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Turismo do Brasil no exterior ganha nova marca

O Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) desenvolveu uma nova marca para promover o turismo do Brasil no exterior. Ela virá acompanhada do slogan 'Visit and love us' (Visite e encante-se), ou seja, um convite aos visitantes se encantarem com o Brasil, conhecendo  apreciando tudo de melhor que o país pode oferecer.

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Gilson Machado Neto, presidente da Embratur, e Osvaldo Matos de Melo Júnior, diretor de Marketing. Foto: Pablo Peixoto/Embratur


De acordo com a Embratur, a nova marca é inspirada na Bandeira Nacional, símbolo do país reconhecido em todo o mundo. “Nossa natureza, nossos esportistas, a música, a comida, todos estes pontos da cultura nacional levaram nossa bandeira lá fora, com muita maestria, e nós, como governo, devemos fazer jus a esse país tão rico”, disse o presidente da Embratur, Gilson Machado Neto.

“Nos inspiramos também na rosa dos ventos, em um Brasil que em todas suas direções é lindo e cheio de vida, natureza, cultura e encantamento”, acrescentou. “Esta nova marca chancela isto e a importância do governo federal dá ao setor do turismo, fortalecendo a imagem do Brasil e sua bandeira em todo o mundo”, frisa o presidente Embratur.

Outra mudança na marca é uso da letra “z”, na grafia do nome do país em inglês, no lugar do “s” na grafia em português. Segundo a Embratur, a troca de letra objetiva fortalecer o marketing digital da marca “Brazil”, facilitando as buscas na internet realizadas pelos estrangeiros. A nova marca foi desenvolvida pelos próprios servidores da Embratur, trazendo economia e agilidade no desenvolvimento do projeto.

Brasil assume presidência rotativa do Mercosul

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Ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. Foto:  Valter Campanato/ABr

Com a presença do presidente Jair Bolsonaro, o Brasil assume a presidência rotativa do Mercosul por um período de seis meses hoje (17), durante reunião dos chefes de Estado do bloco em Santa Fé, na Argentina. A cerimônia será realizada após debates entre os representantes de governos e diplomatas, que devem discutir medidas para simplificar e desburocratizar as relações comerciais e institucionais entre as nações que compõem o próprio bloco e outros países.

A delegação brasileira é liderada pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e tem o objetivo de aprofundar as providências adotadas pela Argentina, país que é o atual líder pró-tempore do bloco e comandou com sucesso as negociações com a União Europeia Tarifa Externa Comum. O Brasil vai trabalhar para reduzir as Tarifas Externas Comuns (TECs), que são aplicadas na comercialização de produtos entre os membros do bloco.

As TECs foram criadas no início do Mercosul para proteger a indústria de cada país e, dessa forma, evitar o monopólio da produção. Com o tempo, porém, as TECs contribuíram para que o Mercosul se transformasse em um bloco de países fechados e avessos ao comércio mundial. O fechamento do acordo com a UE vai proporcionar, segundo os brasileiros, que essas tarifas sejam reduzidas para que o comércio na região se iguale às condições do bloco europeu (ANSA/ABr).

ATIVIDADE ECONÔMICA SUBIU 0,54% EM MAIO

Após queda nos quatro primeiros meses do ano, a economia brasileira registrou aumento em maio. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) subiu 0,54%, em maio, em relação a abril deste ano, segundo dados divulgados ontem (15).

Na comparação com maio de 2018, o aumento chegou a 4,40% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais). Em maio do ano passado, entretanto, a atividade econômica foi fortemente prejudicada pela paralisação dos caminhoneiros. Em 12 meses encerrados em maio, o indicador teve crescimento de 1,31%. No ano, o IBC-Br teve expansão de 0,94%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a Selic. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio, serviços e agropecuária, além do volume de impostos. O indicador foi criado pelo BC para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. O indicador oficial, entretanto, é o PIB, calculado pelo IBGE.

De junho para julho, subiu aInflação pelo IGP-10

Agência Brasil

O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou inflação de 0,61% em julho. O percentual é superior ao observado em junho (0,49%). Com isso, o índice acumula 4,41% no ano e 6,23% em 12 meses. A alta da taxa na passagem de junho para julho foi puxada pelos preços no varejo e pelo custo da construção.

A informação foi dada ontem (16), no Rio de Janeiro, pela FGV. O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, subiu de 0,02% em junho para 0,07% em julho. Já o Índice Nacional de Custo da Construção passou de 0,04% para 1,08%. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, registrou, em julho, a mesma taxa de junho (0,72%).

Banco Pan lidera lista de reclamações

Agência Brasil

O Banco Pan liderou o ranking de reclamações contra instituições financeiras no segundo trimestre, de acordo com lista divulgada ontem (16) o Banco Central (BC). A lista refere-se a bancos que têm mais de 4 milhões de clientes em sua base. Em segundo e terceiro lugares, aparecem o Bradesco e o Santander, respectivamente.

No período apurado, o Banco Central (BC) recebeu 701 queixas consideradas procedentes contra o Pan, a maioria delas relacionadas à "oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada", com 159 registros, seguida por "irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade dos serviços relacionados à operações de crédito", com 88 ocorrências.

Em segundo lugar no ranking do segundo trimestre, aparece o conglomerado Bradesco, com índice 24,50 e um total de 2.448 reclamações registradas. O Bradesco soma 99,8 milhões de clientes. O conglomerado Santander vem em seguida, com índice 23,75 e um total de 1.080 reclamações, considerando um total de 45,4 milhões de clientes.

Do total de 12.417 reclamações, a principal está relacionada à oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada (2.210), seguida de irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços relacionados a cartões de crédito, com 1.268 casos.

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