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Arrecadação de impostos caiu 6,71% em janeiro

Claudemir Malaquias, chefe do Centro de Estudos Tributários da Receita.

O governo federal arrecadou R$ 129,38 bilhões em impostos e contribuições em janeiro de 2016

O resultado representa queda real de 6,71 % em relação ao mesmo período de 2015, com a correção pelo IPCA. O resultado é o pior para meses de janeiro desde 2011.
Na produção industrial, a queda chegou a 11,9%, na venda de bens e serviços, a 10,96%, no valor em dólar das importações, a 37,82%, e na massa salarial nominal, a 0,8%.
Outro fator que influenciou a queda na arrecadação foi a redução do IRPJ e da CSLL, um indicativo importante do setor produtivo. O recuo nesses dois tributos chegou a 3,17%. O IPI registrou queda de 31,43%, com destaque para o IPI-Fumo (-55,97%), IPI-Bebidas (-46,40%), IPI-Automóveis (-12,5%) e IPI-Vinculado à Importação (-25,15%). O IRPF totalizou R$ 1,9 bilhão, um acréscimo de 40,07%, decorrente do aumento de ganhos de capital na alienação de bens. No caso do IOF, houve crescimento de 14,59%, impactado pelo aumento do tributo sobre operações das pessoas físicas.
Segundo Claudemir Malaquias, chefe do Centro de Estudos Tributários da Receita, a retração da economia, com a forte queda no nível de emprego no ano passado, começou a refletir na arrecadação de 2016. “Com menos salários sendo pagos, há a influência no indicador da massa salarial, no consumo e na arrecadação da Previdência, por exemplo”. Ele destacou, ainda, o fim das desonerações na folha de pagamento, que teve efeito na arrecadação previdenciária de janeiro (ABr).

Aumentou a intenção das famílias de tomar empréstimos

Cresceu a proporção de pessoas que pretendem contrair empréstimos.

Neste mês, a intenção das famílias paulistanas de tomar empréstimos cresceu consideravelmente em relação ao mês passado. Após uma série de oscilações entre quedas e elevações leves, o Índice de Intenção de Financiamento registrou crescimento de 23,7% em fevereiro - porém, se comparado ao mesmo mês de 2015, o indicador retraiu 23,3%.
Os dados são da Pesquisa de Risco e Intenção de Endividamento (PRIE), elaborada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).
Segundo a Entidade, os compromissos assumidos no início do ano, como IPVA, IPTU, material escolar, entre outros, ajudaram a aumentar a proporção de pessoas que pretendem contrair empréstimos nos próximos três meses, a qual passou de 8,1% para 9,9%.
O índice de segurança de crédito, que mede a capacidade do consumidor de pagar dívidas, também registrou aumento (9,4%) no comparativo com janeiro e passou de 76,7 para 84 pontos. Em relação ao mesmo mês de 2015, a elevação foi de 8,7%. Entre os endividados, a alta mensal foi de 16,1%, enquanto entre os não endividados, o indicador subiu 5%. No comparativo anual, o índice de segurança de crédito dos endividados caiu 9,3%, enquanto o dos não endividados aumentou 27,5%.

Comércio eletrônico registrou crescimento de 15% em 2015

O comércio eletrônico registrou crescimento nominal de 15% no faturamento, movimentando R$ 41,3 bilhões em 2015. A previsão é que, até o fim do ano, o e-commerce nacional fature R$ 44,6 bilhões, o que representa um acréscimo nominal de 8%, em relação ao período anterior, de acordo com a 33ª edição do relatório WebShoppers, elaborado pela E-bit/Buscapé
“Dentro do cenário de crise econômica, com aumento de inflação, desemprego e incertezas ao longo de 2015, o e-commerce se mostrou uma excelente alternativa na busca de bons negócios para o consumidor, apresentando faturamento muito acima do registrado no varejo tradicional”, disse o fundador da E-bit, presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da FecomercioSP e vice-presidente de Relações Institucionais do Buscapé Company, Pedro Guasti.
Entre os destaques, aparece o crescimento das vendas por dispositivos móveis, que passaram a representar 12% do faturamento, na média do ano, e 14,3%, em dezembro. O número de consumidores com pelo menos uma compra pela internet chegou a 39,1 milhões, volume 3% maior na comparação com 2014. A quantidade de pedidos cresceu 3%, alcançando 106,2 milhões (ABr).

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