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Economia brasileira cai 0,2% no primeiro trimestre do ano

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, caiu 0,2% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o último trimestre de 2018. A queda ocorreu depois de altas de 0,5% no terceiro e de 0,1% no quarto trimestres do ano passado.

Economia temproario

A queda de 0,2% foi puxada por um recuo de 0,7% no setor industrial. Foto: Atquivo/ABr

Segundo dados divulgados ontem (30), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a economia brasileira cresceu 0,5% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado e 0,9% no acumulado de 12 meses. Os dados mostram que, do último trimestre de 2018 para o primeiro trimestre de 2019, a queda de 0,2% foi puxada por um recuo de 0,7% no setor industrial.

As principais atividades em queda foram a indústria extrativa mineral
(-6,3%), construção (-2%) e indústrias da transformação (-0,5%). A agropecuária também teve queda (-0,5%). Os serviços tiveram taxa positiva de 0,2% no período, evitando uma queda mais acentuada da economia.

Sob ótica da demanda, a queda foi puxada pela formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos, que caíram 1,7% do último trimestre de 2018 para o primeiro trimestre deste ano. As exportações também caíram (-1,9%). Ao mesmo tempo, os consumos do governo e das famílias cresceram 0,4% e 0,3%, respectivamente. As importações tiveram alta de 0,5% (ABr).

Hong Kong: segundo lugar em competitividade mundial

Hong temproario

Hong Kong manteve o topo em "eficiência do governo". Foto: Thinkstock/Reprodução

Lüders/Exame

(Xinhua/ABr)

A Região Administrativa Especial de Hong Kong (RAEHK) continuou em segundo lugar no ranking do Anuário de Competitividade Mundial (WCY) 2019, publicado pelo Instituto Internacional de Desenvolvimento de Gestão (IMD). "O governo promete reforçar a competitividade e vibração da nossa economia. O WCY reconheceu mais uma vez Hong Kong como uma das economias mais competitivas do mundo", destacou o governo.

Analisado por quatro fatores de competitividade do WCY, Hong Kong manteve o topo em "eficiência do governo", ficou em segundo lugar em "eficiência da empresa" e em 10º em "desempenho econômico". Através do aumento do investimento do governo em áreas como infraestrutura, inovação, tecnologia, bem como educação, o ranking de Hong Kong subiu para 22º em "infraestrutura".

A administração regional destacou que, "entre a forte concorrência de economias mundiais, precisamos manter os esforços para consolidar nossas vantagens predominantes competitivas, incluindo um mercado aberto e livre, um setor público eficiente e um ambiente favorável de comércio com condições equitativas".

O governo vai continuar a assumir o papel de "facilitador" e "promotor", a fim de explorar mais oportunidades para Hong Kong. Além disso, a administração vai também intensificar o investimento em infraestrutura, inovação e tecnologia, formar talentos e aumentar a oferta de terras, de modo a fornecer um ambiente favorável para desenvolvimento econômico de longo prazo de Hong Kong.

Exportações para países árabes cresceram 20%

As exportações brasileiras para os países árabes atingiram a soma de US$ 4,13 bilhões nos primeiros quatro meses de 2019, o que representou crescimento de 19,9% em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo estudo da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira. De janeiro a abril, as importações também aumentaram, alcançando o total de US$ 2,2 bilhões, alta de 3,4% em relação a igual época de 2018.

O presidente da Câmara Árabe, Rubens Hannun, disse que: "o Brasil mantém um ritmo forte de suas exportações para o bloco árabe, ocupando a posição de terceiro maior mercado, atrás apenas da China e Estados Unidos". Analistas estimam que ao longo de 2019 o Brasil deverá ter saldos menores na balança comercial, em decorrência da expectativa da recuperação da economia nacional, que implica em um aumento de nosso consumo e de nossas importações.

Em contrapartida, a corrente de comércio entre o Brasil e os países árabes vem evoluindo ao longo dos últimos anos. Em 2018, os árabes foram responsáveis pelo destino de 4,8% das exportações e 4,4% do total das importações. Já no primeiro quadrimestre de 2019, tais indicadores passaram, respectivamente, a 5,7% e 3,9% (AI/CCAB).

Copa América movimenta turismo nacional

Entre os dias 14 de junho e 07 de julho, o Brasil será sede da principal competição de seleções de futebol das américas. Para além dos gramados, turistas de 11 países poderão conhecer e desfrutar dos destinos nacionais.

O Ministério do Turismo teve acesso a um levantamento da Amadeus, uma das maiores empresas de tecnologia e viagens do mundo, que apontou que todos os países que participam da competição registraram aumento de reservas para destinos brasileiros neste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado.

Os campeões são os bolivianos, que compraram 497% mais passagens. Em seguida vêm os peruanos, com 285%; os chilenos, com 141%; os colombianos, com 126%; uruguaios, com 115%; e equatorianos, com 108%. Na Argentina, principal emissora de turistas internacionais para o Brasil – foram 2,6 milhões em 2017 – o aumento da procura foi de 64%.

Os resultados positivos também foram observados entre os dois países convidados para a competição: Catar e Japão. Nestes países, a busca pelo Brasil como destino, nos meses da competição, registrou aumento de 75% e 73%, respectivamente (MTur).

 
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