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Aumenta a inflação da construção civil que fica em 1,26%

No ano, a mão de obra acumula inflação de 3,42% e os materiais, de 1,55%

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), que mede a inflação para o setor, aumentou em maio para 1,26%,divulgou ontem (10) o IBGE

Em abril, o indicador havia registrado 0,5%, um resultado 0,76 ponto percentual inferior. De acordo com o IBGE, o custo nacional para a construção do metro quadrado subiu de R$ 923,58 para R$ 935,20. A maior parte dos gastos, de R$ 505,02, continua a ser relativa aos materiais, enquanto R$ 430,18 são pagos pela mão de obra.
Em maio, as duas partes do custo da construção civil subiram mais que em abril. Os materiais registraram inflação de 0,54%, 0,11 ponto percentual superior ao do mês anterior. O aumento da inflação foi mais intenso na mão de obra, que teve inflação de 2,12% em maio, índice 1,53 ponto percentual maior que em abril. No ano, a mão de obra acumula inflação de 3,42% e os materiais, de 1,55%. Já no período de doze meses encerrado em maio, a mão de obra teve alta de 7,89% e os materiais, de 3,53%.
São Paulo e o Sudeste foram respectivamente o estado e a região que tiveram as maiores altas em maio. A construção civil paulista teve variação de 3,79%, e a segunda maior do país foi a fluminense, com 3,63%. Com o resultado dos dois estados, o Sudeste teve uma variação de 2,78%, enquanto, nas outras regiões, a inflação ficou abaixo de 1%. A menor foi registrada no Centro-Oeste, com 0,26%.
O Sudeste tem o mais alto custo da construção do metro quadrado, R$ 985,87, e o Nordeste, o menor, R$ 868,48. O estado com o metro quadrado médio mais caro do país para a construção civil é o Rio de Janeiro, R$ 1.170,08 (ABr).

Mais 2 milhões de brasileiros entram para lista de inadimplentes

Os brasileiros estão com dificuldades para fazer o pagamento até mesmo de contas básicas.
 

Mais 2 milhões de brasileiros entraram para a lista de inadimplentes, entre dezembro de 2014 e maio deste ano, de acordo com dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) divulgados ontem (10). A alta nos cinco meses do ano chegou a 4,63%. A estimativa é que ao final de maio havia cerca de 56,5 milhões de brasileiros com o CPF negativado no Brasil.
Em maio, comparado com o mesmo mês do ano passado, o crescimento ficou em 4,79%. Esse crescimento é o maior desde agosto do ano passado. De acordo com o SPC Brasil, os brasileiros estão com dificuldades para fazer o pagamento até mesmo de contas básicas. O maior avanço no número de dívidas foi causado por atrasos com empresas concessionárias de água e luz, aumento de 13,31%, na comparação anual. Em segundo lugar, estão as dívidas com telefonia, internet e TV por assinatura, com crescimento de 12,02%.
A alta no segmento de bancos – com dívidas no cartão de crédito, empréstimos e seguros – chegou a 10,1%. Os bancos são os principais credores dos brasileiros, respondendo por 48,56% do toral de dívidas em atraso. A pesquisa do SPC Brasil é feita em parceria com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) (ABr).

Inflação tem a maior taxa desde 2003

A inflação oficial medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi 0,74% em maio, taxa superior a observada em abril (0,71%) e em maio do ano passado (0,46%). O dado foi divulgado ontem (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A inflação acumulada em 12 meses ficou em 8,47%, a maior desde dezembro de 2003, quando registrou 9,3%.
No ano, o IPCA acumula taxa de 5,34%, o maior percentual desde maio de 2003 (6,8%). A inflação acumulada em 12 meses ficou em 8,47%, acima do teto da meta do governo, que é 6,5%. O IPCA é considerado a inflação oficial e mede a variação de preços da cesta de compras de famílias com renda entre um e 40 salários mínimos, em dez regiões metropolitanas e três capitais brasileiras (ABr).

 
 
 
 
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