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Governo federal digitalizou 315 serviços em 2019

O governo federal apresentou, de forma oficial, o portal único federal, o GOV.BR, que deverá abrigar todos os sites de órgãos públicos federais até o final do ano que vem.

Petrobras temporario

A nova plataforma já oferece 315 serviços públicos completamente digitalizados. Foto: Valter Campanato/ABr

Entre as novidades da nova plataforma está a oferta de 315 serviços públicos completamente digitalizados, como pedidos de aposentadoria, salário-maternidade, carteira digital de trânsito, entre outros.

"O Brasil é o quarto país em conexão à internet, são mais de 140 milhões de pessoas utilizando a internet. Estão sendo passados para um único portal cerca de 1,6 mil portais governamentais, estão sendo todos colocados no portal GOV.BR", destacou o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos.

"É uma plataforma que vai reunir produtos e informações de serviços do governo, tudo num único clique, e, de forma fácil, transparente, intuitiva, a população vai ter acesso direto aos serviços", afirmou o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Jorge Oliveira. Entre os serviços digitalizados destacam-se os do INSS, como o simulador de aposentadoria e até a requisição do benefício.

De acordo com o presidente da autarquia, Renato Vieira, 90 dos 96 serviços disponibilizados ao cidadão pelo órgão já foram digitalizados. A expectativa do governo é que, após a migração de todos os sites do governo federal para o portal único, cerca de mil serviços públicos federais estejam disponíveis na internet (ABr).

Emprego formal cresceu pelo quarto mês consecutivo

Turismo temporario

Esse esperado aumento de vendas vai chegar em muito boa hora. Foto: Freepik/CNC

Dados do Caged, divulgados na sexta-feira (23), mostram a abertura de 43.820 vagas de trabalho com carteira assinada em julho, um crescimento de 0,11% em relação ao estoque de junho. Também houve crescimento no emprego se considerados os resultados dos sete primeiros meses do ano. De janeiro a julho foram abertas 461.411 vagas formais, variação de 1,20% sobre o estoque. Em 2018, no mesmo período, as novas vagas tinham somado 448.263.

Nos últimos 12 meses, o saldo ficou positivo em 521.542 empregos, variação de +1,36%. Assim como no acumulado do ano, os últimos 12 meses tiveram crescimento maior do que no período anterior. Em 2018, o saldo tinha ficado positivo em 286.121 vagas. O secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo, destaca que os dados do Caged revelam que houve crescimento do emprego formal nos sete primeiros meses do ano, superior ao mesmo período do ano anterior.

No mês, o destaque foi para o setor da construção civil, que apresentou resultados melhores que nos meses anteriores, reflexo de investimentos recentes no setor, especialmente no estado de Minas Gerais. “O mercado de trabalho tem apresentado sinais de recuperação gradual, em consonância com o desempenho da economia. O governo vem adotando medidas de impacto estrutural e esperamos reflexos positivos no mercado de trabalho, na medida do aprofundamento das reformas”, disse Dalcolmo.

Principal destaque do mês, a Construção Civil teve saldo de 18.721 novos postos de trabalho. Os subsetores de construção de rodovias e ferrovias, principalmente em Minas Gerais e Pará; construção de edifícios, especialmente em São Paulo e Pará; e obras para geração e distribuição de energia elétrica e para telecomunicações, sobretudo em Minas Gerais e Bahia, foram os maiores contribuidores para o resultado (MTE.GOV).

Ex-presidente da Petrobras é alvo de operação da Lava Jato

Baseada na delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci, a Polícia Federal deflagrou na sexta-feira (23) a 64ª fase da Operação Lava Jato.
Denominada Pentiti, entre os alvos da ação estão a ex-presidente da Petrobras, Graça Foster, e o fundador do banco BTG Pactual, André Esteves. Cerca de 80 policiais foram às ruas cumprir 12 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

As medidas cautelares foram autorizadas pela 13ª Vara Federal de Curitiba. O objetivo das autoridades é apurar irregularidades na venda de ativos da Petrobras ao banco BTG, e informações de recursos contabilizados em uma planilha chamada Programa Especial Italiano, gerida por um setor da Odebrecht. A PF informou que também investiga os crimes de lavagem de capitais, organização criminosa e corrupção passiva e ativa. Além disso, as ações "podem ter lesado os cofres públicos em pelo menos US$ 1,5 bilhão".

Ainda de acordo com a instituição, o nome da operação deflagrada "significa arrependidos e faz referência a termo empregado na Itália para designar pessoas que integraram organizações criminosas e, após suas prisões, decidiram se arrepender e colaborar com as autoridades para o avanço das investigações". Foster, que é alvo da operação, presidiu a Petrobras entre fevereiro de 2012 e fevereiro de 2015 (ANSA).

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