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Custo da construção civil alcança 0,27% em outubro

O índice referente à mão de obra não apresentou variação.

O Índice Nacional de Custo da Construção variou 0,27% em outubro, percentual acima do mês anterior, que registrou 0,22%, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV)

A categoria materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,57%. No mês anterior, a taxa foi 0,46%. O índice referente à mão de obra não apresentou variação, pelo segundo mês consecutivo.
Apenas materiais e equipamentos apresentaram variação de 0,62%. No mês anterior, a taxa foi 0,34%. Três dos quatro subgrupos dessa categoria apresentaram acréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para instalação, cuja taxa passou de 0,41% para 1,30%. A parcela relativa a serviços passou de uma taxa de 0,92%, em setembro, para 0,37%, em outubro. Neste grupo, destaca-se a desaceleração do subgrupo projetos, cuja variação passou de 2% para 0,43%.
Entre as capitais brasileiras, quatro apresentaram aceleração em suas taxas de variação: Brasília (passou de zero para 0,69%), Recife (de -0,18% para 0,07%), Rio de Janeiro (de -0,02% para 0,28%) e Porto Alegre (de 0,21% para 0,3%). Registraram desaceleração Belo Horizonte (0,3% para 0,14%) e São Paulo (0,36% para 0,23%). Salvador manteve a mesma variação do mês anterior, de 0,18% (ABr).

Taxa de juros para pessoa física chega a 62,3%

A taxa de juros do cartão de crédito chegou a 414,3% ao ano.

As taxas de juros continuaram a subir, em setembro, de acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados ontem (27). A taxa de juros cobradas das pessoas físicas subiu 1,1 ponto percentual de agosto para setembro, quando ficou em 62,3% ao ano. As empresas pagaram 0,6 ponto percentual a mais, com taxa em 29,3% ao ano. A inadimplência das famílias, considerados atrasos superiores a 90 dias, subiu 0,1 ponto percentual para 5,7%. Já para as empresas, a inadimplência caiu 0,1 ponto percentual para 4,1%.
As taxas de juros que mais subiram para as famílias foram a do cartão de crédito e do cheque especial, que chegaram a 414,3% ao ano e a 263,7% ao ano. A taxa do cheque especial subiu 10,5 pontos percentuais e a do rotativo do cartão de crédito, 10,8 ponto percentual, de agosto para setembro. A taxa para a compra de veículos subiu 0,8 ponto percentual para 25,6% ao ano. Já a taxa do crédito consignado caiu 0,2 ponto percentual para 27,6% ao ano.
Esses dados são do crédito livre, em que os bancos têm autonomia para aplicar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros.
No caso do direcionado (empréstimos destinados aos setores habitacional, rural e de infraestrutura) a taxa média de juros caiu 0,1 ponto percentual para pessoas físicas (9,8% ao ano) e 0,8 ponto percentual para as empresas (9,7% ao ano).
O saldo total do crédito chegou a R$ 3,160 trilhões, com alta de 0,8% no mês e de 9,1%, em 12 meses. O saldo do crédito livre chegou a R$ 1,608 trilhão e o direcionado a R$ 1,551 trilhão (ABr).

Governo reduz imposto para carro elétrico

Brasília - A Câmara de Comércio Exterior (Camex) reduziu de 35% para zero a alíquota do Imposto de Importação para carros elétricos e movidos a células de combustível. Em nota, a Camex informou que a decisão foi tomada após amplo debate sobre o tema e visa incluir o Brasil em novas rotas tecnológicas, que disponibilizam ao consumidor veículos de maior eficiência energética, baixo consumo de combustíveis e reduzida emissão de poluentes.
“Tais medidas estão alinhadas à política de fomento para novas tecnologias de propulsão e atração de novos investimentos para produção nacional desses veículos”, completa o texto da Camex, que
ampliou ainda a redução de tarifas de importação para carros híbridos. As alíquotas foram de 35% para zero, 2%, 4%, 5% e 7%, de acordo com a eficiência energética do veículo e agregação de valor no Brasil.

 

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