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IBGE prevê safra 1,9% menor na primeira estimativa de 2016

Arroz, milho e soja, somados, representaram 92,7% da estimativa da produção.

A primeira estimativa para a safra 2016 indica safra agrícola 1,9% menor do que a produção deste ano

Segundo dados divulgados pelo IBGE, a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas para o próximo ano foi estimada em 206,5 milhões de toneladas, redução de 4,1 milhões de toneladas em relação à safra recorde deste ano, que deverá atingir 210,6 milhões de toneladas. Na avaliação dos técnicos do instituto, a redução da safra do próximo ano deve-se às menores produções previstas para as regiões Norte (-11,5%), Sul (-1,2%) e Centro-Oeste (-4,5%).
Já as estimativas do levantamento de 2015 indicam que a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas de 210,6 milhões de toneladas, será 8,2% superior à obtida em 2014 (194,6 milhões de toneladas) e menor 331.303 toneladas (-0,2%) que o levantamento de setembro. A estimativa da área a ser colhida é 57,8 milhões de hectares, apresentando acréscimo de 1,9% frente à área colhida em 2014 (56,7 milhões de hectares), e redução de 23.982 hectares em relação ao mês anterior. Arroz, milho e soja, os três principais produtos deste grupo, somados, representaram 92,7% da estimativa da produção e responderam por 86,3% da área a ser colhida.
Em relação ao ano anterior, houve acréscimos de 5,9% na área da soja, de 1,3% na área do milho e na área de arroz houve redução de 6,1%. No que se refere à produção, houve acréscimos de 3,0% para o arroz, 11,7% para a soja e de 7,4% para o milho. De acordo com o levantamento regional, a região Centro-Oeste, com 89, 7 milhões de toneladas continua a maior área produtora do país no volume de produção de cereais, leguminosas e oleaginosas. Em seguida, vem a região Sul, com a produção de 76,9 milhões de toneladas; a região Sudeste produziu 19,4 milhões de toneladas; no Nordeste, a produção foi 16,9 milhões de toneladas e no Norte do país, a produção foi 7,7 milhões de toneladas (ABr).

Vendas de imóveis novos caíram 13% em setembro

Na comparação com setembro do ano passado, a queda foi muito maior: 50,1%.

As vendas de imóveis novos caíram 13,3%, na capital paulista, no mês de setembro, aponta pesquisa divulgada pelo Secovi-SP. Foram comercializadas 1.392 unidades residenciais novas ante 1.606 vendidas em agosto. Na comparação com setembro do ano passado, a queda foi muito maior: 50,1%. Naquele período foram comercializadas 2.787 unidades. Segundo o Secovi-SP, essa forte oscilação tem relação com a base de comparação, porque setembro de 2014 foi o terceiro melhor mês em termos de vendas e lançamentos no ano passado.
No acumulado de janeiro a setembro deste ano, foram comercializadas 13.698 unidades, com variação negativa de 4,7% comparado ao mesmo período de 2014, que totalizou a venda de 14.374 unidades. No período de 12 meses - outubro de 2014 e setembro de 2015 - foram vendidas 20.900 unidades, variação de -5,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram vendidas 22.102 unidades.
O levantamento mostra ainda que, há dois meses, os imóveis de dois dormitórios mantiveram a liderança das vendas, com 44% do total comercializado (612 unidades), seguidos pelos imóveis de um dormitório, com 24,6% (343 unidades), de três dormitórios, com 23,9% (333 unidades), e de quatro ou mais dormitórios, com 7,5% (104 unidades). De acordo com o Sindicato da Habitação, havia na cidade de São Paulo no fim de setembro 26.195 unidades disponíveis para venda, o menor volume do ano (ABr).

Aeroporto Afonso Pena é o mais bem avaliado

Pesquisa da Secretaria de Aviação Civil, divulgada ontem (10), mostra que a satisfação dos passageiros com os aeroportos brasileiros melhorou no terceiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo o documento, 84% dos passageiros avaliaram bem os 15 terminais aeroportuários, no período de junho a setembro deste ano. O mais bem avaliado foi o Aeroporto Internacional Afonso Pena, localizado no município de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.
De acordo com o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha, o resultado da pesquisa mostra que, em uma escala de 1 a 5, os passageiros deram notas entre 4 e 5 aos 15 aeroportos que movimentam mais de 80% da população. O terminal Afonso Pena teve nota 4,51, seguido por Guarulhos, com 4,41. Em terceiro lugar na avaliação dos passageiros ficou o terminal do Recife, com nota 4,39.
Os entrevistados consideraram ruins ou muitos ruins os serviços de internet sem fio (wi-fi) disponíveis nos 15 aeroportos. Segundo a pesquisa, apenas o aeroporto de Campinas dispõe de tomadas elétricas em número suficiente para atender aos passageiros. Nos demais terminais, segundo os usuários, há deficiência na oferta dessas tomadas. A pesquisa ouviu 13 mil passageiros de junho a setembro.

 
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