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Quarta revolução industrial é tema do Fórum em Davos

Fórum Econômico Mundial discute consequências da quarta revolução industrial.

A quarta revolução industrial, que implicará a perda de 5 milhões de empregos nos próximos cinco anos nas principais economias mundiais, vai ser o tema principal do Fórum Econômico Mundial, que começou ontem(20) em Davos, Suíça

Além da perda de empregos, a quarta revolução industrial provocará “grandes perturbações não só no modelo dos negócios, mas também no mercado de trabalho nos próximos cinco anos”, indica um estudo da entidade que organiza o Fórum de Davos.
Depois da primeira revolução (com o aparecimento da máquina a vapor, da segunda (eletricidade, cadeia de montagem) e da terceira (eletrônica, robótica), surge a quarta revolução industrial que combinará numerosos fatores como a internet dos objetos ou a “big data” para transformar a economia. “Sem uma atuação urgente e focada a partir de agora para gerir esta transição a médio prazo e criar uma mão de obra com competências para o futuro, os governos vão enfrentar desemprego crescente constante e desigualdades”, alerta o presidente e fundador do Fórum de Davos, Klaus Schwab, citado num comunicado.
Esta 46ª edição do Fórum de Davos, que termina no sábado (23), ocorre num momento em que o medo da ameaça terrorista e a falta de respostas coerentes para a crise de refugiados na Europa se juntam às dificuldades que a economia mundial encontra para voltar a crescer e à forte desaceleração das economias emergentes. Apesar de ter passado quase meio século desde que começou, a atração do Fórum de Davos não diminui, pelo contrário parece reforçar-se, sobretudo tendo em conta a lista de participantes, entre os quais estão mais de 40 chefes de Estado e de Governo de todas as regiões do mundo (Ag. Lusa).

Safra de café em 2016 deve ser a
segunda maior da história

A produção brasileira de café deverá ficar entre 49,13 e 51,94 milhões de sacas do produto beneficiado.

A produção brasileira de café da safra 2016 deverá ficar entre 49,13 e 51,94 milhões de sacas do produto beneficiado. Se considerada a média de produção (50,5 milhões), esta pode ser a segunda maior safra da história, ficando atrás apenas da safra de 2002 (50,8 milhões). A previsão indica acréscimo de 13,6% a 20,1% em relação à produção de 43,24 milhões de sacas obtidas em 2015. Cada saca tem 60 quilos. Os dados foram divulgados pela Conab.
Este é um ano de alta bienalidade para o café. A característica dessa cultura faz com que a planta obtenha melhores rendimentos em anos alternados, especialmente o café arábica, independe de tratamento do solo ou de outras ações tecnológicas. Assim, esta primeira estimativa mostra crescimento de 17,8% a 24,4% na produção de arábica, que abrange 76,5% do total de café produzido no país. A Conab estima que sejam colhidas entre 37,74 e 39,87 milhões de sacas.
O resultado deve-se principalmente ao aumento de 67,6 mil hectares da área em produção, à incorporação de áreas que se encontravam em formação e renovação e às condições climáticas mais favoráveis.
A produção do café conilon, que representa 23,2% do total, é estimada entre 11,39 e 12,08 milhões de sacas, com crescimento entre 1,8 e 8% em relação à safra 2015. Esse resultado se deve, sobretudo, à recuperação da produtividade nos estados do Espírito Santo, Bahia e em Rondônia, bem como ao maior uso de tecnologias (ABr).

Bolsas europeias caem influenciadas pelo petróleo

As bolsas europeias voltaram a cair ontem (20), influenciadas pelo valor do petróleo, negociado a US$ 28, e os investidores receosos com a instabilidade das bolsas asiáticas. Por volta de 8h30 em Lisboa, o Eurostoxx 50, o índice que representa as principais empresas da zona euro, caia 3,17%, com 2.989,52 pontos. O índice PSI 20 seguia igualmente negativo, com desvalorização de 2,42%. As principais praças europeias apresentavam perdas: 1,96% em Londres e 3,27% em Paris.
As bolsas asiáticas terminaram a sessão de ontem com novas perdas, com destaque para o Japão. O Nikkei, principal índice da bolsa de Tóquio, fechou hoje a sessão com queda de 3,71%. O segundo indicador, o Topix, retrocedeu 51,44 pontos (3,70%), até aos 1338,97 pontos. O preço do barril de petróleo Brent, para entrega em março, abriu em baixa no mercado de futuros de Londres, valendo US$ 28,19, queda 1,9%.
Na agenda de ontem, no mercado internacional, os investidores estavam atentos não só à evolução do preço petróleo e dos efeitos desta nova queda das bolsas asiáticas, mas também no acompanhamento do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça (ABr).

 
 
 

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