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Brasil volta a exportar carne bovina para China

A China vai retomar as importações de carne bovina do Brasil que estavam suspensas desde o dia 3 de junho, por conta da notificação de caso atípico de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), detectado em Mato Grosso.

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A China vai retomar as importações de carne bovina. Foto: EFE

A China é o único país, entre os importadores do Brasil, que tem protocolo sanitário que exige a suspensão temporária das importações de carne quando detectado caso atípico de EEB.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, recebeu a notícia da reabertura do mercado chinês ontem (13), e reafirmou que vai continuar negociando um novo protocolo com as autoridades sanitárias chinesas.
A doença foi constatada em uma vaca de corte, com idade de 17 anos. Todo o material de risco específico para EEB foi removido do animal durante o abate de emergência e incinerado no próprio matadouro.

Outros produtos derivados do animal foram identificados, localizados e apreendidos preventivamente, não havendo ingresso de nenhum produto na cadeia alimentar humana ou de ruminantes. Não havia, portanto, risco para a população. A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) encerrou no último dia três, o pedido de informações complementares do Brasil sobre o caso, o que mostrou que não há risco sanitário. As exportações de carne bovina continuaram normalmente para os demais países (Mapa).

Produção de ovos de galinha cresceu no 1º trimestre

Producao temproario

A produção foi de 912,6 milhões de dúzias de ovos. Foto: Arquivo/ABr

Agência Brasil

A produção de ovos de galinha cresceu 6% no primeiro trimestre, em comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo dados divulgados pelo IBGE, a produção de 912,6 milhões de dúzias de ovos é a maior para um primeiro trimestre da série histórica da pesquisa, iniciada em 1984. Apesar disso, na comparação com o último trimestre do ano passado, houve queda de 3,1% na produção de ovos de galinha.

As Pesquisas Trimestrais da Pecuária mostram que a aquisição de leite pelas unidades que industrializam o produto cresceu 3% no primeiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. A aquisição de 6,2 bilhões de litros também foi a maior para um primeiro trimestre desde o início da série histórica, em 1997.
Assim como ocorreu com a produção de ovos, na comparação com o último trimestre do ano passado, houve uma queda (-7,5%) na aquisição de leite.

A aquisição de couro pelos curtumes caiu em ambas comparações: -2,2% na comparação com o primeiro trimestre de 2018 e -5,8% na comparação com o último trimestre daquele ano. A pesquisa também registra que o abate de bovinos (7,89 milhões de cabeças) cresceu 1,6% na comparação com o primeiro trimestre e caiu 3,6% em relação ao último trimestre. No caso dos suínos (11,31 milhões), houve altas em ambas comparações: 5,5% e 1,1% respectivamente. Já o abate de frangos (1,45 bilhão) registrou quedas de 2% e de 2,3%, respectivamente.

Relator da reforma prevê economia de R$ 1,13 trilhão

Agência Brasil

O impacto fiscal da reforma da Previdência com as alterações propostas pelo relator, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), deve ser de R$ 913,4 bilhões de economia em 10 anos. Além desse valor, o deputado prevê R$ 217 bilhões de receitas, também em 10 anos, com o fim da transferência de recursos do FAT para o BNDES.

Assim, no total, o relator prevê economia de R$ 1,13 trilhão. O governo previa economia de R$ 1,236 trilhão, em 10 anos. O parecer foi lido na Comissão Especial da Reforma da Previdência, que iniciou reunião ontem (13) com mais de uma hora de atraso. No parecer, o relator propõe aumento do tempo mínimo de contribuição para homens de 15 anos para 20 anos, para trabalhadores urbanos.

O tempo de contribuição para as mulheres permanece em 15 anos. As mudanças no Beneficio de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos de baixa renda e portadores de deficiência, na aposentadoria rural e o modelo de capitalização proposto pelo governo ficam de fora do parecer. No valor previsto em 10 anos, também está incluída a expectativa arrecadação de R$ 50 bilhões com o aumento da alíquota da CSLL para instituições financeiras.

Setor de serviços cresceu 0,3% de março para abril

Setor temproario

No acumulado de 12 meses o crescimento foi de 0,4%. Foto: Elza Fiúza/ABr

Agencia Brasil

O volume do setor de serviços cresceu 0,3% na passagem de março para abril, segundo dados divulgados ontem (13) pelo IBGE. A alta não recupera, no entanto, a perda acumulada de 1,8% nos três primeiros meses do ano. Na comparação com abril do ano passado, houve uma queda de 0,7% no setor. No acumulado do houve alta de 0,6% e, no acumulado de 12 meses, um crescimento de 0,4%.

Na passagem de março para abril, três das cinco atividades pesquisadas tiveram alta no volume, com destaque para serviços de informação e comunicação (0,7%). Também houve crescimentos nos serviços profissionais, administrativos e complementares (0,2%) e nos serviços prestados às famílias (0,1%).

Por outro lado, tiveram recuo os transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-0,6%) e os outros serviços (-0,7%). A receita nominal do setor de serviços teve crescimentos de 0,8% na comparação com março deste ano, de 3,4% na comparação com abril do ano passado, de 4% no acumulado do ano e 3,4% no acumulado de 12 meses.

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