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Usina de Teles Pires inicia operação comercial

Aneel autoriza primeira unidade de usina Teles Pires a gerar energia.

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, informou que a Usina Hidrelétrica de Teles Pires começou a operar comercialmente neste sábado (6)

A usina fica nas proximidades das cidades de Paranaíta, em Mato Grosso, e Jacareacanga, no Pará. Quando finalizada, a usina terá capacidade instalada de 1.820 megawatts (MW), gerados a partir de cinco turbinas, cada uma com capacidade de 364 MW. É a maior usina do Complexo, formado por seis hidrelétricas.
“O teste já foi encerrado e já está entrando a comercialização da primeira máquina. Acabei de receber a confirmação do ONS [Operador Nacional do Sistema Elétrico] que está tudo ok”, disse o ministro. “Será a geração plena da primeira máquina”, acrescentou. A geração efetiva será, por enquanto, a metade da capacidade já que o nível da água no reservatório ainda está baixo. “Portanto o fator de capacidade deve estar na ordem de 50%, 55%, gerando por volta de 180 MW ou 190 MW” (ABr).

Custo da construção acumula alta de 6,03% em 12 meses

Os materiais de construção tiveram aumento de preços de 0,18%, chegando a um custo de R$ 513,41 por metro quadrado.

O custo da construção cresceu 6,03% em 12 meses, chegando ao valor de R$ 960,17 por metro quadrado, em outubro deste ano, segundo dados do Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apenas em outubro, a alta de preços chegou a 0,27%.
Em outubro, a inflação da construção foi influenciada principalmente pela mão de obra, que ficou 0,37% mais cara no mês, passando a custar R$ 446,76 por metro quadrado. Já os materiais de construção tiveram aumento de preços de 0,18%, chegando a um custo de R$ 513,41 por metro quadrado.
Entre os estados, as maiores altas do custo da construção foram observadas no Pará (4,87%) e em Roraima (1,83%). Nove estados tiveram deflação (queda de preços), com destaque para Minas Gerais (-0,3%) e Mato Grosso do Sul (-0,21%) (ABr).

Greve de petroleiros não afeta abastecimento

O superintendente da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Aurélio Amaral, disse não ter recebido, até o momento, informação sobre interrupção de abastecimento de combustíveis devido à greve dos petroleiros. Segundo ele, os problemas identificados têm sido pontuais e compensados por meio de um plano de contingência que prevê, por exemplo, autorizações de contratações especiais de distribuidoras, além da busca por polos de abastecimentos alternativos.
“Por hora não temos notícia de interrupção no abastecimento ou no suprimento de combustíveis. As distribuidoras continuam retirando seu produto e têm seus estoques operacionais”, disse Amaral. “Na Bahia tivemos um ou outro problema em função da característica do fornecimento de uma base, por via rodoviária, onde houve de piquetes”, disse. Neste caso chegou a haver interrupção do fornecimento, mas não houve desabastecimento.
“A situação é de certa normalidade. Enquanto as refinarias estiverem produzindo, é vida normal que segue. Enquanto tiver [refinaria] produzindo, se tem fornecimento”, acrescentou (ABr).

AMBEV FECHA SUA FÁBRICA EM NATAL

A Ambev anunciou o fechamento de sua cervejaria na cidade de Natal, após mais de 20 anos de atuação no Estado. A medida resulta na demissão de cerca de 300 funcionários diretos e terá impacto em 15 mil empregos gerados pela cadeia produtiva de cerveja no Rio Grande do Norte. A desativação da fábrica deve ser totalmente finalizada até o final do ano. A decisão foi tomada após análise dos reflexos que o aumento do ICMS sobre bebidas frias trará para a empresa no Estado. 
As novas alíquotas, de 29% para cerveja e 18% para refrigerantes, aliadas ao fim do incentivo fiscal anteriormente existente, não justificam a manutenção da operação fabril da Ambev no Estado. 
Como a demanda por bebidas é sensível a aumentos de preços acima da inflação, isso levaria a uma queda do volume de vendas. Diante desse cenário, a empresa optou por transferir a operação para Estados vizinhos. Os pontos de venda e consumidores do Rio Grande do Norte continuarão a ser atendidos, mas agora, com bebidas produzidas em outros Estados.

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