 m³, o valor do metro cúbico é de R$ 3,23; já o consumo acima de 21m³, o cliente pagará R$ 8,07 o metro cúbico.
Logo, se o cliente reduziu o perfil de consumo de 24m³, antes da escassez para 19 m³ após a crise, ele saiu de uma faixa de R$ 8,07 para uma faixa de R$ 3,23. Ou seja, pagará menos que a metade da faixa anterior, reduzindo o consumo em 30% e diminuindo o valor da conta em quase 50%. “Isso comprova que a Sabesp sempre respeitou o cliente que consome menos água. Portanto, para as pessoas que não abrem mão do desconto na conta de água, é fundamental o consumo responsável da água”, explica a gerente de relacionamento com cliente, Samanta Tavares de Souza (Sabesp).

Cuidados durante abastecimento com gás natural

Divulgação

Tramita na Câmara o projeto de autoria do suplente de deputado Átila Nunes (PMDB-RJ), que proíbe qualquer pessoa de ficar dentro do veículo enquanto estiver sendo abastecido com Gás Natural Veicular (GNV). Para ele, é necessário criar mecanismos de proteção aos usuários para que não se exponham aos riscos de explosão durante o abastecimento dos veículos. “O objetivo é dar maior segurança no momento do abastecimento desses veículos, garantindo que ninguém permaneça no interior dos veículos enquanto estiverem sendo abastecidos”, afirmou.
Nunes explica que muitos consumidores optam pelo gás natural porque ele é mais econômico, mas o parlamentar lembra que esse combustível exige uma atenção maior para observar se não há vazamentos. “Muitos cidadãos não observam se há vazamentos no veículo, o que acaba gerando um risco de explosão, como as ocorridas recentemente em cidades do Rio de Janeiro, em que pessoas foram vitimadas por não terem tempo hábil de sair de seus veículos”, relembra o deputado. Caberá aos postos de combustível fiscalizar o cumprimento da medida, podendo interromper o atendimento caso haja descumprimento da lei, e criar uma área específica, com uma distância segura, para isolamento e proteção dos consumidores.
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico; e de Constituição e Justiça (Ag.Câmara).

Brasil e Peru assinaram acordo

Brasília - Brasil e Peru assinaram um acordo de livre comércio no setor automotivo. A partir de agora, os dois países poderão vender veículos leves e picapes sem pagamento de Imposto de Importação. O ministro Armando Monteiro, afirmou que as exportações brasileiras para o Peru devem saltar de 4 mil unidades por ano para 30 mil “em um prazo relativamente curto”.
Segundo ele, o acordo dará isonomia de mercado para as empresas brasileiras competirem com o México e Coreia que já têm acordos de livre comércio e ocupam entre 15% e 20% do mercado peruano. Monteiro lembrou que o Brasil também assinou recentemente um acordo automotivo com a Colômbia, com cotas anuais, mas que também ajudará a incrementar as vendas brasileiras na região. Ele acredita que o volume pode chegar a 100 mil unidades para Colômbia e Peru nos próximos anos (AE).

 
 
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