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Índice do aluguel tem alta de 10,95% em 12 meses

O índice é utilizado para o cálculo do reajuste do aluguel e de tarifas públicas.

O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) avançou neste começo do ano, passando de uma alta de 0,49%, em dezembro, para 1,14%, em janeiro

Essa variação é maior do que a registrada há um ano, quando o índice havia atingido 0,76%. No acumulado dos 12 meses, a taxa indica aumento de 10,95%. O índice acumulado é utilizado para o cálculo do reajuste do aluguel e de tarifas públicas, entre outros tipos de correção.
O levantamento feito pelo Ibre da FGV foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 de dezembro e 20 de janeiro. Foram constatadas elevações nos três componentes da taxa. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu de 0,39% para 1,14% e , no acumulado de 12 meses, apresentou variação acima da média do IGP-M, com 11,84%.
Entre as principais altas estão os itens de commodities (produtos primários com cotação no mercado internacional) como, por exemplo, a soja (em grão, de -2,59% para 1,83%); o minério de ferro (de -8,57% para -3,44%) e o milho (em grão, de 1,51% para 9,68%). As aves apresentaram recuo de 2,48%, ante uma alta de 2,39% para -2,48%; a cana-de-açucar teve uma subida de preço menos intensa (de 3,30% para 1,39%) e a mandioca passou de 12,23% para 4,71%).
No varejo, o IPC ganhou força ao passar de 0,92% para 1,48%. Seis das oito grupos pesquisados apresentaram acréscimos com destaque para educação, leitura e recreação (de 1,05% para 3,67%). Entre as pressões estão os cursos formais, que em dezembro estavam com preços estáveis e, em janeiro, foram corrigidos em 6,67%. Os alimentos também causaram impacto, com avanço na média de 2,36% ante uma alta em dezembro de 1,7% (ABr).

Petrobras reduz cargos em diretorias e gerências

Petrobras anuncia reestruturação e reduz funções .

A Petrobras anunciou que vai adotar um novo modelo de gestão e governança. O presidente da estatal, Aldemir Bendine, disse que o novo modelo faz parte de “um plano muito bem estruturado”, envolvendo mudanças na governança da companhia que “vão ser aprofundadas ao longo do tempo”. A Petrobras estima que vai economizar R$ 1,8 bilhão por ano com as mudanças e prevê uma redução de pelo menos 30% no número de funções gerenciais em áreas não operacionais.
Na primeira fase da reestruturação haverá redução de 14 funções na alta administração e nas diretorias, que passarão de sete para seis com a junção das áreas de Abastecimento e Gás e Energia. As funções gerenciais ligadas diretamente ao Conselho de Administração, ao presidente e aos diretores cairão de 54 para 41. As demais funções do corpo gerencial serão avaliadas na segunda etapa, prevista para fevereiro. Segundo a empresa, as nomeações e a alocação de equipes ocorrerão a partir de março.
A empresa informou que a mudança é decorrente “da necessidade de alinhamento da organização à nova realidade do setor de óleo e gás e da prioridade da rentabilidade e disciplina de capital, além de fortalecer a governança da companhia por meio de maior controle e conformidade nos processos e da ampliação dos níveis de responsabilização dos executivos”. Com as alterações houve fusão de áreas e centralização de atividades (ABr).

China volta a injetar recursos no sistema financeiro

O Banco do Povo da China injetou ontem (28) 340 bilhões de yuan (47,8 bilhões de euros) no sistema financeiro do país, na segunda tentativa, nesta semana, de melhorar a liquidez. Desde que, no dia 19 de janeiro, o Gabinete Nacional de Estatísticas revelou um crescimento da economia chinesa de 6,9% em 2015 - o ritmo mais lento dos últimos 25 anos - foram feitas cinco injeções de recursos.
As operações foram concretizadas por meio de acordos de recompra (repos), um mecanismo que pressupõe a recompra posterior dos títulos vendidos dentro de um prazo estabelecido. Na última terça-feira (26), o Banco Central chinês injetou 440 bilhões de yuan (62 bilhões de euros) no sistema financeiro chinês, a maior operação do gênero desde fevereiro de 2013.
A agência oficial chinesa Xinhua justifica as operações com a necessidade de garantir liquidez durante o Ano Novo Lunar, a principal festa das famílias chinesas, que começa no dia 8 de fevereiro. A quantia injetada no período supera em muito a do exercício de 2015, que foi de 80 bilhões de yuan (11,2 bilhões de euros) (Ag. Lusa).

 
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