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Setor de franquias cresceu 6,4% no primeiro semestre

O faturamento do setor de franquias nacional teve crescimento de 6,4% no primeiro semestre.

Petrobras temporario

As redes de franquia “estão performando acima da média dos negócios independentes", diz o presidente da ABF, André Friedheim. Foto: Antonio Cruz/ABr

A receita subiu de R$ 79,496 bilhões para R$ 84,586 bilhões. Os dados são da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Nos últimos 12 meses, a receita do mercado de franchising evoluiu 6,9%, atingindo R$ 179,933 bilhões. Já no segundo trimestre o setor registrou crescimento nominal de 5,9%, em comparação a igual período do ano passado, com a receita evoluindo de R$ 40,734 bilhões para R$ 43,122 bilhões.

Segundo o presidente da ABF, André Friedheim, as redes de franquia “estão performando acima da média dos negócios independentes. Temos marcas fortes, ganho de escala, muita inovação”, disse. Ele relatou que o mercado de franquias tem novos formatos que permitem que as empresas sejam mais eficientes na sua operação. Apesar do resultado positivo,segundo o presidente da ABF, o setor já apresentou números mais positivos que os atuais, que sofreram o efeito da crise econômica.

De acordo com a ABF, o setor franqueado que mais cresceu no segundo trimestre de 2019 foi o de serviços e outros negócios (8,9%). Em segundo lugar, serviços educacionais tiveram expansão de 8,7%, revelando áreas novas, como ‘games’ (jogos) e robótica, além das franquias de escolas de idiomas. Em terceiro posto aparece comunicação, informática e eletrônicos, com alta de 8,5%.

O total de empregos diretos gerados pelo setor de franquias aumentou 10% no segundo trimestre, comparativamente ao mesmo trimestre do ano anterior. O número de trabalhadores com carteira assinada subiu de 1.224.987 para 1.348.235 (ABr).

Mercado financeiro espera por menos inflação para este ano

Turismo temporario

Para o mercado financeiro, ao final de 2019 a Selic estará em 5% ao ano. Foto: fcdlrj.org.br/reprodução

Agência Brasil

O mercado financeiro reduziu a projeção para o crescimento da economia e a estimativa de inflação para este ano. Segundo o boletim Focus, pesquisa divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), a previsão para a expansão do PIB foi ajustada de 0,83% para 0,80% em 2019. A previsão para 2020 também caiu, ao passar de 2,20% para 2,10%. Para 2021 e 2022 não houve alteração nas estimativas: 2,50%.

A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 3,71% para 3,65%, este ano. Para 2020, a estimativa caiu de 3,90% para 3,85%. Não houve alteração nas estimativas para os anos seguintes: 3,75%, em 2021, e 3,50%, em 2022. A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,5% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Para o mercado financeiro, ao final de 2019 a Selic estará em 5% ao ano. Para o final de 2020, a estimativa passou de 5,50% para 5,25% ao ano. No fim de 2021 e 2022, a previsão segue em 7% ao ano. A previsão para a cotação do dólar ao fim deste ano subiu de R$ 3,78 para R$ 3,80 e, para 2020, permanece em R$ 3,81.

Negociações com a China vão começar em breve

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou ontem (26), em Biarritz, França, onde ocorre a cúpula do G7, que as negociações comerciais com a China vão começar "muito em breve". Pequim contatou os negociadores norte-americanos propondo um retorno à mesa das negociações, revelou Donald Trump, admitindo a possibilidade de um acordo para acabar com a guerra comercial entre as duas potências.

Trump disse o presidente da China, Xi JinPing, é um "grande líder", acrescentando que tem por ele grande respeito, e que aprecia o desejo dele por um acordo feito com calma. O vice-presidente chinês, Liu He tinha dito, no início da sessão de ontem da Bolsa de Shangai, que a China estava disposta a resolver a guerra comercial com os Estados Unidos, opondo-se firmemente à escalada do conflito.

A notícia e a confirmação posterior de negociações, pelo presidente norte-americano, teve um impacto positivo imediato na bolsa chinesa, detendo a queda acentuada da moeda chinesa face ao dólar (RTP/ABr).

INSS começou a pagar a primeira parcela do 13º dos aposentados

Agência Brasil

O INSS começou a pagar ontem (26) a primeira parcela do 13º salários dos aposentados e pensionistas. A data de pagamento varia de acordo com o número final do benefício. A antecipação vai beneficiar aqueles que, durante o ano, tenham recebido auxílio-doença, auxílio-acidente, aposentadoria, auxílio-reclusão ou pensão por morte e demais benefícios administrados pelo INSS que também façam jus ao abono anual. A parcela dos 50% restantes será paga no fim do ano.

“É o cronograma normal de pagamento. Você recebe sua aposentadoria, ou sua pensão, acrescido dos 50% [do décimo terceiro]", disse o secretário especial de Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho, ao anunciar a medida no último dia 5 de agosto, em entrevista à imprensa. O presidente Jair Bolsonaro transformou a antecipação dos pagamentos em regra. Anteriormente, a gratificação em agosto era determinada com assinatura de decreto presidencial a cada ano.

“Com a medida, a partir de agora, haverá previsibilidade para que, no futuro, os aposentados e pensionistas do INSS possam se programar, uma vez que terão uma garantia real de que receberão esse adiantamento no mês de agosto. Não dependerão mais do poder discricionário do presidente da República na ocasião”, disse o secretário.

A antecipação representará uma injeção de R$ 21,9 bilhões na economia neste terceiro trimestre. Terão direito à primeira parcela do abono anual cerca de 30 milhões de benefícios. Não haverá desconto de Imposto de Renda nessa primeira parcela, que será cobrado apenas em novembro e dezembro, quando for depositada a segunda parte do abono.

Acordo com países do Efta ampliará mercado

Agência Brasil

O acordo entre o Mercosul e o bloco de países europeus da Associação Europeia de Livre Comércio (Efta) vai ampliar mercados para produtos brasileiros e aumentar a competitividade da economia nacional. Na sexta-feira (23), após 10 rodadas de negociações, iniciadas em 2017, os dois blocos chegaram a um acordo comercial, que terá de ser votado pelos parlamentos dos países-membros para entrar em vigor.

O mercado brasileiro terá facilidade de acesso ao bloco formado por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein, que têm PIB de US$ 1,1 trilhão e população de 14,3 milhões de pessoas. Após entrar em vigor, o acordo permitira acesso preferencial para produtos agrícolas exportados pelo Brasil, por meio isenção de tarifas ou cotas, e a abertura de oportunidades comerciais a diversos produtos, como carne bovina, carne de frango, milho, farelo de soja, melaço de cana, mel, café torrado, frutas e sucos de frutas.

"Segundo estimativas do Ministério da Economia, o acordo Mercosul-Efta representará um incremento do PIB brasileiro de US$ 5,2 bilhões em 15 anos. Estima-se um aumento de US$ 5,9 bilhões e de US$ 6,7 bilhões nas exportações e nas importações totais brasileiras, respectivamente, totalizando um aumento de US$ 12,6 bilhões na corrente comercial brasileira. Espera-se um incremento substancial de investimentos no Brasil, da ordem de US$5,2 bilhões, no mesmo período", diz a nota conjunta dos ministérios das Relações Exteriores, da Economia e da Agricultura.

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