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Produção gráfica acompanha queda da indústra nacional

O setor gráfico trabalha com expectativa de nova queda da ordem de 7% em 2016.

A produção física da indústria gráfica brasileira recuou 17,4% no terceiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2014, recuo maior do que os 11,2% da indústria de transformação no período

Em relação ao segundo trimestre a diminuição foi, respectivamente, de 4,1% e de 3,2%. O cálculo é da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), com base em dados da Pesquisa Industrial Mensal do IBGE.
Esse desempenho fez o setor gráfico rever a projeção para o ano. A expectativa agora é de encolhimento de 12%, bastante superior ao -1,1%, estimado em janeiro. A explicação está, em curto prazo, na necessidade de ajustar os estoques e, no médio prazo, na combinação de dificuldades financeiras com demanda fraca. Pesquisa de confiança realizada pela Abigraf no terceiro trimestre mostrou que o setor tem um índice de endividamento de 66% (em 2014, era de 53%). 
Dois efeitos diretos dessa situação foram o aumento do fechamento de vagas no setor e a queda no índice de confiança do empresariado gráfico. De acordo com o Caged, a indústria gráfica fechou 3.111 postos de trabalho formais no terceiro trimestre, enquanto no mesmo período do ano anterior havia criado 245 novas vagas. O índice de confiança, por sua vez, despencou para 38,3 pontos em uma escala de 0 a 100, uma queda de 11 pontos em relação ao segundo trimestre. Assim, o setor trabalha com expectativa de nova queda da ordem de 7% em 2016 (Abigraf).

 

Compras com cartões devem somar R$ 1,08 trilhão em 2015

Cartões de crédito e cartões de débito: para o próximo ano, a Abecs espera crescimento de 6,5%.

Segundo projeções da Abecs, associação das empresas de cartões, as transações com cartões devem chegar à marca de R$ 1,08 trilhão em 2015, o que representa um crescimento de 8,8% em relação ao valor transacionado em 2014. Para 2016, o crescimento esperado é de 6,5%, totalizando R$ 1,15 trilhão em compras. Os brasileiros movimentaram R$ 267,8 bilhões em compras apenas no 3º trimestre, o que representa um crescimento de 8,1% em relação ao mesmo período de 2014. As compras com cartões de crédito somaram R$ 168,5 bilhões (alta de 5,6%) e as com cartões de débito, R$ 99,3 bilhões (alta de 12,6%).
Juntos, os cartões de crédito e débito registraram um total de 2,9 bilhões de transações no 3º trimestre, alta de 9,6%. O crescimento em cada modalidade foi de 8,8% em cartões de crédito e 10,4% em cartões de débito, totalizando, respectivamente, 1,4 bilhão e 1,5 bilhão de transações no período. O parcelamento sem juros do cartão de crédito foi responsável por 50,8% do volume de crédito concedido para financiar o consumo de produtos e serviços no Brasil no 3º trimestre.
No acumulado de janeiro a setembro, compras parceladas sem juros movimentaram um total de R$ 253,5 bilhões. Isso significa que, além de ser um meio de pagamento seguro e eficiente, o cartão de crédito possibilita maior inclusão financeira e garante o financiamento do comércio brasileiro com o parcelamento sem juros.
Segundo pesquisa da Abecs, 85% dos usuários de cartão pagaram o valor integral da sua última fatura e 87% têm a intenção de fazer o mesmo no próximo vencimento. Apenas 4% pagaram o valor mínimo, enquanto 6,5% fizeram o parcelamento da fatura. Isso mostra que a grande maioria das pessoas usa o cartão de crédito de forma consciente, usufruindo seus benefícios sem pagar juros.

Custos aprofundam cenário negativo nas pequenas indústrias

A 33ª rodada do Indicador de atividade da micro e pequena indústria, encomendada pelo Sindicato da Micro e Pequena Indústria (Simpi), ao Datafolha, aponta que, em novembro, 70% dos micro e pequenos industriais (MPIs) tiveram aumento de custos, atingindo o pior índice da série histórica, desde março de 2013. Destes, 60% afirmam que o maior impacto foi na alta dos custos com matéria-prima e insumos; 6% com transporte e logística e 5% com mão-de-obra e salários.
O endividamento nas MPIs continua crescendo. No mês passado, uma em cada três (32%) empresas da categoria econômica deixou de realizar algum pagamento, ante 25% em novembro de 2014. Já aqueles que recorreram a algum tipo de empréstimo para honrar seus compromissos chegam a 27%, contra 21% no mesmo período do ano passado. Dos que conseguiram algum crédito, 17% o fizeram para renegociar ou pagar dívidas e 14% para pagar despesas. O número de empresas que sofreram calotes manteve-se em alta, metade das MPIs (49%) deixaram de receber algum pagamento. Fonte: (www.simpi.org.br).

 
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