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Sistema de consórcios se destaca com mais um mês de alta

A venda de imóveis continua sendo o destaque do setor.

Enquanto a economia nacional enfrenta um período difícil, o sistema de consórcios se destaca com mais um mês de alta

De acordo com o último levantamento da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios – ABAC, 1,95 milhão de pessoas adquiriram cotas de consórcio entre janeiro e outubro, o que representa alta de 3,7% no número de consumidores em relação ao mesmo período do ano passado.
Na avaliação do gerente executivo da Racon Consórcios, Augusto Letti, o brasileiro quer investir seu dinheiro de forma segura e encontrou espaço para isso no consórcio. “As características do consórcio são atrativas ao consumidor que se planeja e sabe que a situação econômica atual será superada. O setor cresceu porque oferece ao comprador uma opção de investimento seguro, com parcelas calculadas de acordo com a realidade de cada um e isenta de juros”, explica.
A venda de imóveis continua sendo o carro chefe do setor e cresceu 45,6% nos primeiros dez meses de 2015, se comparada às vendas de 2014. Os consórcios de automóveis também apresentaram alta no período. A adesão às cotas de veículos leves, como automóveis, utilitários e camionetas, aumentou 12%, enquanto os veículos pesados, como tratores, ônibus, implementos rodoviários e agrícolas, movimentou 10,6% a mais de cotas comercializadas em relação ao mesmo período do ano anterior.

Pontualidade de pagamentos recuou em novembro

A cada 1.000 pagamentos realizados, 958 foram quitados à vista.

A pontualidade de pagamentos das micro e pequenas empresas atingiu 95,8% no mês de novembro, ou seja: a cada 1.000 pagamentos realizados, 958 foram quitados à vista ou com atraso máximo de sete dias. Este nível de pontualidade apresentou queda perante a pontualidade de 96,1% observada em outubro. Em relação ao mesmo mês do ano passado, também recuou (95,8% em 2015 contra 96,0% em 2014).
As micro e pequenas empresas do setor comercial apresentaram o maior nível de pontualidade de pagamentos: 96,4%. Nas indústrias a pontualidade de pagamentos foi de 94,5% ao passo que nas micro e pequenas empresas do setor de serviços a pontualidade foi de 95,2%
De acordo com os economistas da Serasa Experian, a necessidade de se pagar a primeira parcela do 13º salário aos seus empregados, consumindo caixa das micro e pequenas empresas, dificultaram a realização de pagamentos pontuais.
Em novembro, o valor médio dos pagamentos pontuais subiu 7,0% em relação ao mesmo mês do ano anterior (R$ 2.023 contra R$ 1.890). O valor médio mais alto foi registrado pelos pagamentos pontuais das empresas do comércio (R$ 2.072), seguido pelo das empresas de serviços (R$1.869) e, por fim, pelas micro e pequenas empresas do segmento industrial (R$ 1.826).

 

 
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