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Consumo das famílias apresenta queda histórica em janeiro

O consumo das famílias foi recorde negativo de toda a série histórica.

O Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica (PIB Mensal) exibiu queda de 0,1% em janeiro

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a retração da atividade produtiva do país foi de 6,1%, ampliando o recuo de 5,7% observado na comparação interanual do mês anterior (dezembro).
De acordo com os economistas da Serasa Experian, a dupla queda observada na atividade econômica em janeiro, representa tanto um prolongamento quanto um aprofundamento do atual quadro recessivo do país. Pelo lado da oferta agregada, a queda de 1,0% na atividade industrial foi a responsável pela retração da atividade econômica do país em janeiro. Vale notar que o recuo interanual da indústria, isto é, a comparação janeiro/16 vs. janeiro/15, atingiu 11,7%. Tamanho tombo da atividade industrial não ocorria desde fevereiro de 2009.
Do ponto de vista da demanda agregada a retração de 1,1% observada no consumo das famílias foi a principal responsável pela queda na atividade econômica. Vale notar que na comparação interanual (jan/16 vs. jan/15), a retração de 7,6% observada no consumo das famílias foi recorde negativo de toda a série histórica.

Mercado de azeites registra queda de 23% nas importações

Divulgação

O cenário desfavorável que o Brasil atravessa vem afetando praticamente todos os segmentos. Não é diferente com o mercado de azeites que registrou retração de 23% nas importações de 2015 em relação a 2014, verificando-se uma queda de 73 mil ton, em 2014, para 56 mil ton, em 2015. Segundo a Oliva (Associação Brasileira de Produtores, Importadores e Comerciantes de Azeite de Oliveira), a desvalorização cambial aliada à crise política e econômica são os principais responsáveis pelo número negativo do setor, que tem previsão de crescimento nulo para 2016.
“A época de Páscoa é uma das mais importantes para o setor de azeites. Nada mais representativo que o peixe servido à mesa sendo regado com um bom azeite e toda a família reunida. É uma data que, historicamente, movimenta o segmento”, explica Rita Bassi, presidente da Oliva. Ela ressalta que os consumidores devem ficar atentos às ofertas de produtos com preços muito baixos. “Quem mais se beneficia desse momento atual são os produtos adulterados que são ofertados a preços abaixo de sua media do mercado. O consumidor deve desconfiar da procedência e qualidade desses produtos”, alerta.

Inflação medida pelo IGP-10 cai em março

A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) ficou em 0,58% em março, taxa inferior às observadas em fevereiro (1,55%) e em março de 2015 (0,83%). O IGP-10 acumula 2,84% no ano e 11,78% em 12 meses, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV). A queda da taxa na passagem de fevereiro para março foi provocada por uma redução no ritmo da inflação no atacado e no varejo. A taxa do Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, recuou de 1,69% em fevereiro para 0,56% em março.
O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, registrou uma taxa de 0,61% em março, ante 1,64% de fevereiro. O Índice Nacional do Custo da Construção, terceiro subíndice que compõe o IGP-10, teve alta no período, já que subiu de 0,37% em fevereiro para 0,6% em março. O IGP-10 é calculado com base em preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência (ABr).

 
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