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Ferrari estreia na Bolsa de Valores de Milão

Modelos da Ferrari em frente a Bolsa de Milão.

Após o sucesso em Wall Street, a marca italiana de carros de luxo Ferrari estreou ontem (4), na Bolsa de Valores de Milão

A medida marca uma nova era para a empresa, separada da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) recentemente. O Palazzo della Borsa, na Piazza degli Affari, amanheceu com a bandeira vermelha da companhia de Maranello e dez carros icônicos da marca expostos em sua fachada.
A marca iniciou o primeiro dia útil de 2016 sendo vendida a 43 euros sob o nome RACE (corrida em inglês), o mesmo usado em Nova York.
O presidente da Ferrari, Sergio Marchionne, disse que, com a entrada da empresa na bolsa de Milão, “é iniciado um novo capítulo, um novo começo”. O premier italiano, Matteo Renzi, por sua vez, foi ovacionado após dizer que a medida da Ferrari é um exemplo a ser seguido e que deseja neste ano que o país dê fim aos atrasos e “comece a correr mais velozmente que os demais”.
O presidente da FCA, John Elkann, e o filho do fundador da marca, Enzo Piero Ferrari, também estiveram presentes. A FCA e a Ferrari emitiram uma nota conjunta no último domingo (3), na qual informaram que foi completada a separação das atividades das empresas. O processo de divisão havia começado em julho do ano passado (ANSA).

Mercado projeta queda da economia
em 2,95% este ano

mercado temporario

A economia brasileira deve encolher 2,95%, este ano, de acordo com projeções de instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC). Esse foi o 13º ajuste consecutivo na projeção de queda do PIB.
O encolhimento da economia vem acompanhado de inflação acima do teto da meta (6,5%), em 6,87%. Na reunião do Copom deste mês, as instituições financeiras esperam que a Selic suba para 14,75%. Ao fim de 2016, a projeção para a Selic é 15,25%.
A pesquisa do BC também traz a projeção para a inflação medida pelo IGP-DI que permanece em 6,14%, este ano. Para o IGP-M, a estimativa foi ajustada de 6,48% para 6,51%. A estimativa para o IPC-Fipe segue em 5,81%. A projeção para a alta dos preços administrados permanece em 7,5%. A projeção para a cotação do dólar subiu de R$ 4,20 para R$ 4,21, no fim deste ano.
A estimativa para o déficit em transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e as transferências de renda do país com o mundo, passou de US$ 38,6 bilhões para US$ 38,5 bilhões, este ano. A estimativa para o superávit comercial subiu de US$ 33 bilhões para US$ 35 bilhões. O investimento direto no país deve chegar a US$ 55 bilhões. A dívida líquida do setor público deve chegar a 40% do PIB, de acordo com a estimativa das instituições financeiras (ABr).

Petróleo sobe após corte de relações entre Arábia Saudita e Irã

Os preços do petróleo subiram ontem (4) na Ásia, depois de a Arábia Saudita ter cortado relações diplomáticas com o Irã após a execução de um líder religioso xiita. O ministro dos Negócios Estrangeiros saudita, Adel Al Jubeir, disse que os diplomatas iranianos tinham 48 horas para deixar o país. O líder supremo do Irã afirmou que a Arábia Saudita enfrentaria “rápidas consequências” pela execução do clérigo.
O índice do barril de referência dos Estados Unidos (West Texas Intermediate - WTI), para entrega em fevereiro, subiu 1,30%, para US$ 37,52, e o barril de Brent, também para fevereiro, aumentou 1,64%, para US$ 37,89. “O petróleo começou o ano em recuperação, com os mercados asiáticos reagindo a receios de que as tensões geopolíticas no Oriente Médio possam ameaçar o fornecimento de petróleo”, disse Bernard Aw, da IG Markets de Cingapura (Ag. Lusa).

 

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