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Petrobras registra mais dois recordes de produção no pré-sal

Os campos do pré-sal registraram produção recorde em dezembro.

As paradas na produção de maio foram compensadas pela antecipação na produção do Sitema Atapu

A Petrobras bateu, em maio, dois novos recordes mensais de produção no pré-sal. A produção operada pela companhia, que inclui parcela da Petrobras e de suas parceiras, atingiu seu maior nível no período, alcançando 726 mil barris por dia (bpd), com aumento de 1,6% em relação a abril (715 mil bpd). Desse total, a parcela própria atingiu nova marca histórica, de 519 mil bpd, superando em 3,2% o patamar de abril (503 mil bpd).
A produção total de petróleo e gás natural, no Brasil e no exterior, em maio de 2015, atingiu 2,766 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), 6,2% superior à produção de maio de 2014 (2,605 milhões boed) e 0,7% abaixo do volume produzido em abril (2,785 milhões boed). No Brasil, a produção total de petróleo e gás natural da Petrobras em maio alcançou 2,574 milhões boed, 0,8% inferior à de abril (2,596 milhões 596 boed). A produção exclusiva de petróleo da Petrobras chegou a 2,111milhões de barris de petróleo por dia (bpd) em maio, 1% abaixo da registrada no mês de abril (2,134 milhões bpd).
A produção de maio foi afetada por mais paradas de plataformas para manutenção. Esse efeito foi parcialmente compensado pela operação do sistema de produção antecipada do campo de Atapu, com o FPSO (sigla em inglês de plataforma que produz, armazena e descarrega petróleo) de São Vicente, no pré-sal da Bacia de Santos. Além disso, foi recuperada a produção da plataforma P-58, na área conhecida como Parque das Baleias, na Bacia de Campos, após conclusão da parada para manutenção em abril (ABr).

Educação reconhece dificuldades com cortes no Orçamento

Janine: a diferença de investimentos da universidade para o ensino básico diminuiu de 11 para 4 vezes.

 Em audiência púbica na Comissão de Educação da Câmara, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, afirmou que o Brasil não é mais um país elitista no acesso ao ensino superior, pois o acesso dos jovens a universidade subiu de 8% para 20% desde 2003. Ele prestou esclarecimentos sobre as metas de sua pasta diante do corte orçamentário feito pelo governo federal. A Educação foi a terceira área mais afetada no Orçamento, com cortes de R$ 9,42 bilhões dos R$ 48,81 bilhões aprovados pelo Legislativo. 

O ministro reconheceu as dificuldades trazidas pelos cortes. “Existe um dado de realidade. A arrecadação diminuiu. Dentro dessa realidade, qual o recorte que podemos fazer no Orçamento que seja o menos prejudicial à sociedade brasileira e que permita a continuidade dos programas de educação?”. Segundo Janine, os cortes serão direcionados a obras que ainda não tiveram início, e o custeio das universidades e institutos estão garantidos, “além dos programas de merenda, transporte e assistência escolar, que são considerados programas vitais”.
O ministro Janine informou que a diferença de investimentos da universidade em relação ao ensino básico diminuiu de 11para 4 vezes e salientou que o Brasil passou 12 anos de investimentos crescentes na Educação, período em que o Orçamento passou de R$ 18 bilhões para mais de R$ 100 bilhões. Segundo o ministro, o avanço não será prejudicado pelo fato de 2015 ser ano de ajuste fiscal (Ag.Câmara).

Políticas econômicas e exportações

Uma audiência conjunta das comissões de Assuntos Econômicos e de Ciência e Tecnologia do Senado com a participação do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o senador licenciado Armando Monteiro, vai debater a política brasileira para o setor, na próxima terça-feira (16).
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF), autor do requerimento da audiência na CCT, manifestou expectativa de que o ministro faça uma exposição sobre temas que impactem a produtividade e a competitividade no Brasil. O autor do requerimento é o senador Douglas Cintra (PTB-PE), que espera uma discussão sobre as diretrizes e perspectivas do ministério para este ano.
Em reunião na Câmara, em 6 de maio, Armando Monteiro defendeu mudanças na cobrança do ICMS a fim de acabar com a guerra fiscal entre os estados. Após constatar que apenas 20 mil empresas exportam hoje no Brasil, o ministro defendeu o engajamento dos pequenos empreendedores no comércio exterior, com a formação de consórcios de exportação (Ag.Senado).

 
 
 
 
 
 
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