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Projeção para queda do PIB chega a 3,4% para este ano

A inflação, medida pelo IPCA, deve fechar este ano em 7,62%.

A projeção de instituições financeiras para a queda da economia, este ano, está cada vez maior, enquanto a expectativa de recuperação em 2017 diminui há cinco semanas seguidas

As estimativas fazem parte do boletim Focus, do Banco Central (BC), com base em projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. A estimativa para a queda do PIB, este ano, passou de 3,33% para 3,40%, no quinto ajuste consecutivo. Para 2017, a estimativa de crescimento do PIB caiu de 0,59% para 0,50%.
A inflação, medida pelo IPCA, deve fechar este ano em 7,62%. Para o próximo ano, a expectativa é que o IPCA alcance o teto da meta (6%). Em um cenário de retração da economia, as instituições financeiras não esperam por alteração na taxa básica de juros, a Selic, neste ano. Para 2017, a mediana das expectativas é que a Selic encerre o período em 12,63% ao ano, ante a projeção anterior de 12,75%.
A estimativa para o IPC-Fipe, foi mantida em 7,04%, em 2016, e em 5,40%, no próximo ano. A projeção para os preços administrados caiu de 7,70% para 7,50% este ano e permanece em 5,50% em 2017. A projeção para a cotação do dólar foi alterada de R$ 4,38 para R$ 4,36, ao fim de 2016, e segue em R$ 4,40 ao fim de 2017 (ABr).

Brasil é agora o décimo maior cotista do FMI

Divulgação

O Brasil passou a ser o décimo maior cotista do Fundo Monetário Internacional (FMI), informou o Banco Central (BC). O país subiu quatro posições após a integralização do aumento de sua cota, na semana passada. As cotas são um componente central dos recursos financeiros do FMI.
Para cada país membro é atribuída uma cota, de acordo com sua posição na economia mundial. Quanto mais forte o país, maior sua cota e seu poder de influência no fundo. O aumento se deu no âmbito da 14ª Revisão Geral de Cotas do FMI. Ao final do processo de integralização de cotas por parte dos países-membros, a ser concluído nas próximas semanas, a participação no total das cotas do Brasil no organismo subirá de 1,78% para 2,32%.
De acordo com o BC, a 14ª Revisão Geral de Cotas foi resultado de uma longa negociação no período pós-crise de 2008 e culminou em um acordo em 2010, visando dobrar os recursos regulares do FMI e aumentar a participação relativa das economias emergentes e em desenvolvimento. Entre os países que mais aumentarão a participação estão os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China), que passarão a figurar entre os dez maiores cotistas do fundo e, conjuntamente, somarão 14,2% em cotas (ou 13,5% com poder de voto) do FMI (ABr).

 
 
 
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