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Ministério deve definir modelo de participação de Angra 3 este mês

O secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Reive Barros dos Santos, disse que até o final deste mês deverá ser definido o modelo de participação da Usina de Angra 3.

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A previsão é que Angra 3 esteja concluída em 2026. Foto: Divulgação PAC

O secretário disse que a previsão é que Angra 3 esteja concluída em 2026. “Até o final de agosto definimos a modelagem da participação da iniciativa privada. Em seguida, tem a competição, de tal sorte que possamos, em meados de 2020, começar efetivamente a retomada da obra e concluí-la, definitivamente, em janeiro de 2026”, disse.

Mais de 60% da Usina de Angra 3 foi construída, a um custo de quase R$ 10 bilhões. Para concluir a obra faltam mais R$ 15 bilhões que devem vir do parceiro privado que será selecionado a partir da definição do modelo. O secretário explicou que a obra é importante para dar uma grande confiabilidade energética para a Região Sudeste. “É uma usina de geração de energia limpa. Uma usina em que a produção de energia e o fator de capacidade é da ordem 99%, com alta confiabilidade. Isso significa dizer uma geração mais próxima da carga, com redução de custos de transmissão e de perda”, disse.

Santos disse que também é importante em relação a Angra 3 é que a usina utiliza combustível nacional. “É um combustível nacional disponível e isso faz com que tenhamos uma indústria mais competitiva. E quando se desenvolve a indústria nuclear, você traz não só atributo para a geração de energia mas a perspectiva de continuar com o país na vanguarda que queremos”, disse, ressaltando que a tecnologia nuclear é desenvolvida também nas áreas de medicina e agricultura, por exemplo.

Segundo informações da Eletronuclear, quando entrar em operação comercial, a usina de Angra 3 terá potência de 1.405 megawatts, com capacidade de gerar mais de 12 milhões de megawatts-hora por ano, energia que seria suficiente para abastecer as cidades de Brasília e Belo Horizonte durante o mesmo período (ABr).

IBGE: cresceu o abate de bovinos, suínos e frangos

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Em relação ao primeiro trimestre de 2019, o abate de bovinos cresceu 2,4%. Foto: Arquivo/ABr

Agência Brasil

O resultado do segundo trimestre de 2019 para a pecuária mostra que o abate de bovinos no país aumentou 4,1%, o de suínos 5,1% e o de frangos 3,6%, na comparação com o mesmo período de 2018. Os dados foram divulgados ontem (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao primeiro trimestre de 2019, o abate de bovinos cresceu 2,4%, o de suínos subiu 0,7% e o de frangos caiu 1,5%.

No período analisado, foram abatidas 8,08 milhões de cabeças de bovinos, com uma produção total de 2,01 milhões de toneladas de carcaças, uma alta de 3,6% em relação ao primeiro trimestre e de 5,5% em comparação com o segundo trimestre de 2018. O de suínos chegou a 11,39 milhões de cabeças, chegando ao peso acumulado das carcaças de 1,02 milhão toneladas, uma alta de 2,5% em relação ao trimestre anterior e de 4,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

Já o abate de frangos alcançou 1,43 bilhão de cabeças, com peso acumulado de 3,35 milhões de toneladas. Na comparação trimestral, o número representou queda de 1,0% e na comparação anual o acréscimo foi de 0,4%. A produção de leite cru foi 5,86 bilhões de litros, um aumento de 7,1% em relação ao ano anterior e redução de 5,4% na comparação trimestral.

A aquisição de couro cru bovino foi de 8,39 milhões de peças inteiras no segundo trimestre de 2019, uma queda de 1,1% em relação ao trimestre anterior e aumento de 1% ao registrado no segundo trimestre de 2018.
A produção de ovos de galinha alcançou 930,93 milhões de dúzias, um crescimento de 2% na comparação trimestral e de 5,8% na anual.

Economia volta a crescer lentamente no segundo trimestre

O Monitor do PIB-FGV aponta, nas séries dessazonalizadas, crescimento de 0,2% do PIB no segundo trimestre, na comparação com o primeiro, revertendo a queda de 0,1% observada no primeiro trimestre. No mês de junho, o indicador aponta crescimento de 0,7% da economia, em comparação a maio. Na comparação interanual a economia cresceu 0,7% no segundo trimestre, o que manteve o crescimento da taxa acumulada em 12 meses em 0,9%, mesma variação observada no primeiro trimestre do ano.

"O crescimento de 0,2% da economia neste segundo trimestre põe a economia de volta a trajetória de crescimento que havia se perdido no primeiro trimestre. Entre os três grandes setores, a agropecuária e a indústria apresentam taxas negativas, salvando-se os serviços que já apresenta taxas positivas há dez trimestres. Os dados mostram que, apesar do crescimento, a economia ainda não consegue se expandir a taxas mais robustas" afirma o coordenador do PIB-FGV, Claudio Considera (AI/FGV).

Inadimplência do consumidor subiu 1,7% em julho

De acordo com dados nacionais da Boa Vista, a inadimplência do consumidor avançou 1,7% em julho na comparação com junho. Em relação a julho do ano passado, o indicador recuou 0,6%. Com isto, ele acumula queda de 4,6% no ano e 3% no acumulado 12 meses (agosto de 2018 até julho 2019 frente aos 12 meses anteriores).

A queda da inadimplência observada desde o final de 2016 pode ser explicada pela maior cautela das famílias, pela capacidade de endividamento dos consumidores ainda limitada pelo fraco crescimento da renda e pelo efeito defasado da maior seletividade dos bancos no período mais agudo da crise. A inadimplência dos consumidores atingiu um patamar historicamente baixo, o que proporcionou a redução dos juros e motivou o aumento das concessões a partir de 2017.

Os economistas da Boa Vista têm alertado que o elevado nível de desocupação e subutilização da mão-de-obra, somado à lenta recuperação da renda, aumenta o risco de que a expansão recente dos empréstimos resulte em maior inadimplência. Ao menos por enquanto, porém, o indicador de registros segue oscilando nas variações mensais (Boa Vista SCPC).

Preço dos alimentos acumula alta de 4,53% no semestre

No primeiro semestre de 2019, o índice que mede a variação dos preços dos 88 produtos que compõem a cesta de mercado das famílias paulistanas foi de 4,53%, informa a Secretaria de Agricultura Estado, por meio do Instituto de Economia Agrícola (IEA). Quando separados por subgrupos, temos o índice dos produtos de origem vegetal com aumento superior ao apresentado pela cesta total (5,36%), enquanto os itens de origem animal, com oscilação menor (3,66%), contribuíram para a redução do índice.

No mesmo período, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi de 2,23%, “o que indica que os gastos com alimentação das famílias paulistanas superaram a inflação em mais de 100%”, afirma Vagner Azarias Martins, pesquisador do IEA. O comportamento dos preços, nos últimos seis meses, teve dois períodos distintos: no primeiro trimestre, o índice total, pressionado por aumentos intensos dos produtos de origem vegetal, apresentou altas de 1,97%, 2,23% e 1,59%, em janeiro, fevereiro e março respectivamente.

Na sequência, por dois meses consecutivos, foram registradas variações negativas: abril (-0,30%) e maio (-1,27%). “Este cenário de queda foi motivado pela redução de preços de produtos de grande peso na cesta de mercado, como, feijão e açúcar”, explica o pesquisador, lembrando que, em junho, o IPCMT voltou a subir (0,29%) - (AC/SAAESP).

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