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Entre dez usuários de cartão, dois são adeptos de bancos digitais

Os bancos digitais, aqueles que prestam seus serviços pela internet e não necessitam de uma estrutura física da agência, vêm ganhando cada vez mais espaço no país, sobretudo em meio ao enorme potencial do mercado de crédito.

Entre temproario

O avanço das fintechs reflete as transformações que serviços financeiros vêm enfrentando. Foto: Shutterstock/Reprodução

É o que revela pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Entre os consumidores que utilizaram cartão de crédito nos últimos 12 meses, a maioria (76%) foi de instituições de financeiras tradicionais e 36% de lojas varejistas. No entanto, 21% dos entrevistados já adotam cartões de crédito ligados a fintechs ou bancos digitais como meio de pagamento no dia a dia. Número que cresce entre os mais jovens, chegando a representar 32% dos casos.

Os principais atrativos para a escolha do serviço são isenção de anuidade e juros e taxas mais baixas em relação aos bancos tradicionais (54%). Além disso, 49% apontam a vantagem de resolver tudo pelo celular, sem a burocracia do atendimento presencial em uma agência. Outros 41% destacam a aprovação de crédito mais rapidamente e de forma menos burocrática.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o avanço das fintechs reflete as transformações que o segmento de serviços financeiros vem enfrentando atualmente. “O consumidor se tornou mais exigente à medida que passou a ter controle sobre como e quando terá acesso a determinados produtos. Cenário que levou à popularização dos bancos 100% digitais, os quais têm como apelo a oferta de serviços com mais eficiência e melhores taxas” (CNDL/SPC Brasil).

Enem terá aplicação digital em 2020 em fase piloto

Enem temproario

Nada muda para os participantes inscritos em 2019. Foto: Valter Campanato/ABr

Agência Brasil

O Ministério da Educação anunciou ontem (3), em Brasília, que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vai se tornar digital. A proposta é de uma implementação progressiva. Em 2020, a versão digital será aplicada em fase piloto. A previsão do governo é abandonar as versões impressas em 2026. Nada irá mudar para os participantes inscritos em 2019. As primeiras aplicações digitais serão opcionais. O estudante vai escolher o modelo no momento da inscrição.

Segundo o MEC, no primeiro ano de teste, o modelo digital será aplicado para 50 mil pessoas em 15 capitais do país. A expectativa é que a versão digital abra outras possibilidades como a de realização do exame em várias datas ao longo do ano, por agendamento. Em 2020, portanto, o Enem terá três aplicações: a digital, a regular e a reaplicação. Este último caso é voltado para candidatos prejudicados por algum problema logístico ou de infraestrutura durante a realização da prova digital. Eles terão direito à reaplicação, que ocorrerá em papel.

Para o governo, o Enem Digital vai permitir a utilização de novos tipos de questões com vídeos, infográficos e até a lógica dos games. Também será possível aplicar o Enem em mais municípios. “Até 2026, a prova vai ser muito parecida com o que é hoje, mas toda ela vai ser feita no computador, como foram as transformações lá fora. Até 2026, todo mundo vai fazer a prova pelo computador, e vai poder fazer isso em várias datas ao longo do ano”, disse o ministro da Educação, Abraham Weintraub.

Mais uma low cost passará a voar para o Brasil

A partir de outubro, a Flybondi, empresa aérea argentina, vai começar a operar voos internacionais para o Brasil. A rota inaugural ligará Buenos Aires ao Rio de Janeiro. Terceira low cost a voar para o país, a companhia informou que serão realizados três voos semanais entre os destinos. A autorização já foi concedida pela Anac.

Para o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, este é mais um passo no sentido de aumentar a conectividade aérea, além de impulsionar ainda mais o interesse de empresas estrangeiras em operar no mercado brasileiro. “A nova operação traz mais ofertas de baixo custo para os viajantes e faz parte de uma nova estratégia do Turismo, que coloca o setor no centro da agenda econômica do país".

Segundo a Anac, a autorização operacional é a última etapa para que uma empresa estrangeira inicie voos regulares no Brasil, permitindo que a companhia faça o registro das rotas e inicie a venda de passagens aéreas. O CEO da Flybondi, Sebastián Pereira, destaca que este será o primeiro dos destinos no Brasil (Ag.Turismo).

Inflação de produtos na saída das fábricas fica em 1,43%

Agencia Brasil

O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que mede a variação de preços dos produtos na porta de saída das fábricas, registrou inflação de 1,43% em maio. A taxa é superior ao 1,22% observado em abril, mas ficou abaixo dos 2,55% de maio do ano passado. De acordo com dados divulgados ontem (3) pelo IBGE, o IPP acumula taxas de inflação de 3,99% no ano e de 7,36% em 12 meses.

Dezoito das 24 atividades industriais pesquisadas pelo IBGE tiveram inflação em seus produtos em maio. A taxa de inflação do mês foi puxada principalmente pelos setores de alimentos (1,75%), refino de petróleo e produtos de álcool (3,28%), indústrias extrativas (6,5%) e outros produtos químicos (1,27%). Por outro lado, seis atividades tiveram deflação (queda de preços) e evitaram uma taxa mais de inflação alta do IPP, com destaque para o setor de couros (-2,22%).

Entre as quatro grandes categorias econômicas, a maior taxa de inflação foi observada nos bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (1,81%). As demais taxas foram: bens de capital, isto é, máquinas e equipamentos usados no setor produtivo (1,27%), bens de consumo semi e não duráveis (1,08%) e bens de consumo duráveis (0,14%).

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