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Suínos e frangos tiveram recorde em 2015

O abate de suínos cresceu 5,7% e o de frango 5,4% em 2015 na comparação com 2014.

O abate de suínos cresceu 5,7% e o de frango 5,4% em 2015 na comparação com 2014, estabelecendo novos recordes

Os dados foram divulgados pelo IBGE e fazem parte dos resultados do abate de animais, produção de leite, couro e ovos referentes ao quarto trimestre do ano passado, divulgados juntamente com o fechamento de 2015.
Em 2015, foram abatidas 39,26 milhões de cabeças de suínos, com a série anual mostrando crescimento ininterrupto da atividade desde 2005, o que acabou culminando com o novo patamar recorde de 2015. Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná foram lideraram o abate de suínos.
O crescimento de 5,4% no abate de frangos, também um novo recorde, reflete o resultado acumulado no ano passado (abate de 5,79 bilhões de cabeças de frango), o que levou o segmento a alcançar um novo patamar recorde. O peso acumulado das carcaças no abate de frangos em 2015 alcançou 13,14 milhões de toneladas, com alta de 5% em relação a 2014. A produção de frango cresceu continuamente de 1997 a 2015, com uma única queda em 2009.
O abate de bovinos caiu 9,6% entre 2014 e 2015, com 30,64 milhões de cabeças contra 33,91 milhões em 2014. A queda teve reflexos também na produção de carcaças. Segundo o IBGE, a produção de 7,49 milhões de toneladas de carcaças bovinas em 2015 foi 7,1% menor que a do ano anterior (8,06 milhões de toneladas). A compra de couro pelos curtumes caiu 10,5% em 2015. Os curtumes declararam ter recebido 32,55 milhões de peças inteiras de couro cru bovino. A quantidade foi 10,5% menor que a registrada no ano anterior.
A compra de leite também recuou entre 2014 e 2015 atingindo 24,05 bilhões de litros no ano passado, queda de 2,8% em relação a 2014. Minas Gerais foi responsável por 26,8% da aquisição de leite. Em segundo lugar, o Rio Grande do Sul (14,5%). A produção de ovos de galinha atingiu 2,92 bilhões de dúzias em 2015, um crescimento de 3,5% comparado a 2014. A produção de ovos de galinha foi maior em todos os meses de 2015 se comparada a 2014.

Bolsa Família terá conta poupança na Caixa

Ministra Tereza Campello anunciou mudanças no Bolsa Família.

A ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, disse ontem (17) que as pessoas inscritas no programa Bolsa Família podem agora receber o benefício por meio de uma conta poupança na Caixa, não precisando mais sacar o dinheiro todo de uma vez. O beneficiário passa também a poder fazer compras com os recursos do Bolsa Família, por meio do cartão de débito, o que antes não era possível. “É um direito de formalização, de entrar no mercado bancário”, disse.
Quem desejar abrir uma conta poupança para receber a complementação de renda do programa precisa apenas apresentar o CPF na agência bancária ou casa lotérica na qual costuma sacar o benefício. No entanto, nada muda para o beneficiário caso ele escolha não possuir a conta, cuja abertura é opcional. “Primeiro, a gente não quer que o beneficiário ache que é obrigado a abrir uma conta. Segundo, ele não precisa fazer isso este mês”, disse a ministra, ressaltando que a escolha pela abertura da conta poupança pode ser feita a qualquer momento.

Empresas reduzem busca por crédito em mais de 12%

As empresas instaladas no Brasil diminuíram em 12,2% a busca por crédito, no último mês de fevereiro, comparado ao mesmo mês do ano passado, segundo mostra a pesquisa do Indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito. Na comparação com o mês anterior, no entanto, a demanda subiu 4,7%. No acumulado do ano em relação ao mesmo período de 2015, a procura recuou 11,7%.
Em fevereiro, as empresas de médio porte foram as que mais reduziram a procura
(-21,8%), na comparação o mesmo período do ano passado. Em seguida, estão as grandes companhias (-18%) e micro e pequenas empresas (-11,6%). Já entre janeiro e fevereiro, as micro e pequenas empresas lideram com aumento de 4,9% na demanda; as empresas de médio porte indicaram alta de 0,7% e as grandes, uma redução de 0,4%. Por setor, a maior queda na demanda anual foi na indústria (-13,9%), seguida pelo comércio (-12,2%) e serviços (-11,7%). O Centro-Oeste do país foi a região com o recuo mais expressivo (-13,9%). No Sudeste, a procura caiu em 13,2%; seguido do Nordeste (-10,6%); Norte (-10,4%) e Sul (-9,9%).
Na virada de janeiro para fevereiro, o segmento industrial apresentou crescimento de 4,1%; o comércio 6,3% e os serviços 3%. A região Norte foi a que mais buscou crédito (4,7%); no Sudeste e Sul a procura cresceu 4,5%; no Centro-Oeste (6,1%); e no Nordeste (6,2%). Em nota, os economistas da Serasa Experian afirmaram que “o aprofundamento da recessão econômica, o elevado grau de incerteza e as taxas de juros dos empréstimos cada vez mais elevadas, tem impactado negativamente a procura das empresas por crédito” (ABr).

 
 
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