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Empresas mostram interesse em assumir aeroportos e rodovias

Ministro do Planejamento, Nelson Barbosa.

A economia deverá voltar a crescer a partir do segundo semestre deste ano com as medidas que o governo tem adotado, disse o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, ao participar do Programa Bom Dia, Ministro

Ele anunciou que surgiram as primeiras manifestações de interesse pela concessão dos quatro aeroportos e das 11 rodovias.
Ele reafirmou que os benefícios dos trabalhadores não estão sendo reduzidos. “Não há benefícios reduzidos. O que fizemos foi melhorar para manter a sustentabilidade dos programas”. A nova etapa do programa prevê a aplicação de R$ 198,4 bilhões com o objetivo de destravar a economia nos próximos anos. Os recursos serão usados em projetos de infraestrutura, pela iniciativa privada, como rodovias, ferrovias, aeroportos e portos.
Para as rodovias, serão destinados R$ 66,1 bilhões. As ferrovias receberão R$ 86,4 bilhões. Os investimentos nos portos somam R$ 37,4 bilhões e aos aeroportos serão destinados R$ 8,5 bilhões. Do total de recursos previstos, R$ 69,2 bilhões serão investidos entre 2015 e 2018. A partir de 2019, o programa prevê investimentos de R$ 129,2 bilhões. Dessa forma, o governo quer estimular o uso de instrumentos financeiros para canalizar recursos privados a projetos em médio e longo prazos. A expectativa de crescimento da economia com os resultados do programa é 0,5 ponto percentual ao ano, a partir de 2016 até 2018 (ABr).

BC: determinação para impedir que inflação permaneça alta

As elevações da Selic são tentativas do BC de conter a inflação.

 Determinação e perseverança são necessárias para impedir que a inflação permaneça alta por períodos longos, segundo avaliação do Copom do Banco Central (BC). Neste ano, o comitê reconhece que a inflação deve permanecer elevada, mas diz que a perspectiva de convergência para o centro da meta ao final de 2016 tem se fortalecido. A informação consta da ata da última reunião do Copom, divulgada ontem (11).

Para o Copom, a inflação está em patamares elevados, principalmente, devido ao processo de ajustes de preços relativos na economia, ou seja, realinhamento de preços domésticos em relação aos internacionais e de administrados em relação aos livres. “O comitê considera ainda que, desde sua última reunião, entre outros fatores, esses ajustes de preços relativos na economia tornaram o balanço de riscos para a inflação desfavorável para este ano”, destacou o comitê.
“Nesse contexto, conforme antecipado em notas anteriores, esses ajustes de preços fazem com que a inflação se eleve no curto prazo e tenda a permanecer elevada em 2015, necessitando determinação e perseverança para impedir sua transmissão para prazos mais longos”, acrescentou. O comitê destacou ainda que pode e deve conter os efeitos dos ajustes de preços. Nesse cenário, o comitê reafirmou que a política monetária deve manter-se vigilante (ABr).

Com prévia de junho, IGP-M acumula alta de 5,38%

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguel, teve inflação de 0,47% na primeira prévia de junho. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), com o resultado da prévia de junho, o IGP-M acumula alta de 5,38% em 12 meses. A taxa de 0,47% registrada na primeira prévia de junho é inferior à de 0,51% observada na primeira prévia de maio.
A queda da taxa foi provocada pela redução da inflação do subíndice de Preços ao Produtor Amplo, que analisa o atacado, de 0,56% em maio, para 0,35% em junho. Por outro lado, os preços no varejo e o custo da construção tiveram alta da taxa de inflação na passagem de maio para junho.
Os preços do varejo, medidos pelo subíndice de Preços ao Consumidor, registraram inflação de 0,6% na prévia de junho. Em maio, o índice foi 0,47%. O subíndice de Custo da Construção passou de uma inflação de 0,27% em maio para uma taxa de 0,9% em junho (ABr).

 
 
 
 
 

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