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Petrobras tem lucro líquido recorde de R$ 18,9 bilhões no 2º trimestre

A Petrobras informou que registrou lucro líquido de R$ 18,9 bilhões no segundo trimestre, um recorde histórico.

Petrobras temporario

Somente nos campos do pré-sal, a produção cresceu 12,7%, com 1,17 milhão de barris de petróleo por dia. Foto: Felipe Dana/Ag.Petrobras

Nota divulgada pela estatal informa que o resultado representa aumento de 368% em relação ao lucro líquido do primeiro trimestre do ano (R$ 4 bilhões) e 87% na comparação com o segundo trimestre de 2018 (R$ 10,1 bilhões).

A principal explicação para o lucro foi a conclusão da venda de 90% da participação da Petrobras na Transportadora Associada de Gás S.A.(TAG), no valor de R$ 33,5 bilhões, dos quais R$ 2 bilhões foram usados para liquidar dívida da transportadora com o BNDES. Também contribuíram para o resultado o aumento do preço internacional do petróleo e a valorização do dólar frente ao real.

O Ebitda ajustado - lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização - ficou em R$ 32,7 bilhões no trimestre, um aumento de 19% em relação ao primeiro trimestre. O resultado foi impactado pelos preços mais elevados do petróleo, o maior volume de venda de diesel e o incremento nas margens da gasolina, nafta e gás natural.

Os investimentos somaram US$ 2,6 bilhões, sendo 82% em atividades de exploração e produção. A produção de petróleo e gás natural da empresa alcançou 2,63 milhões de barris de óleo equivalente por dia no segundo trimestre, um aumento de 3,8% em relação ao primeiro trimestre deste ano. Somente nos campos do pré-sal, a produção cresceu 12,7%, com 1,17 milhão de barris de petróleo por dia (ABr).

Turismo em Itaipu teve o melhor julho da história

Turismo temporario

Foi o julho mais movimentado de toda a história do turismo da binacional. Foto: Kiko Sierich/PTI

Os atrativos turísticos da usina de Itaipu receberam 82.299 visitantes em julho, ante 77.360 no mesmo período do ano passado. Foi o julho mais movimentado de toda a história do turismo da binacional desde a implantação do Complexo Turístico Itaipu, em 2007. No acumulado do ano já são 388.828 pessoas, 9,3% a mais do que foi registrado de janeiro a julho de 2018. Os números consideram apenas a visitação turística do lado brasileiro de Itaipu. O levantamento não inclui as visitas institucionais e àquelas registradas no lado paraguaio da usina.

Para o diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna, esse novo recorde de visitação demostra que os investimentos que têm sido feitos na melhoria da infraestrutura e logística da usina para receber os visitantes dão bom retorno. “Ao sair daqui, eles levam na memória uma experiência única. O turismo é nossa indústria sem chaminé. Uma riqueza que se multiplica a cada visita”.

Com 20 unidades geradoras e 14 mil MW de potência instalada, a Itaipu Binacional é líder mundial na geração de energia limpa e renovável, tendo produzido, desde 1984, mais de 2,6 bilhões de MWh. Em 2016, a usina brasileira e paraguaia retomou o recorde mundial anual de geração de energia, com a marca de 103.098.366 MWh. Em 2018, a hidrelétrica foi responsável pelo abastecimento de 15% de toda a energia consumida pelo Brasil e de 90% do Paraguai (AI/Itaipu).

Exportações paulistas auxiliam a manter culinária da China

Assim como no Brasil, a agricultura é uma das principais atividades econômicas na China, sendo o arroz, o trigo e a soja elementos essenciais para a culinária. Os chineses também têm o costume de comer carne de frango, de boi e principalmente de porco. Por conta de sua população com mais de um bilhão de pessoas, o país se tornou o 2º maior importador do mundo em 2017.

Já segundo o levantamento “Balança Comercial dos Agronegócios Paulista e Brasileiro: Primeiro Semestre de 2019”, feito pela Secretaria de Agricultura do Estado, a China é o principal país importador de produtos, com 20,1% do total de produtos exportados por São Paulo no valor de US$ 1,4 bilhão. Os principais produtos são a soja, que representa 50,8%, e as carnes, 19,5%.

O aumento de importação de soja na China é ascendente e coincide com o ritmo contrário da redução de área plantada do grão. No País, o produto moído resulta em óleo e rações para animais de granja e peixes, apenas 20% da soja é utilizada diretamente na alimentação humana para fazer o tradicional tofu, leite e molho de soja.

Enquanto na China produz-se menos e importa-se mais, em São Paulo a produção de soja vem aumentando e no ano de 2017, foram produzidas 52 milhões de sacas de 60 kg cujo preço médio recebido pelo agricultor foi de R$ 62,03 por saca, resultando no Valor da Produção Agropecuária (VPA) de R$ 3 bilhões (AC/SAAESP).

Pedidos de falência recuam no acumulado em 12 meses

Os pedidos de falência caíram 11,7% no acumulado em 12 meses (agosto de 2018 até julho de 2019 em relação aos 12 meses anteriores), segundo dados com abrangência nacional da Boa Vista. Mantida a base de comparação, as Falências Decretadas, Pedidos de Recuperação Judicial e Recuperação Judicial Deferidas diminuíram 12,3%, 16,3% e 13,1%, respectivamente.

Na comparação mensal, os Pedidos de Falência (53,8%), Falências Decretadas (15,0%) e Recuperação Judicial Deferidas (43,2%) registraram alta, enquanto o indicador de Pedidos de Recuperação Judicial apresentou queda (-40,8%). Observa-se a continuidade da tendência de queda, em movimento atrelado à melhora nas condições econômicas desde 2017, que permitiu às empresas apresentarem sinais mais sólidos nos indicadores de solvência.

Entretanto, a continuidade desse processo está condicionada à evolução da atividade econômica nos próximos períodos. Os pedidos de falência, por exemplo, já apresentaram alta em julho tanto na comparação com junho quanto em relação a julho do ano passado. Contudo, ainda não é possível falar em mudança de tendência. A situação financeira das empresas, de maneira geral, segue positiva, mas pode ser afetada pela deterioração do cenário econômico (boavistascpc).

Inflação pelo IPC-S sobe em 7 capitais

Agencia Brasil

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) registrou alta nas sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), na passagem de junho para julho. O maior avanço foi observado em Recife: 0,81 ponto percentual, ao passar de uma deflação (queda de preços) de 0,27% em junho para uma inflação de 0,54% em julho.

Em seguida, aparece a cidade de Brasília, com uma alta de 0,70 ponto percentual, ao passar de uma deflação de 0,35% para uma inflação de 0,35% no período pesquisado. As outras capitais registraram as seguintes altas: Porto Alegre (0,36 ponto percentual, ao passar de -0,16% para 0,20%), São Paulo (0,32), Belo Horizonte (0,14), Rio de Janeiro (0,20 e Salvador (0,09). A média nacional do IPC-S avançou 0,33 ponto percentual no período, ao passar de uma deflação de 0,02% em junho para uma inflação de 0,31% em julho.

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