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OMS pode ser processada por alarme sobre embutidos

A Itália é um dos principais produtores mundiais de embutidos.

A Federação Italiana da Indústria Alimentícia (Federalimentare) está pensando em processar a Organização Mundial da Saúde (OMS) pela “grave imprudência demonstrada” no comunicado em que alerta que o consumo de carnes processadas pode causar câncer

O anúncio foi feito pelo presidente da entidade, Luigi Scordamaglia, para quem as conclusões são “precipitadas”, “não baseadas em dados científicos” e podem penalizar o setor.
A Itália é um dos principais produtores mundiais de embutidos, como salames e presuntos, alguns dos alimentos colocados no “Grupo 1” de agentes cancerígenos pela OMS, ou seja, aqueles que com certeza causam tumores. Segundo a organização, comer 50 gramas de carne processada por dia, algo como duas fatias de bacon, aumenta em 18% a possibilidade de se desenvolver câncer colorretal. Tais produtos estão no mesmo rol de cigarros e plutônio, embora isso não signifique que o risco representado por eles seja o mesmo.
Além disso, a OMS declarou que a carne vermelha é “provavelmente cancerígena” para humanos, ou seja, está no “Grupo 2”. De acordo com a Federalimentare, desde o alarme da Organização Mundial da Saúde, houve uma queda de 9,8% nas vendas de salame, de 14,7% nas de carne enlatada e de 17% nas de salsicha (ANSA).

Maioria dos micro e pequenos industriais temem pelo futuro

Maioria temporario

A 32ª rodada do Indicador de atividade da micro e pequena indústria, encomendada pelo Sindicato da Micro e Pequena Indústria de São Paulo (Simpi) ao Datafolha, mostra que o atual cenário de aprofundamento da crise econômica no país está causando um pessimismo geral na categoria da micro e pequena indústria.
Em outubro, 77% dos empresários afirmaram que a crise econômica prejudicou seus negócios, ameaçando o futuro de sua empresa, número que representa cerca de 221 mil MPIs em risco de fechamento no estado. Pela primeira vez na série histórica, desde março de 2013, o índice de empresários que avaliam a situação da empresa como ótima ou boa chegou aos 26%, seu pior resultado, ante 42% no mesmo período em 2014.
Cerca de 26% acreditam que a situação da empresa tende a piorar em novembro. Outro aspecto que chamou atenção na pesquisa é o endividamento, já que 24% das empresas da categoria tomaram algum empréstimo no mês passado, ante 19% em setembro. Destes, 16% o fizeram para renegociar ou pagar dívidas e 13% para obter capital de giro. Para o presidente do Smpi, Joseph Couri, medidas emergenciais precisam ser tomadas pelos órgãos competentes, devido a grave deterioração do mercado interno no universo das MPIs, conforme tendência expressa pela pesquisa.

Leilão de Reserva contrata 507,9 MW médios

São Paulo - O 8º Leilão de Energia de Reserva foi concluído na sexta-feira (13). O certame terminou com a contratação de 507,9 MW médios de energia, a serem gerados por 53 empreendimentos, dos quais 33 projetos solares e 20 eólicos. O preço médio da energia comercializada ficou em R$ 249/MWh, com deságio médio de 15,35% sobre os valores estabelecidos inicialmente pela Aneel. Foram negociados 89,045 milhões de MWh.
No caso dos projetos fotovoltaicos, o preço médio foi de R$ 297,75/MWh, deságio de 21,9% sobre o preço teto de R$ 381/MWh estabelecido pela Aneel. Já a energia eólica contratada hoje será vendida a um valor médio de R$ 203,46/MWh, com deságio de 4,5% sobre os R$ 213/MWh máximos determinados pela agência reguladora. O valor da energia solar vendida hoje ficou abaixo dos R$ 301,79/MW do último leilão de reserva, realizado em agosto passado, a R$ 297,75/MWH, deságio de 21,9%.
O leilão movimentou R$ 22,171 bilhões com a contratação de energia, a ser fornecida por um período de 20 anos de contratação. O fornecimento terá início em novembro de 2018 (AE).

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