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Confiança do consumidor paulistano caiu novamente em abril

Consumidor está apreensivo quanto às turbulências econômicas.

Em abril, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) atingiu 87,7 pontos, queda de 1,8% em comparação ao mês anterior, quando registrou 89,3 pontos. Já na comparação anual, o recuo foi de 13,7%

A pesquisa é realizada mensalmente pela FecomercioSP e a escala de pontuação varia de zero (pessimismo total) a 200 (otimismo total). De acordo com a assessoria econômica da Entidade, o resultado foi influenciado, principalmente, pela piora da avaliação dos consumidores em relação ao momento atual.
O Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA), um dos subíndices que compõem o indicador, caiu 3%, ao passar de 53,5 em março para 51,9 pontos em abril, o menor patamar desde maio de 1999. Já o Índice de Expectativas do Consumidor (IEC), o outro componente do ICC, registrou queda de 1,5%, ao passar de 113,2 pontos em março para 111,5 pontos em abril. O indicador até ensaiou uma recuperação na virada do ano, a qual não parecia sustentável, conforme alertaram os economistas da Federação, já que a economia seguia em trajetória de deterioração, com juros altos, inflação elevada e aumento do desemprego.
Em abril, por causa principalmente da piora do mercado de trabalho, o indicador registrou a sua segunda queda mensal consecutiva, voltando assim ao patamar de dezembro. Para a FecomercioSP, parte do recuo das vendas é explicada pela excessiva cautela dos consumidores, que vêm reduzindo o consumo, privilegiando os gastos em bens de primeira necessidade e evitando se endividar. A melhora do ambiente político, acompanhada pelo rápido anúncio de medidas de ajuste da economia, portanto, pode colaborar para a retomada da confiança dos consumidores e, consequentemente, das vendas do comércio.

Redução da carga tributária para bicicletas

A produção de bicicletas no Brasil está em queda.

Quem compra uma bicicleta nova arca com mais imposto do que pagaria se estivesse adquirindo um automóvel. De acordo com levantamento da Consultoria IHS Automotive no Brasil, incorporado a um estudo da Tendências Consultoria, o imposto que incide sobre as bicicletas no país é de 40,5% em média, contra 32% dos tributos no preço final dos carros. Diante desse quadro, as associações empresariais ligadas ao setor de bicicletas estão se mobilizando para pleitear uma redução na carga tributária do produto.
Apesar da demanda por ciclovias nos grandes centros urbanos, a produção de bicicletas no Brasil está em queda: em 2015, o total de bikes comercializadas no país caiu 10%, passando de 5 milhões de unidades (em 2014) para 4,5 milhões segundo levantamento da Abradibi (Associação Brasileira da Indústria, Comércio, Importação e Exportação de Bicicletas, Peças e Acessórios). Mesmo considerando extremamente positiva a recente decisão do Confaz em excluir o setor de bicicletas e peças do regime da Substituição Tributária do ICMS, a Abradibi acredita que o mercado só irá deslanchar com a redução de outros impostos, como o PIS/COFINS e II (Imposto de Importação) para produtos sem similar nacional.
Em movimento contrário, o Governo Federal sinaliza a possibilidade de unificação dos tributos, o que seria ainda mais danoso ao setor. “Nos preocupa a sinalização do governo em unificar as contribuições, o que certamente impactará com aumento da carga tributária nas áreas de serviço e no comércio ligado à bicicleta”, afirma Isacco Douek, presidente do Conselho Diretor da Abradibi.

Caem os desembolsos do BNDES

Rio - O BNDES liberou R$ 18,1 bilhões para financiamentos já aprovados no primeiro trimestre do ano, queda nominal de 46% em relação aos valores de janeiro a março de 2015, informou nesta terça-feira, 26, a instituição de fomento. Os destaques negativos foram os projetos de infraestrutura, que receberam R$ 5,7 bilhões, 51% a menos do que no primeiro trimestre de 2015. Os desembolsos para os projetos da indústria somaram R$ 5,4 bilhões, queda de 48%, na mesma base de comparação.
Os projetos de comércio e serviços receberam R$ 3,7 bilhões no primeiro trimestre, queda de 51% em relação a igual período do ano passado. Já os financiamentos para a agropecuária desembolsaram R$ 3,2 bilhões, 11% a menos em relação ao primeiro trimestre de 2015. O primeiro trimestre também foi marcado pela queda na aprovação de novos empréstimos, que somaram R$ 13,5 bilhões, 37% abaixo do valor aprovado de janeiro a março de 2015 (AE).

 
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