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Malásia abre mercado de frango para mais quatro frigoríficos

Agora, são cinco frigoríficos brasileiros que podem exportar frango para a Malásia.

Quatro novos frigoríficos brasileiros foram habilitados para exportar carne de frango para a Malásia, informou a secretária de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Tatiana Palermo

Atualmente, apenas um frigorífico nacional está habilitado a vender para a Malásia. Mas, segundo a secretária, os contatos entre os governos dos dois países têm se intensificado na área comercial. O ministério programa, inclusive, uma missão oficial da ministra Kátia Abreu àquele país.
Agora, são cinco frigoríficos brasileiros que podem exportar frango para a Malásia. “Vamos trabalhar para habilitar outras plantas, adequando-as às rígidas normas de abate halal (para consumo dos muçulmanos)”, acrescentou a secretária. Com a habilitação anunciada, a Associação Brasileira de Proteína Animal estima que o Brasil deve exportar 15 mil toneladas de carne de frango ao ano para o país asiático, o que representa 31% do total de 48 mil toneladas importadas anualmente pela Malásia.
A entidade calcula que a balança comercial brasileira será incrementada com divisas anuais de US$ 35 milhões. A habilitação das novas plantas de carne de frango faz parte do esforço que o Ministério da Agricultura tem feito para ampliar as exportações brasileiras e conquistar novos mercados. Semana passada, o ministério assinou com o Serviço Federal de Vigilância Veterinária e Fitossanitária da Rússia protocolo que viabilizará a habilitação de 74 empresas brasileiras exportadoras de tripas (ABr).

Fluxo de pessoas em shoppings caiu em setembro

O movimento negativo tem preocupado os varejistas que já pensam em reduzir a contratação de temporários para o Natal.

A atividade comercial em shoppings no Brasil no mês de setembro manteve a tendência de queda observada em agosto, segundo o Iflux, indicador específico do mercado de shopping, desenvolvido pelo IBOPE Inteligência e pela Mais Fluxo, que revela o grau de aquecimento ou movimentação do setor. Mesmo com um percentual ligeiramente superior, o resultado ainda foi negativo: -1,7% em relação ao mesmo mês de 2014.
Existem atualmente em operação no país 490 shoppings que receberam em setembro um total de 318 milhões de visitas. Isso representa uma perda de 5,4 milhões de visitas no mês, ou 180 mil visitas por dia, em média. Setembro é, tradicionalmente, um mês de menor movimento no comércio varejista, uma vez que não conta com nenhuma data comemorativa.
Neste ano, setembro ficou 5% abaixo do mês de agosto. O movimento negativo tem preocupado os varejistas que já pensam em reduzir ou mesmo não realizar a contratação de temporários para o período de festas. Ao mesmo tempo, alguns empresários planejam promoções agressivas para brigar pelo cliente nas compras natalinas.

Criticado o aumento do IPI sobre o vinho

A senadora Ana Amélia (PP-RS) quer mudanças na MP 690, que aumenta o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) incidente sobre as chamadas bebidas quentes produzidas no Brasil, que incluem vinho, uísque, cachaça e licores, entre outras. Segundo a parlamentar, o vinho nacional pagava, até a edição da medida provisória, taxa de IPI de R$ 0,73 por garrafa. Com a MP, será cobrado 10% sobre o valor do produto na saída da indústria. Assim, uma bebida de R$ 40 deixará de pagar R$ 0,73 de imposto e será taxada em R$ 4.
Ana Amélia ressaltou a importância da produção do vinho para o estado do Rio Grande do Sul. Contou que há dez anos, 90% do espumante consumido no Brasil eram importados. Hoje, 95% têm origem no país. Ela teme pelos prejuízos à vitivinicultura nacional, em consequência do aumento do preço ao consumidor. “O comprador atravessa a fronteira para o Uruguai, para a Argentina para buscar por contrabando e aí não paga nenhum tipo de imposto. Não podemos sacrificar esse setor, que é extremamente importante. São milhares de famílias”, ressaltou (Ag.Senado).

 

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