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PIB do agronegócios teve queda de 1,7%

O setor paulista passa a representar 18,5% do PIB do agronegócio brasileiro e cerca de 12% do PIB total do Estado.

Pressionado pelas retrações da indústria e dos serviços, o PIB do agronegócio paulista recuou 1,7% e fechou 2015 em R$ 230 bilhões, mostra pesquisa da Fiesp em parceria com o CEPEA/Esalq/USP

O levantamento apura a geração de renda e riquezas de setores como o de insumos, incluindo os defensivos agrícolas, fertilizantes, máquinas e implementos, nutrição e saúde animal e óleo diesel utilizado na atividade.
Com a queda, a produção do setor paulista passa a representar 18,5% do PIB do agronegócio brasileiro e cerca de 12% do PIB total do Estado. Em contrapartida, o agronegócio nacional apresentou ligeira elevação de 0,54% no ano, nos três elos, fechando 2015 em R$ 1,27 trilhão, segundo as informações da CNA . O resultado nacional agregado, ainda que tenha apresentado ligeira alta, ficou distante do crescimento de 1,8% do PIB da atividade agropecuária (dentro da porteira), medido pelo IBGE para o mesmo período.
“Os fatores que estimularam o crescimento do agronegócio nacional tiveram efeitos mais restritos aqui em São Paulo”, destaca Antonio Carlos Costa, gerente do Deagro da Fiesp. “No Brasil, o segmento primário responde, em média, por cerca de 30% do PIB do setor, com as atividades industriais somando cerca de 40%. Enquanto que no estado o segmento primário responde por percentual inferior a 10% e o PIB das atividades industriais (indústrias de insumos e processamento) soma quase 50%.”
A participação do setor de insumos no PIB de São Paulo em 2015 foi de 6% do total, enquanto o segmento de serviços deteve 43%, seguido pela agroindústria, com 42%, e pela agropecuária com 9%. O PIB do setor de insumos em 2015 foi de R$ 12,5 bilhões, uma retração de 6,9% na comparação com 2014. Já a agroindústria registrou um PIB de R$ 96,2 bilhões no ano passado, 1,7% menos do que o registrado em 2014. Variação percentual semelhante foi notada no PIB do segmento de serviços, que fechou o ano em R$ 99,7 bilhões (Fiesp/Ciesp).

Conselho identifica empresas contábeis irregulares no Estado

Empresas temproario

O CRCSP divulgou que, ao longo de 2016, irá intensificar a fiscalização a mais de quatro mil organizações contábeis que estão atuando de forma irregular no estado. Essas quatro mil empresas não estão registradas na entidade, o que caracteriza infração à Lei n.º 6.839, de 1980, que dispõe sobre o registro de empresas nas entidades fiscalizadoras do exercício de profissões. Caracteriza ainda irregularidades e transgressões das normas disciplinares e éticas da profissão contábil, que facilitam o exercício da profissão contábil por parte dos não habilitados e a concorrência desleal.
O vice-presidente de Fiscalização, Ética e Disciplina do CRCSP, José Donizete Valentina, explicou que o levantamento foi resultado de um convênio entre o Conselho Federal de Contabilidade e a Receita Federal. “Essa parceria possibilitou ao CFC ter acesso às empresas abertas no Estado, com objetivo social na área de Contabilidade”. Donizete contou que o primeiro passo será a orientação aos profissionais das regiões onde a ação será intensificada. “Adotamos no Conselho uma abordagem preventiva, pois acreditamos que o papel de educar é muito mais eficaz do que punir. Seguindo este conceito, nosso objetivo é, primeiramente, ir ao encontro dos profissionais e orientá-los para que não corram riscos”.
Ele diz ainda que a entidade irá reforçar as vantagens de ser registrado no CRCSP. “O Conselho conta com uma extensa grade de atividades de Educação Profissional Continuada, visando alavancar a carreira dos profissionais. O valor da anuidade é rapidamente revertido em benefícios. É por meio do registro que o profissional encontra todo o amparo que necessita para o seu sucesso profissional”. De acordo com o vice, o segundo passo da ação será a notificação dessas quatro mil organizações, que terão o prazo de 30 dias para se regularizar.

Em 12 meses, PIB acumula queda de 4,1%, diz FGV

O Produto Interno Bruto (PIB) acumulava, em fevereiro, queda de 4,1% em um período de 12 meses. É a 14ª taxa negativa. As informações são do Monitor do PIB, divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O PIB teve, em fevereiro, recuo de 1,79% na comparação com janeiro e de 3,7% na comparação com fevereiro do ano passado. O PIB também acumulou perda de 1,1% no trimestre encerrado em fevereiro, em comparação com o trimestre encerrado em novembro de 2015, informou a FGV.
Na taxa acumulada em 12 meses, sete das 12 atividades produtivas pesquisadas tiveram queda, com destaque para a indústria de transformação (-10%), comércio (-9,3%) e construção (-7,1%). Cinco atividades tiveram alta neste período: agropecuária (1,2%), indústria extrativa mineral (1,7%), eletricidade (0,3%), intermediação financeira (0,2%) e serviços imobiliários (0,4%). Em termos de demanda, o pior resultado foi observado na formação bruta de capital fixo, ou seja, os investimentos, com queda de 15%. O consumo das famílias recuou 4,3% e o consumo de governo, 0,8%. As exportações acumulam alta de 9% e as importações, queda de 16% (ABr).

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