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Salvini diz que fusão de FCA com Renault seria 'útil'

O vice-premier e ministro do Interior italiano, Matteo Salvini, disse ontem (28) que uma possível fusão da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) com a Renault "parece ser uma operação útil" para a Itália e para a Europa.

Salvini temproario

Vice-premier e ministro do Interior italiano, Matteo Salvini. Foto: Getty Images

"Parece-me uma operação útil para a Itália e para Europa para ter uma gigante no setor automotivo. Se todos respeitarem seus compromissos, parece-me justo que [as negociações] sigam nessa direção", afirmou Salvini, do partido Liga Norte, o mais votado na Itália para o Parlamento Europeu nas eleições do último domingo (26).

O governo da França, por sua vez, também demonstrou otimismo com a possível fusão, mas destacou que espera que o país não seja prejudicado com o fechamento de fábricas e empregos. "É uma grande oportunidade para a Renault", disse o ministro da Economia da França, Bruno Le Maire, ressaltando que a operação deve aumentar os investimentos. No entanto, Le Maire ressaltou que o acordo de fusão deve fornecer garantias de que não haverá fechamento de postos de trabalho ou fábricas na França.

As ações da FCA e da Renault operam em alta nos mercados europeus, impulsionadas pela expectativa de fusão que criaria a terceira maior montadora do mundo, atrás da Volkswagen e da Toyota. "A nossa proposta de fusão com a Renault dará potencial para construir uma parceria global com todas as três grandes empresas, durante esse período de transformação sem precedentes da nossa indústria", afirmou o presidente da FCA, John Elkann (ANSA).

Concentração bancária sofreu leve queda em 2018

Concentracao temproario

Cinco bancos representam 84,8% das operações do país. Foto: Marcello Casal Jr/ABr

Agência Brasil

A concentração bancária no país sofreu uma leve queda no ano passado em comparação ao ano anterior, divulgou ontem (28) o Banco Central (BC) em seu Relatório de Economia Bancária. Segundo o relatório, as cinco maiores instituições do país, o Banco do Brasil, o Itaú, o Bradesco, a Caixa Econômica Federal e o Santander, são responsáveis por 84,8% das operações de crédito [ou de empréstimo] do país.

Em 2017, esse dado correspondia a 85,8%. Em 2018, os cinco maiores bancos do país eram responsáveis por 83,8% dos depósitos totais, uma pequena queda em comparação a 2017, quando os depósitos correspondiam a 85%. Segundo o relatório, essas instituições detiveram 81,2% dos ativos totais do setor bancário comercial em 2018. No ano anterior, os ativos correspondiam a 82,6%.

O Banco Central projeta crescimento de 7,2% no saldo total de crédito para 2019, com aumento de 12,5% do saldo de crédito de recursos livres e de 0,8% do saldo de credito com recursos direcionados, segundo a instituição, durante apresentação do seu Relatório de Economia Bancária em São Paulo.

No ano passado, o aumento no saldo total de crédito foi de 5%, após dois anos seguidos de quedas [-3,5% e -0,5% em 2016 e 2017, respectivamente]. Para as pessoas físicas, o BC projeta crescimento de 9,7% do estoque de crédito e, para pessoas jurídicas, de 4,1%.

Cresce o faturamento da indústria de bens de capital

Agência Brasil

Em abril, o faturamento da indústria de máquinas e equipamentos teve aumento de 4,3% em comparação ao mesmo mês do ano anterior, somando R$ 6,8 bilhões. O dado foi divulgado ontem (28) pela Abimaq.
O bom desenvolvimento se deve principalmente às exportações. No acumulado entre janeiro e abril, o setor faturou R$ 25,4 bilhões, crescimento de 5,8% na comparação com os quatro primeiros meses do ano passado.

Já a balança comercial do setor teve um saldo negativo de US$ 182,2 milhões em abril, o que representou recuo de 57,3% em comparação ao mesmo mês do ano passado, mas as exportações cresceram, atingindo US$ 1,04 bilhão em abril, incremento de 21,6% em relação a abril do ano passado. Foi a primeira vez, após 63 meses, que as exportações voltaram a extrapolar o patamar de US$ 1 bilhão. As importações somaram US$ 1,22 bilhão, queda de 4,6% na mesma comparação.

Investimentos à espera de reformas

Sondagem realizada pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) apontou que 66% das empresas do setor eletroeletrônico estão adiando ou não tem intenção de investir para esse ano. Desse total, 38% não vão investir em 2019; enquanto 28% das entrevistadas estão postergando os investimentos, a maioria porque aguarda a aprovação da Reforma da Previdência.

Os empresários também estão cautelosos em razão de outros fatores, como a alta carga tributária, a demora na aprovação das demais reformas do governo, as incertezas quanto ao mercado internacional, a indecisão quanto à Lei de Informática, entre outros. A pesquisa identificou, entretanto, que 34% das entrevistadas ampliaram os investimentos no primeiro quadrimestre (AI/Abinee).

 
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